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sábado, 9 de abril de 2016

P.S. Ainda te Amo - Opinião


Opinião: Terminei agora mesmo o 2º livro (de uma possível trilogia) P.S. Ainda te amo. Ainda que este livro não me tenha cativado tanto quanto o primeiro, levou, ainda assim, 4 estrelas no goodreads. As opiniões dividem-se; para algumas pessoas, este foi o seu livro preferido. Mas para a maioria, esta sequela é claramente mais fraca que a anterior. Este livro começa exactamente do ponto onde o primeiro ficou (literalmente de onde ficou) e termina de uma forma que me faz mesmo acreditar que virá por aí a continuação brevemente. Continuamos a acompanhar o drama amoroso entre a nossa protagonista, Lara Jean e o parvo do Peter. Lamento, não gosto mesmo nada do miúdo e, este arrastar de situação que o livro mostra, foi aquilo que menos gostei nesta história. Não houve grandes desenvolvimentos ou revelações. Apenas algumas situações que surgiram de repente  e que deram um novo fôlego ao livro. Honestamente, se não fosse pela dinâmica familiar que a autora criou, possivelmente não teria gostado tanto destes livros. A família da Lara é a melhor parte de toda a história. Gosto sobretudo do facto de a autora ter optado por ter um pai viúvo em vez de uma mãe. Foi um toque agradável e diferente numa história que só por si, já está cheia de todos os clichés do mundo (os adolescentes pelo menos). Se por um lado estes clichés tornam a história muitas vezes previsível, por outro trazem-nos ,a nós, mulheres mais velhas (cof cof...oh pra mim tãoo madura) uma espécie de conforto estranho. Já passamos por aquelas sensações e emoções e sabe bem reviver os nossos namoricos da época. Falo por mim, que era aquela miúda que estava sempre apaixonada por alguém, identifico-me muito com a Lara Jean. Sou uma apaixonada por o amor. 
Já leram esta sequela? De qual gostaram mais e acreditam que vai haver continuação? Ou melhor ainda... acham que faz falta um terceiro livro?
Dilemas dilemas.

P.S. - Não é de propósito que os textos aqui no blog aparecem marcados com outra cor... esta coisa parece ter vida própria! 


Sinopse: Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito atribulada, pelo menos na sua imaginação. Ela jamais imaginou que as cartas que escreveu a despedir-se dos rapazes por quem se apaixonou, mas a quem nunca teve coragem de confessar o seu amor, chegassem às mãos dos seus destinatários. E por causa disso meteu-se numa grande confusão. Para escapar à vergonha, começou um namoro a fingir com o Peter Kavinsky.
Lara nunca esperou apaixonar-se a sério pelo Peter. E por isso está mais confusa do que nunca.
Agora, ela terá de aprender a estar num relacionamento que, pela primeira vez, não é a fingir. Porém, quando um outro rapaz do seu passado reaparece na sua vida, Lara percebe que também nutre por ele sentimentos mais profundos. Será possível uma rapariga estar apaixonada por dois rapazes ao mesmo tempo?
Uma história dedicada e encantadora, que nos mostra que o amor não é fácil, mas que é por isso mesmo que é tão fascinante apaixonarmo-nos. 

domingo, 27 de março de 2016

A todos os rapazes que amei - Opinião

Opinião: Li um livro num dia! UAU ! Sabem há quanto tempo isto não acontecia?? Aos séculos!!! Acho que a ultima vez que li um livro num dia... terá sido com o livro Do céu com amor, se não estou em erro. Tendo em conta que não ando a ler nada de jeito, já estão a ver a minha cara de espanto quando dei por mim ontem à noite a fechar o livro e a dizer em voz alta: Vou já ler o próximo! E foi isso que aconteceu mas já lá vamos.
Sobre este pequeno livro, conta a história de uma adolescente meio taralhouca das ideias, que gosta de escrever cartas de amor a todos os rapazes por quem se apaixona a sério. Cartas essas que obviamente nunca chegam às mãos dos destinatários; são secretas. Até ao dia em que... capuft, tudo acontece e estes rapazes têm oportunidade de ler as ditas cartas. A partir daqui desenrola-se toda uma série de eventos que vão actuar em modo bola de neve. O 2º livro, que também já comecei a ler, começa exactamente do ponto onde termina o 1º, motivo pelo qual lhe peguei logo de seguida.
Gostei muito desta leitura, não tanto pelo seu conteúdo, mas mais porque me fez ler e passar um tarde agarrada a um livro, coisa que não acontecia de todo. No entanto, e vamos direitos ao assunto; o conteúdo deste livro é igual a 0. Os capítulos são praticamente todos de 2 páginas e equivalentes a 1 dia na vida da protagonista e é totalmente cheio de todo o tipo de clichés possíveis e imaginários presentes em young adults. Basicamente é daqueles livros que fala fala fala fala, mas não diz nada. Mas, como todos os livros cujo conteúdo é 0, cumpriu a sua função. Agarrou-me.
Quanto ao 2º livro, confesso que já me está a ser um bocadinho difícil manter-me ali super agarrada a todo aquele drama. É do tipo, uma dose de miúdas aos gritos é suficiente, duas já é demais. Vamos ver onde a coisa irá parar! Entretanto espero que a vossa páscoa tenha sido maravilhosa e cheia de guloseimas. Eu consegui finalmente largar o ovo kinder, mas estava muito difícil e, espero que estejam a lidar com a mudança de horário muito melhor do que eu. Boa semana!!! 




Sinopse: «Guardo as minhas cartas numa caixa de chapéu verde-azulada que a minha mãe me trouxe de uma loja de antiguidades da Baixa. Não são cartas de amor que alguém me enviou. Não tenho dessas. São cartas que eu escrevi. Há uma por cada rapaz que amei — cinco, ao todo.

Quando escrevo, não escondo nada. Escrevo como se ele nunca a fosse ler. Porque na verdade não vai. Exponho nessa carta todos os meus pensamentos secretos, todas as observações cautelosas, tudo o que guardei dentro de mim. Quando acabo de a escrever, fecho-a, endereço-a e depois guardo-a na minha caixa de chapéu verde-azulada.

Não são cartas de amor no sentido estrito da palavra. As minhas cartas são para quando já não quero estar apaixonada. São para despedidas. Porque, depois de escrever a minha carta, já não sou consumida por esse amor devorador. Se o amor é como uma possessão, talvez as minhas cartas sejam o meu exorcismo. As minhas cartas libertam-me. Ou pelo menos era para isso que deveriam servir.»