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terça-feira, 19 de julho de 2016

A Casa de Bonecas | A vingança serve-se quente - Opinião


Opinião: E pronto. Chegou ao fim uma grande aventura. Pela primeira vez na minha própria história livrólica fiz uma maratona de autor. Li todos os livros publicados pelo Arlidge em Portugal. O sentido de dever cumprido é qualquer coisa de muito bom e sou bem capaz de adoptar esta estratégia para mais autores e sagas que por aqui tenho. No entanto isto fez com que as opiniões aqui no blog tenham sido meio que repetitivas e, portanto, para não me estar aqui a repetir sobre a genialidade do autor, vou tentar manter a coisa o mais resumida possível. 
Sobre o 3º livro da saga, A Casa de Bonecas, o que dizer. Foi um dos meus preferidos até agora. Juntamente com o Um Dó Li Tá, foi aquele que mais me surpreendeu e agarrou. Ambos têm a dose certa de sangue, de suspense, de mistério, assim como conclusões surpreendentes. Quanto ao 4º livro, A Vingança serve-se Quente, foi aquele que menos gostei. É um livro completamente diferente dos anteriores, o que é óptimo. No entanto, os crimes em si e os contornos dos mesmos, assim como a conclusão, não me agradaram. Não sei explicar porquê. Até agora estou a atribuir a culpa à falta de sangue presente na história, mas é mais do que isso. Achei a narrativa meio arrastada, aborrecida e sem grande lógica. Ainda que o final tenha sido surpreendente e inesperado, tive muitas dificuldades em ler este livro. Gostei mas.
Agora é hora de deixar a inspectora Helen descansar na estante e partir para outra aventura. Aguardo, claro, com muita expectativa a tradução do próximo livro da saga. Já o vi em inglês à venda na fnac e senti-me muito tentada a trazer. Mas mais vale esperar. Uma coisa é certa, Arlidge não só é o autor do ano para mim, como se tornou num dos meus autores preferidos de sempre. Se não fosse assim, nunca teria sido capaz de ler tanto do mesmo seguido. 


Sinopse do 3º livro: O corpo de uma jovem é desenterrado numa praia remota, mas o seu desaparecimento nunca tinha sido denunciado. Alguém a mantivera «viva» ao longo do tempo, enviando à família, regularmente, mensagens em seu nome. Para a detetive Helen Grace, todas as provas apontam para um assassino em série, um monstro distorcido mas engenhoso e hábil — um predador que já matou antes. À medida que Helen se esforça por destrinçar as motivações do assassino, ela compreende que se trata de uma verdadeira corrida contra o tempo. Uma única falha pode significar a perda de mais uma vida. 

Sinopse do 4º livro: Na calada da noite, três violentos incêndios iluminam os céus da cidade. Para a detetive Helen Grace, as chamas anunciam algo mais do que uma coincidência trágica — este cenário infernal de morte e destruição revela uma ameaça nunca antes vivenciada. 
No decurso da investigação, descobre-se que aquele que procuram não é apenas um incendiário em busca de emoções fortes — os atos criminosos denunciam um assassino meticuloso e calculista. Alguém que pretende reduzir as suas vítimas a cinzas… 
Uma nuvem negra de medo e desconfiança estende-se sobre a cidade, à espera da faísca que provocará a próxima tragédia. Conseguirá Helen descobrir a tempo quem será a próxima vítima? 

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Vamos falar sobre...

Vamos falar sobre a saga Helen Grace. Outra vez. Não , vá não vamos. Não vos vou fazer isso, até porque ultimamente neste blog, só se fala nos mesmos livros over and over again e já começa a meter nojo. Começo a assemelhar-me muito a uma stalker de autores. Decidi que quero ler tudo de uma pessoa e pronto... portanto não. Não vamos falar mais uma vez desta saga fantástica. Apenas para vos dizer, que terminei recentemente o 3º livro da saga, A Casa das Bonecas, que foi fantástico, como todos têm sido até agora e que, comecei o 4º e ultimo livro publicado cá, A Vingança serve-se Quente. Para vos poupar um bocadinho ao sofrimento de terem de ler mais uma vez pormenores acerca destes livros, quando terminar este menino, venho cá e falo sobre os dois últimos que li, pode ser assim? Linda menina Neuza, a ser amiga das pessoas! eheheh

Sinopse: 
SEIS INCÊNDIOS EM VINTE E QUATRO HORAS,
DOIS MORTOS E VÁRIOS FERIDOS…

Na calada da noite, três violentos incêndios iluminam os céus da cidade. Para a detetive Helen Grace, as chamas anunciam algo mais do que uma coincidência trágica — este cenário infernal de morte e destruição revela uma ameaça nunca antes vivenciada.
No decurso da investigação, descobre-se que aquele que procuram não é apenas um incendiário em busca de emoções fortes — os atos criminosos denunciam um assassino meticuloso e calculista. Alguém que pretende reduzir as suas vítimas a cinzas…
Uma nuvem negra de medo e desconfiança estende-se sobre a cidade, à espera da faísca que provocará a próxima tragédia. Conseguirá Helen descobrir a tempo quem será a próxima vítima?

sábado, 18 de junho de 2016

À morte ninguém escapa - Opinião

Opinião: Mais um livro do Senhor Arlides lido. Fantástico tal como o primeiro. Por motivos ligados à história e que seriam sem dúvida de natureza spoilenta (palavra inventada agora mesmo) digo-vos que dei 4 estrelas a este livro, ao invés das 5 que o primeiro levou, mas não vos posso dizer porquê. Trata-se apenas de uma caganeirice minha e que não retira de todo qualquer mérito ou qualidade ao livro.
Neste segundo volume continuamos a seguir a detective Helen Grace no seu dia a dia como policia. Somos totalmente apanhados de surpresa quando percebemos que passou 1 ano desde os eventos que decorreram no primeiro livro, o que me leva a crer que com tantos livros na série, vamos ter oportunidade de acompanhar a vida da detective na integra, o que é sempre muito muito fixe. Os crimes presentes neste livro são tão maus quanto os do primeiro, se não ainda um bocadinho mais brutais. As descrições tornaram-se mais vividas e ainda mais fáceis de visualizar, se é que isso é possível e a coisa tornou-se ainda mais cinematográfica do que já era. Digo isto como um elogio atenção. O autor tem de facto uma capacidade enorme de nos fazer sentir que estamos a assistir a uma série na tv. É clara a sua capacidade como argumentista. 
Não quero entrar em grandes detalhes sobre a história, apenas reforçar que os pormenores e surpresas em torno da inspectora são reforçados neste livro, que ficamos a conhecer mais sobre ela e sobre o seu passado e que ficamos também muito na expectativa sobre o que irá acontecer no volume seguinte a determinadas personagens. Sobre o final do livro em si, não acabou bem como eu queria. É daqueles livros em que pensei o tempo todo que a coisa ia acabar de uma maneira e que por acaso era a maneira que eu gostava, quando do nada, buum, reviravolta e afinal não foi nada daquilo que esperava. Também é daqueles em que passei o tempo todo a pensar que tudo estava a ser muito previsível e que os crimes estavam de certeza a ser cometidos por a pessoa X... para depois buuummm buuuummm não ser nada assim. E não são estes os melhores livros do mundo?
Numa nota diferente, e correndo o risco de dar uma de Marcelo Rebelo de Sousa, tive a oportunidade de conhecer o autor durante a feira do livro deste ano. Foi a surpresa total! Que homem é este que consegue escrever as coisas mais nojentas e cruas, e ser ao mesmo tempo a pessoa querida e simpática que se vê na foto? Adorei. Todo o tempo que estive com ele e tudo aquilo que discutimos um com o outro em conjunto com a querida Jojo, que também podem ver na foto. Gostei particularmente quando a conversa resvalou para o facto de eu estar grávida e só conseguir ler cenas sangrentas, da sugestão do autor para que eu pintasse o quarto do bebe de vermelho e, especialmente, quando ele confessou que pesquisava N cenas no goolge para os seus livros. Foi realmente um pequeno tempinho bem passado. As pessoas têm de facto muitas camadas, não é assim? E desse lado, já pegaram finalmente num livro deste home ou ainda não??? O que raio esperam??


Sinopse: O corpo de um homem é encontrado numa casa vazia.O seu coração foi arrancado e entregue à família. A detetive Helen Grace sabe que esta não será a última vítima de um assassino em série. Os media chamam-lhe Jack, o Estripador, mas ao contrário: este mata homens de família que vivem vidas duplas e enganam as suas mulheres.Helen consegue pressentir a fúria por detrás de cada assassínio. Mas o que ela nunca conseguirá prever é quão volátil na realidade este assassino é. Nem o que a aguarda no final desta caça ao homem.

sábado, 28 de maio de 2016

Um, dó, li, tá - Opinião

Opinião: Não tenho por hábito ler muitos thrillers ou livros com algum tipo de componente policial. E sinceramente pensei, que estando grávida ia preferir ler livros mais delicodoces e leves. De facto, no começo da coisa foi assim, mas agora dou por mim a desejar aquela sensação de ler um thriller inquietante. Daqueles que nos prendem e que nos fazem soltar gritinhos (algo que me acontece com alguma frequência). Vai daí, e depois de ter começado a ler um livro da minha querida Dorothy Koomson, e da coisa não estar a resultar, decidi pegar num dos livros que desejava muito ler ainda este ano. Comprei o um dó li tá na feira do livro do ano passado assim como a sua continuação. Claro que não li nenhum e, como o autor vem este ano à feira do livro, teve de ser. Os rabiscos são importantes para mim num livro e este não vai ser excepção. Foi absolutamente excepcional e um dos melhores livros que li este ano...o que para quem leu apenas 9 é dizer muito. 
O livro é exactamente aquilo que a sinopse promete. É o primeiro de uma série, a série Helen Grace e que garante muitas horas de tensão. Neste primeiro livro acompanhamos a nossa inspectora na resolução de um difícil caso de homicídios em série, ligeiramente macabros e aterradores. Duas pessoas são raptadas e confrontadas com a complicada escolha de decidir qual delas morre. Assim um bocadinho à Saw, segundo me disseram. Há sempre muito por trás deste tipo de casos, mas nesta história... há torrentes de significados por trás das mortes e à medida que vamos lendo e compreendendo aquilo que nos é exposto, vamos ficando cada vez com mais cara de parvas. Foram vários os momentos em que soltei as minha típicas exclamações, mas garanto-vos, que no momento em que se sabe quem é que está por trás das mortes, tudo nos cai ao chão. E das duas uma, ou continuamos a ler ou, precisamos de uma pausa para assimilar e juntar as pecinhas do jogo. 
A conclusão é brutal e inesperada e deixa-nos com vontade de pegar imediatamente no segundo volume. Confesso que gostava que o confronto final tivesse sido mais explorado e desenvolvido, mas por outro lado, o facto de o autor ter uma escrita super cinematográfica, faz com que a coisa passe bem ao lado. Ler este livro é como assistir a um autêntico filme. Brutal. Como já referi no começo, este ano o autor vem à feira do livro de Lisboa, penso que no dia 10. Claro que lá estarei para o conhecer pessoalmente e lhe perguntar, se ele joga com o baralho todo. 

Sinopse: DOIS REFÉNS. UMA BALA. UMA DECISÃO TERRÍVEL. SACRIFICARIA A SUA VIDA PELA DE OUTRA PESSOA?
Uma jovem rapariga surge dos bosques após sobreviver a um rapto aterrador. Cada mórbido pormenor da sua história é verdadeiro, apesar de incrível. Dias mais tarde é descoberta outra vítima que sobreviveu a um rapto semelhante.
As investigações conduzem a um padrão: há alguém a raptar pares de pessoas que depois são encarcerados e confrontados com uma escolha terrível: matar para sobreviver, ou ser morto.
À medida que mais situações vão surgindo, a detetive encarregada deste caso, Helen Grace, percebe que a chave para capturar este monstro imparável está nos sobreviventes. Mas a não ser que descubra rapidamente o assassino, mais inocentes irão morrer?
Um jogo perigoso e mortal num romance de estreia arrebatador e de arrasar os nervos, que lembra filmes como Saw, Enigma Mortal e A Conspiração da Aranha.

sábado, 9 de abril de 2016

P.S. Ainda te Amo - Opinião


Opinião: Terminei agora mesmo o 2º livro (de uma possível trilogia) P.S. Ainda te amo. Ainda que este livro não me tenha cativado tanto quanto o primeiro, levou, ainda assim, 4 estrelas no goodreads. As opiniões dividem-se; para algumas pessoas, este foi o seu livro preferido. Mas para a maioria, esta sequela é claramente mais fraca que a anterior. Este livro começa exactamente do ponto onde o primeiro ficou (literalmente de onde ficou) e termina de uma forma que me faz mesmo acreditar que virá por aí a continuação brevemente. Continuamos a acompanhar o drama amoroso entre a nossa protagonista, Lara Jean e o parvo do Peter. Lamento, não gosto mesmo nada do miúdo e, este arrastar de situação que o livro mostra, foi aquilo que menos gostei nesta história. Não houve grandes desenvolvimentos ou revelações. Apenas algumas situações que surgiram de repente  e que deram um novo fôlego ao livro. Honestamente, se não fosse pela dinâmica familiar que a autora criou, possivelmente não teria gostado tanto destes livros. A família da Lara é a melhor parte de toda a história. Gosto sobretudo do facto de a autora ter optado por ter um pai viúvo em vez de uma mãe. Foi um toque agradável e diferente numa história que só por si, já está cheia de todos os clichés do mundo (os adolescentes pelo menos). Se por um lado estes clichés tornam a história muitas vezes previsível, por outro trazem-nos ,a nós, mulheres mais velhas (cof cof...oh pra mim tãoo madura) uma espécie de conforto estranho. Já passamos por aquelas sensações e emoções e sabe bem reviver os nossos namoricos da época. Falo por mim, que era aquela miúda que estava sempre apaixonada por alguém, identifico-me muito com a Lara Jean. Sou uma apaixonada por o amor. 
Já leram esta sequela? De qual gostaram mais e acreditam que vai haver continuação? Ou melhor ainda... acham que faz falta um terceiro livro?
Dilemas dilemas.

P.S. - Não é de propósito que os textos aqui no blog aparecem marcados com outra cor... esta coisa parece ter vida própria! 


Sinopse: Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito atribulada, pelo menos na sua imaginação. Ela jamais imaginou que as cartas que escreveu a despedir-se dos rapazes por quem se apaixonou, mas a quem nunca teve coragem de confessar o seu amor, chegassem às mãos dos seus destinatários. E por causa disso meteu-se numa grande confusão. Para escapar à vergonha, começou um namoro a fingir com o Peter Kavinsky.
Lara nunca esperou apaixonar-se a sério pelo Peter. E por isso está mais confusa do que nunca.
Agora, ela terá de aprender a estar num relacionamento que, pela primeira vez, não é a fingir. Porém, quando um outro rapaz do seu passado reaparece na sua vida, Lara percebe que também nutre por ele sentimentos mais profundos. Será possível uma rapariga estar apaixonada por dois rapazes ao mesmo tempo?
Uma história dedicada e encantadora, que nos mostra que o amor não é fácil, mas que é por isso mesmo que é tão fascinante apaixonarmo-nos. 

domingo, 27 de março de 2016

A todos os rapazes que amei - Opinião

Opinião: Li um livro num dia! UAU ! Sabem há quanto tempo isto não acontecia?? Aos séculos!!! Acho que a ultima vez que li um livro num dia... terá sido com o livro Do céu com amor, se não estou em erro. Tendo em conta que não ando a ler nada de jeito, já estão a ver a minha cara de espanto quando dei por mim ontem à noite a fechar o livro e a dizer em voz alta: Vou já ler o próximo! E foi isso que aconteceu mas já lá vamos.
Sobre este pequeno livro, conta a história de uma adolescente meio taralhouca das ideias, que gosta de escrever cartas de amor a todos os rapazes por quem se apaixona a sério. Cartas essas que obviamente nunca chegam às mãos dos destinatários; são secretas. Até ao dia em que... capuft, tudo acontece e estes rapazes têm oportunidade de ler as ditas cartas. A partir daqui desenrola-se toda uma série de eventos que vão actuar em modo bola de neve. O 2º livro, que também já comecei a ler, começa exactamente do ponto onde termina o 1º, motivo pelo qual lhe peguei logo de seguida.
Gostei muito desta leitura, não tanto pelo seu conteúdo, mas mais porque me fez ler e passar um tarde agarrada a um livro, coisa que não acontecia de todo. No entanto, e vamos direitos ao assunto; o conteúdo deste livro é igual a 0. Os capítulos são praticamente todos de 2 páginas e equivalentes a 1 dia na vida da protagonista e é totalmente cheio de todo o tipo de clichés possíveis e imaginários presentes em young adults. Basicamente é daqueles livros que fala fala fala fala, mas não diz nada. Mas, como todos os livros cujo conteúdo é 0, cumpriu a sua função. Agarrou-me.
Quanto ao 2º livro, confesso que já me está a ser um bocadinho difícil manter-me ali super agarrada a todo aquele drama. É do tipo, uma dose de miúdas aos gritos é suficiente, duas já é demais. Vamos ver onde a coisa irá parar! Entretanto espero que a vossa páscoa tenha sido maravilhosa e cheia de guloseimas. Eu consegui finalmente largar o ovo kinder, mas estava muito difícil e, espero que estejam a lidar com a mudança de horário muito melhor do que eu. Boa semana!!! 




Sinopse: «Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.

Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.

Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»

domingo, 8 de junho de 2014

Encontro com o escritor Pedro Garcia Rosado e debate

Ontem foi mais um dia de feira. Eu sei que ainda não escrevi aqui nada de nada sobre a feira, as aquisições que fiz e os passeios porque estou a guardar tudo para o fim, mas tenho de partilhar convosco o encontro de ontem com o escritor Pedro Garcia Rosado.
Foi no stand da Top Seller que eu e a Carla esperávamos pelo autor. Aos poucos foram-se juntado mais livrólicos a nós até que no fim lá chegou o autor, carregado com um saco, cheio de livros para oferecer. Trazia com ele exemplares dos livros O Clube de Macau, e A Guerra de Gil. Trouxe os dois, porque nunca li nada do autor, e estou super curiosa! Claro que depois fiquei a saber que o Clube de Macau, é o 3º numa trilogia acho eu, o que me deu vontade de bater com o livro na minha cabeça LOOL fora isso =)
Foi muito bom estar com o Pedro uns minutos à conversa. Ele é sem dúvida um excelente orador com muita coisa para dizer. Fala pelos cotovelos mas é um gosto ouvi-lo falar. Acho que era capaz de ficar horas a conversar com ele. Super simpático sempre disposto a responder ás nossas perguntas sobre os livros, sobre projectos futuros e a assinar todos os livros do mundo. 


Depois deste encontro, seguimos para o auditório principal da feira para um debate com bloggers e autores, sobre os livros na blogosfera. Foi muito interessante ver o que pensam os autores sobre o nosso "trabalho" nos blogs e a forma como os acabamos por ajudar. O Afonso Cruz foi hilariante, e o autor Pedro G.R. disse Merda o que foi brutal. Debatíamos as opiniões negativas nos blogs e o facto de serem muito raras. E foi quando o autor fez questão de dizer que se um livro é uma merda, digam que foi uma merda. Ai Pedro Pedro, como concordo contigo!!!
Enfim, foi um dia muito positivo. Adorei conhecer o Pedro, e estou ansiosa por ler os seus livros! Ohh senhores da Top Seller, não me querem oferecer um hum hum??? =) prometo que serei gentil e não direi que o livro foi uma merda!!!

P.S. : Diz que escrever a palavra "merda" várias vezes tem coisas boas. Já ganhei um livro!!! =)