quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Juro que o Lucas deu um pontapé!


Isto não se faz!!! Não há carteira que aguente! 
Sinopse: 

As irmãs Dulcie e May têm uma vida perfeitamente normal em Inglaterra… até ao dia em que o pai, por acidente, mata a mãe. Quando ele é condenado a uma pena por homicídio involuntário, as duas meninas ficam sozinhas no mundo.
É no orfanato que as irmãs percebem o verdadeiro significado da palavra crueldade. Mas a promessa de uma “vida melhor” na Austrália enche-lhes o coração de esperança… Infelizmente, a realidade reserva-lhes mais um duro golpe.
Será apenas muito mais tarde, ao conhecer o jovem Ross, também um “sobrevivente” dos orfanatos, que Dulcie tem um vislumbre da felicidade. Mas após uma vida a ouvir tantas promessas vãs, terá ela a força de espírito para confiar em alguém a ponto de lhe entregar o seu coração? E conseguirá ainda salvar May das garras de um destino trágico?
Baseado em factos reais, Confia em Mim podia ser a história de milhares de crianças vulneráveis, arrancadas aos seus lares e aos entes queridos em meados do século passado. Com a ternura a que já nos habituou, Lesley Pearse retrata a chocante realidade da migração.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

A Little Princess - Opinião

Opinião: Passou-se mais de 1 ano desde que comecei a ler este pequeno clássico infantil. 1 ano inteirinho em que intercalei montanhas de leituras com este livro, em que o parei mil vezes e o retomei outras tantas. Apenas para chegar a esta altura e acabar por desistir do mesmo. Já estava perto do final, mas não deu mais. Senti com esta história exactamente as mesmas dificuldades que tive com o Jardim Secreto, da mesma autora.
Em primeiro lugar, que edição linda a minha não é? É ainda mais bonita ao vivo e a cores e nas minhas mãozinhas e respectiva estante. Foi uma prenda das minhas queridas Cata e JoJo. Recebi-o pela altura da feira do livro no ano passado e, nem vos conto as voltas que elas me deram para me enganar acerca da pessoa que me tinha dado o livro. Umas doidas! Fiquei possuída, mas completamente enternecida com o gesto. Só elas mesmo para se preocuparem em oferecer-me edições lindas, das histórias que mais quero ler.
Este clássico infantil, à semelhança do Jardim Secreto, conta-nos a história de uma pequena menina que, mais uma vez à semelhança da Mary, fica orfã de pai, muito cedo. Um pai muito rico e com imensas poses, militar destacado na Índia, decide colocar a sua filha num colégio interno para meninas. Ali, Sara é tratada como uma princesa pelas colegas e pela professora responsável. Tem todos os luxos e privilégios que a maioria das suas colegas não tem. Mas quando o seu pai morre, toda a sua situação muda. Sara passa de princesa a empregada do colégio. Perde todos os seus privilégios e passa a ser realmente mal tratada pelo pessoal. Há no entanto uma coisa que ela nunca perde e trata-se da sua educação. Uma pequena cinderela cheia de bons modos. No meio disto tudo, ela nunca perde a sua capacidade de sonhar e de criar histórias e é num desses seus momentos de devaneio que vai conhecer alguém que vai mudar a sua vida. E foi por aqui que eu fiquei. E porquê? Porque se tornou previsível. Consegui antecipar exactamente o que ia acontecer e acabei por ter confirmação da Jojo. Se já não estava a gostar muito de ler o livro, quando fiquei a saber o que ia acontecer desisti de vez.
Basicamente tive com este clássico o mesmo problema de antes. A escrita da autora é tão, mas tão laboriosa e cheia de floriados que se torna extremamente cansativa. Mais uma vez a autora apresenta-nos uma personagem, que sendo uma criança, tudo nela grita adulto. Estamos a ler um adulto e não uma menina. E não gosto disso. Quem são as crianças que falam e pensam daquela forma tão profunda e tão filosófica sobre a vida? Poderia ser uma excepção, podia... mas se em dois livros se nota um padrão, então caramba. Fartei-me de assinalar passagens bonitas no livro e frases que me marcaram, o que serve para me deixar ainda mais desiludida por não ter terminado a história. Foi como se estivesse a ler dois livros diferentes. Um que em momentos era fantástico e profundo, mas que logo a seguir me batia que estava a ler sob o ponto de vista de uma criança e, as coisas perdiam o sentido. Foi isto que me fez desistir do mesmo e dar-lhe apenas 2 estrelas. Tem imensa qualidade e é absolutamente lindo. Mas não é o tipo de clássico para mim. 



Sinopse: Alone in a new country, wealthy Sara Crewe tries to settle in and make friends at boarding school. But when she learns that she'll never see her beloved father gain, her life is turned upside down. Transformed from princess to pauper, she must swap dancing lessons and luxury for hard work and a room in the attic. Will she find that kindness and genorosity are all the riches she truly needs?

domingo, 21 de agosto de 2016

The Merciless II - The Exorcism of Sofia Flores * Opinião

Opinião: "Neuza, não devias ler estas coisas!", dizem as amigas em jeito de preocupação disfarçada de brincadeira. Afinal de contas, faltam 4 semanas para o baby nascer e eu ando a ler livros de terror, com uma boa dose de sangue e de cenas gráficas. Ohh well...o que é que se há de fazer? Certamente que há alguma explicação cientifica para isto acontecer, especialmente porque sei de pelo menos mais uma pessoa que começou a ler mais livros arrepiantes, depois de ter sido mãe. Cá para mim suspeito que é o nosso instinto maternal que traz à tona as nossas defesas! Mas adiante =)
Há cerca de 2 anos li o meu primeiro livro da escritora Danielle Vega. The Merciless, um livro cor de rosa choque com um pentagrama invertido, dourado na capa. Vou partilhar mais à frente o vídeo de opinião que fiz sobre o livro, mas muito resumidamente, conta a história de um grupo de raparigas que decide fazer um exorcismo numa das suas amigas. A coisa descamba muito facilmente e acaba muito muito mal. O final foi o mais surpreendente para mim, porque mudou completamente a visão que estava a ter ao longo da história.
Neste segundo volume reencontramos a nossa protagonista Sofia, ainda a refazer-se de tudo aquilo que viveu e sem saber exactamente no que acreditar. Encontra-se num estado tal de ansiedade que sente que precisa de mudar de cidade (mais uma vez) e começar de novo noutro lugar. Infelizmente, às 15 páginas do livro dá-se uma tragédia e a sua vida, dá mais uma vez, uma volta enorme. O ambiente deste livro não podia ser mais diferente, e mais assustador, que o do livro anterior. Se antes acompanhamos um grupo de adolescentes meio (totalmente) psicopatas, num ambiente escolar e urbano, neste somos atirados para dentro de um colégio católico, daqueles bem antigos e muito assustadores. Sofia conhece amigas novas, professores novos e tem de lidar com todo um conjunto de regras às quais não estava habituada. Somos levados a acreditar que as coisas podem de facto ficar melhores para a pobrezita. Só que não, ou não se chamasse este livro, O Exorcismo de Sofia Flores
Não vale a pena entrar em muitos pormenores acerca do final, das reviravoltas e das conclusões. Ainda que acredite que não haja muito pessoal a ler Danielle Vega, não quero estragar as surpresas para os poucos que, como eu, são fãs da autora. Apenas posso adiantar que este livro é totalmente diferente do anterior. Com uma componente psicológica muito mais forte, faz-nos sentir um tipo de medo diferente do livro anterior. Levanta muitas dúvidas que no final, não se desvanecem facilmente. Aliás, ainda estou a tentar descortinar o que aconteceu! Tal como no primeiro livro, ou mesmo no Survive the Night, fica a dúvida: aconteceu? não aconteceu? é real? Imaginário? E agora?
Recomendo para todos os fãs de um bom YA assustador =)



(Vídeo de 2014 * tão noviiinha) 


Sinopse: Sofia is still processing the horrific truth of what happened when she and three friends performed an exorcism that spiraled horribly out of control. Ever since that night, Sofia has been haunted by bloody and demonic visions. Her therapist says they’re all in her head, but to Sofia they feel chillingly real. She just wants to get out of town, start fresh someplace else . . . until her mother dies suddenly, and Sofia gets her wish.
Sofia is sent to St. Mary’s, a creepy Catholic boarding school in Mississippi. There, seemingly everyone is doing penance for something, most of all the mysterious Jude, for whom Sofia can’t help feeling an unshakeable attraction. But when Sofia and Jude confide in each other about their pasts, something flips in him. He becomes convinced that Sofia is possessed by the devil. . . . Is an exorcism the only way to save her eternal soul? 
Readers won’t be able to look away from this terrifying read full of twists and turns that will leave them wondering, Is there evil in all of us?

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Wayward Pines #Caos - Opinião


Opinião: Não me importa que ainda faltem X meses para o ano acabar e que isso signifique que ainda tenho muitas leituras pela frente. A trilogia Wayward Pines, como um todo, foi a melhor história que li este ano e nada vai chegar aos calcanhares da mesma.
Vamos fazer um breve resumo de tudo aquilo que ficou para trás. No primeiro volume, W.P. Paraíso, acompanhamos constantemente o nosso detective Ethan Burke, enquanto tenta desvendar e compreender porque é que está naquela cidade e o que é que se passa com tudo à sua volta, visto que nada parece ser verdadeiramente normal. No final, assistimos ao seu quase estado de conformidade com a situação em que se encontra; é aquilo, e nada mais há a fazer. Só que não. Passamos para um segundo volume, A Revolta, em que descortinamos mais alguns aspectos da cidade, mas sobretudo dos seus habitantes, com especial atenção a um grupo especifico de pessoas, que ainda que não saibam exactamente o que é que se está a passar, não se conforma com a situação em que vive. Também mergulhamos mais um bocadinho na vida pessoal do detective e da sua esposa, onde nos vão sendo dadas algumas pistas sobre um terceiro individuo. Como já vos tinha dito antes, o 2º volume termina de uma forma abrupta, num total Oh meu deus (não necessariamente com estas palavras) que nos faz querer o terceiro e ultimo livro, para ontem. E que livro...e que livro.
A conclusão de Wayward Pines, Caos, não podia ter sido mais brilhante. Ainda que conheça algumas pessoas que sentem que este volume foi o que menos gostaram, honestamente para mim, estão os 3 ao mesmo nível. Não houve nada que não tivesse gostado nesta trilogia. Não existem altos e baixos, apenas picos. De emoções, de sensações, e talvez o livro que tenha uma carga emocional maior, seja mesmo o ultimo. Não só pelas situações que acontecem, causadas pelo final do 2º livro, mas também pelo desfecho perfeito que o autor deu à história. Em Caos podem definitivamente contar com uma narrativa mais sangrenta e gráfica, mais emotiva e mais expectante. Não dá para parar de ler, porque precisamos mesmo de saber o que é que vai acontecer. Será que vai ser o fim para todos? Será que é assim que acaba? Num banho de sangue e tristeza onde assistimos à morte, uma a uma, de cada um dos habitantes? Não...não pode ser assim. Não pode ser só assim e, de facto, não foi. Quando nos aproximamos do fim, e começamos a perceber a que conclusões o nosso detective, agora responsável pela cidade, chega, percebemos que o autor tenta dar uma profundidade e ética diferentes à história. 

Existe uma personagem na trama, que longe de ser principal ou de ter um papel importante na mesma, acaba por ser quem dá ao Ethan a ideia base para tentar solucionar o problema da cidade. É na forma como o detective opta por lidar com a mesma, que percebemos a tal profundidade e romantismo nas ideias do autor. Quando terminamos de ler a única frase existente no epílogo do livro, percebemos que a história pode levar um de dois rumos: ou a ideia romântica do detective resultou, ou nada mudou e portanto, o futuro é triste e previsível. Já para não falar, que de facto poderia haver um 4º livro (pode sempre haver mais) que nos mostrasse se o Ethan tinha razão, mas também que nos mostrasse todas as dificuldades pelas quais as personagens teriam de passar. Não vai haver um 4º livro, pelo menos dito pelo autor, mas sabem que mais? Também não faz cá falta. Este final foi perfeito, foi aberto e deixa muito espaço à consideração de cada um. Deixa espaço para a reflexão sobre aquilo que cada um pensa e, sobre se as ideias do detective foram ou não boas e se resultariam num contexto real.
Acabo como de costume, a mandar-vos ir ler esta trilogia. É perfeita para qualquer altura do ano, porque se lê a correr. Levem-na para a praia e vão ver que vão dar por vocês, sem saber exactamente onde é que estão.

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Sinopse: Passaram três semanas desde que Ethan Burke chegou a Wayward Pines. Os residentes desta cidade não comandam as suas vidas. Mas Ethan descobriu o surpreendente segredo do que existe além da cerca eletrificada que rodeia Wayward Pines e que a protege do assustador mundo exterior. O último volume da trilogia Wayward Pines - agora também série de sucesso na Fox - vai mantê-lo preso até à última página.  

segunda-feira, 25 de julho de 2016

A Mala do Lucas e o drama do momento

Quem acompanha o canal, viu que recentemente publiquei um vídeo com o título "O que vou levar na mala de maternidade do Lucas?". Até a miniatura do vídeo foi alusiva à coisa, como podem ver aqui ao lado. Claro que foi brincadeirinha e era só para enganar o pessoal. Tenho passado os últimos dias a ver vídeos no youtube sobre o tema. Não fazia ideia que havia tantos canais sobre maternidade no youtube. É todo um mundo novo a descobrir. Todos os que tenho visto são brasileiros e ainda não encontrei nenhum com mamãs de Portugal. Acho que somos mais tímidas e preferimos os blogs. Aparentemente a mala de maternidade é algo que é muito levado a sério no Brasil e eu confesso que nunca tinha pensado muito no assunto. Sempre encarei a coisa de uma forma muito banal, isto é, até ter visto a lista que o hospital disponibiliza para as mamãs e ter começado de facto a organizar as coisas. 
Já não falta assim tanto tempo para o Lucas nascer (sim, vai ser este o nome definitivo da criaturinha). Se o Lucas se aguentar cá dentro, então faltam apenas 8 semanas para se dar a desova. Seja como for, está quase e todo o mundo, desde médicos e enfermeiros, passando por amigas que já foram mães, me começaram a dizer que seria boa ideia ter a mala do Lucas pronta, não vá a coisa acontecer a qualquer momento; parece que a partir de agora isso pode realmente acontecer. Por isto tudo, quando chegou o momento em que decidi organizar a mala do piqueno, perdi-me e cheguei a uma conclusão brilhante que vos vou apresentar dentro de linhas. Ao longo destes 8 meses fui comprando umas pecinhas de roupa para o Lucas. Uma coisinha aqui, outra ali, mas nada muito planeado. Via alguma coisa que gostava e comprava. Sempre a fazer o esforço para me conter por saber que as roupas de bebe deixam rapidamente de servir. Chegou o momento de organizar tudo. Lavei, passei, dobrei tudo direitinho e agora, toca a fazer a mala. E é aqui que tenho um momento de lucidez e de clareza absurdo; no momento em que constato que nada do que tenho combina com nada! Sério, dá até vontade rir... mas acreditam que o Lucas não tem nada azul? Nem uma meia azul o rapaz tem. É tudo neutro! Organizei a mala uma vez. Não fiquei contente. Remexi a segunda vez. Ainda não. Comprei uns saquinhos super giros de organza para a roupa e lá fui reorganizar tudo de novo. Ficou melhor? Ficou, mas mesmo assim, falta alguma coisa ali! Talvez mais azul? Alguma coisa que grite menino. 
E o pior no meio deste drama todo, que de dramático tem muito pouco, é que o hospital pede para separar claramente a primeira roupinha das restantes. Fantástico. Se eu não estou a conseguir organizar os conjuntos, como raio querem que eu escolha qual vai ser a primeira roupa? Eu sei lá se em Portugal há superstições acerca das cores das roupas dos bebes? No Brasil sei que há imensas e é giro ver que lá dão mais importância à roupa de saída de maternidade do que à primeira roupa. Mas e cá? E se eu vestir um babygrow roxo ao meu filho e ele tiver 3 meses de azar por causa disto??
Sei que um filho não é um nenuco e nunca pensei que fosse ser o tipo de mãe que quer o bebe a combinar. Mas bolas, quero mesmo! Sou uma autêntica croma e ainda nem pari! Deixo-vos mas é aqui o vídeo do canal em que decidi enganar o pessoal =)



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Wayward Pines # Revolta - Opinião



Opinião: Pode esta trilogia ficar ainda melhor? Pode..oh se pode! Se o primeiro livro tinha sido absolutamente genial, esta continuação tira-nos o tapete de debaixo dos pés e ainda nos dá um murro no estômago. Resumindo, matou-me um bocadinho.
Partimos para o 2º volume de Wayward Pines mais ou menos de onde ficamos no 1º. Ethan Burke é agora um ex agente do FBI e, passa a assumir o papel de Xerife da cidade. Até aqui tudo bem, ou não tivesse este novo cargo, algumas funções para as quais o nosso detective não se sente preparado. Afinal de contas ele sabe a verdade. O primeiro livro termina de uma maneira súbita, em que ao fim de várias páginas de suspense, finalmente descobrimos, juntamente com o nosso detective, o que é que se passa em Pines assim como no mundo para lá da cerca. Não é bonito. Não é nada bonito. É chocante e inesperado e Burke vê-se obrigado a lidar com uma data de questões morais que o vão desafiar a todos os níveis. 
Nesta Revolta as coisas ficam ainda mais feias, mais complicadas e mais interessantes. O melhor mesmo é que termina num cliffhanger daqueles! É habitual dizermos, quando terminamos um livro, que precisamos da continuação com urgência. Mas geralmente o tempo passa e acabamos por ler outras histórias. Neste caso não é exagero dizer que é obrigatório ler a continuação para ontem. A continuar assim, Wayward Pines arrisca-se a ser a melhor trilogia que irei ler este ano! Bem escrito, bem estruturado e personagens cativantes que nos obrigam a uma leitura non stop. 
Da minha parte posso dizer, que já me atirei de cabeça ao 3º e ultimo volume e que espero que seja tão bom quanto os anteriores. Até agora, simplesmente 5 estrelas!

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Sinopse: Aninhada entre montanhas perfeitas, a idílica cidade de Wayward Pines é um paraíso... se esquecermos a vedação electrificada e o arame farpado, os franco-atiradores que vigiam tudo permanentemente e a vigilância atenta que detecta cada palavra e cada gesto. Ethan Burke viu o mundo do outro lado. Ele é o xerife da comunidade e um dos poucos que conhecem a verdade
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Trilogia Legend * Prodigy - Os Opostos perto do Caos | Divulgação


Trilogia Legend
Os opostos perto do caos

Sinopse: Depois de fugir aos militares da República em Los Angeles, June e Day chegam a Las Vegas no momento em que algo inesperado acontece: o Elector Primo morre, e o seu filho, Anden, assume o comando da nação.
Com a República da América à beira do colapso, os dois unem-se ao grupo de rebeldes conhecidos como Patriotas. Dispostos a ajudar Day a encontrar Eden, o seu irmão mais novo, e a levá-los em segurança até às Colónias, os Patriotas têm apenas uma condição: June e Day devem assassinar o novo Elector Primo.
É-lhes dada a oportunidade de mudar a nação, de finalmente dar voz ao povo, que viveu demasiado tempo amordaçado. No entanto, quando June descobre que o atual Elector Primo não é o ditador que o pai fora, vê-se atormentada pelas suas escolhas. E se Anden significar um novo começo para todos? E se uma revolução for mais do que simplesmente perda e vingança, fúria e sangue? E se os Patriotas estiverem errados?
 Nos antigos Estados Unidos, a República apoderou-se do poder.
Dois inimigos tornaram-se aliados improváveis e têm o poder de reunificar o país ou começar uma revolução.

 «Marie Lu venceu a maldição com Prodigy...Os mundos bem desenvolvidos, os problemas políticos e a credibilidade das personagens tornam-no inovador... Marie Lu prova que um segundo livro não é inferior ao primeiro, proporcionando intriga e prazer isoladamente.»
THE LOS ANGELES TIMES

«…liberte a sua agenda para se permitir o luxo de ler este livro de uma assentada. Não vai conseguir parar...»  
THE NEW YORK JOURNAL OF BOOKS
«A sequela de Legend é cheia de intriga... um livro perspicaz e cheio de tensão.»
Publishers Weekly

"Impressionante continuação de Legend... A ação empolgante e os cenários futuristas irão decerto agradar aos fãs de Divergente.»
SHELF AWARENESS


terça-feira, 19 de julho de 2016

A Casa de Bonecas | A vingança serve-se quente - Opinião


Opinião: E pronto. Chegou ao fim uma grande aventura. Pela primeira vez na minha própria história livrólica fiz uma maratona de autor. Li todos os livros publicados pelo Arlidge em Portugal. O sentido de dever cumprido é qualquer coisa de muito bom e sou bem capaz de adoptar esta estratégia para mais autores e sagas que por aqui tenho. No entanto isto fez com que as opiniões aqui no blog tenham sido meio que repetitivas e, portanto, para não me estar aqui a repetir sobre a genialidade do autor, vou tentar manter a coisa o mais resumida possível. 
Sobre o 3º livro da saga, A Casa de Bonecas, o que dizer. Foi um dos meus preferidos até agora. Juntamente com o Um Dó Li Tá, foi aquele que mais me surpreendeu e agarrou. Ambos têm a dose certa de sangue, de suspense, de mistério, assim como conclusões surpreendentes. Quanto ao 4º livro, A Vingança serve-se Quente, foi aquele que menos gostei. É um livro completamente diferente dos anteriores, o que é óptimo. No entanto, os crimes em si e os contornos dos mesmos, assim como a conclusão, não me agradaram. Não sei explicar porquê. Até agora estou a atribuir a culpa à falta de sangue presente na história, mas é mais do que isso. Achei a narrativa meio arrastada, aborrecida e sem grande lógica. Ainda que o final tenha sido surpreendente e inesperado, tive muitas dificuldades em ler este livro. Gostei mas.
Agora é hora de deixar a inspectora Helen descansar na estante e partir para outra aventura. Aguardo, claro, com muita expectativa a tradução do próximo livro da saga. Já o vi em inglês à venda na fnac e senti-me muito tentada a trazer. Mas mais vale esperar. Uma coisa é certa, Arlidge não só é o autor do ano para mim, como se tornou num dos meus autores preferidos de sempre. Se não fosse assim, nunca teria sido capaz de ler tanto do mesmo seguido. 


Sinopse do 3º livro: O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome. Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes. À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida. 

Sinopse do 4º livro: Na calada da noite, três violentos incêndios iluminam os céus da cidade. Para a detetive Helen Grace, as chamas anunciam algo mais do que uma coincidência trágica — este cenário infernal de morte e destruição revela uma ameaça nunca antes vivenciada. 
No decurso da investigação, descobre-se que aquele que procuram não é apenas um incendiário em busca de emoções fortes — os atos criminosos denunciam um assassino meticuloso e calculista. Alguém que pretende reduzir as suas vítimas a cinzas… 
Uma nuvem negra de medo e desconfiança estende-se sobre a cidade, à espera da faísca que provocará a próxima tragédia. Conseguirá Helen descobrir a tempo quem será a próxima vítima? 

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Quero um Dot !!!

Eu sou do tempo do Dot. Sou do tempo da campanha "Adopte um Dot", organizada pela estação de televisão, Sic. Para quem não é do tempo do Dot, consistia em colar uns bonequinhos muito simpáticos no canto da nossa televisão, enquanto dava o programa X. Não podíamos sequer mudar de canal durante os intervalos, porque se não, corríamos o risco de estragar o nosso boneco. Ohh a inocência. Quando o programa terminava, era só colocar o Dot numas caixas especificas e ao Sábado, ver o Big Show Sic, para sabermos de o nosso boneco tinha sido sorteado. A cena boa do Dot, é que nos obrigava a focar num canal e num programa especifico. Verdade que não havia mais do que 4 canais e, portanto, a variedade não era muita e a vontade de fazer zapping também não. Seria de esperar que com a quantidade enorme de canais que hoje temos, nos conseguíssemos focar num programa durante mais que 30 minutos. Errado. Absolutamente errado.
Por mais voltas e voltas que dê aos cento e tal canais que tenho, é muito raro encontrar alguma coisa de jeito para ver. Alguma coisa que realmente me interesse. O zapping chega a ser uma coisa frenética e quase relaxante. Muda...muda...muda...muda...volta atrás...muda. Quem me dera que existisse um pequeno Dot que me obrigasse a ver o mesmo programa durante mais que 10 minutos. Não é que não haja por aí nada de jeito para ver. Até há. Mas os conceitos de certos programas são tão explorados e tão repetidos que acabam por enjoar. Para uma pessoa que goste de ler a coisa fica ainda pior. Experimentem ver algum programa que fale sobre livros e que passe na tv. Há uns quantos, mas tenho de vos confessar que os acho absolutamente secantes. O formato na base do convidar o autor para falar, falar, falar, é tão chato, que num raro momento de esperteza, tive uma ideia. Não era giro se a sic mulher ou outro canal do género, pegasse numas quantas livrólicas (podia variar de programa para programa) e nos colocasse a todas numa sala confortável a discutir livros? Tão a ver o cenário? Sofás confortáveis, suminhos frescos, chocolates e livros, claro, muitos livros sobre os quais discutir! Seria uma espécie de clube de leitura à moda da Oprah, mas mais descontraído! Ora aí está um programa que eu ia querer ver de certeza absoluta e sem necessidade de um Dot. Enfim... é isto... não dá nada de jeito na televisão! 



segunda-feira, 11 de julho de 2016

O dia em que a Barriga Rebentar

Existe um livro infantil, do qual gosto muito, que se chama O Dia em que a Barriga Rebentou. Curiosamente é de José Fanha e, ainda ontem partilhei aqui o seu mais recente livro. Nesta história acompanhamos a Família Bisnau. Uma família de pássaros que come tudo, tuuudo o que encontram pela frente. Limpam as panelas bem limpinhas, comem grandes quantidades de comida, e não importa se a mesma é saudável ou não, o que lhes importa é comer! Até ao dia em que a catástrofe acontece e o pobre filho Bisneco rebenta ( a sua barriga apenas, alto lá). O pobre tem de ser levado de urgência para o hospital, ser operado e ainda submeter-se a um pós operatório muito exigente, que consiste em fazer exercício físico diariamente e comer bem. 
Agora...serei só eu que estou aqui a ver semelhanças com a minha pessoa? Vá sem tanta fixação pela comida, isso foi só nos primeiros meses, mas a minha barriga está quase a rebentar. Nesta fase uma pessoa já não consegue comer muito e para dizer a verdade, nem sequer apetece (o calor não ajuda nada). Se juntarmos a isto o facto de ter de comer obrigatoriamente várias vezes ao dia, pequenas quantidade de comida... sinto-me um pequeno Bisneco! Perco conta ás refeições que faço durante o dia e a qualquer altura, o tupperware que eu agora sou, vai explodir e não vai ser bonito de se ver.
Quase que tenho vontade de partilhar com vossas excelências gulosas, a mais recente fotografia tirada à minha pessoa, onde se pode ver o estado em que a barriga chegou. Só que por outro lado, não quero chocar ninguém :D por isso vão ter de se limitar a imaginar a coisa ou, caso façam muita questão de me ver a barriga, eu mando-vos email encriptado, daqueles que nem o fbi consegue abrir (cof cof). Mas aviso-vos...está grande...está muito grande. Tão grande que, se lhe encostarem um alfinete é capaz de fazer puuumm! eheheheh