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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Um Amor perdido - Opinião


Opinião: Um amor perdido, é o 4º livro da autora publicado em Portugal. Li e possuo todos os livros anteriores, e adorei todos. A escrita da autora é leve e fluída, sem se tornar superficial. Todos os seus livros abordam temas que nos tocam profundamente e é por esse motivo que gosto tanto da autora. 
Neste 4º livro seguimos o mesmo registo. Acompanhamos o percurso de 4 personagens, cujas vidas, de forma inesperada, se acabam por interligar, por um objectivo em comum. Encontrar Alexandra. 
Tenho de confessar, que tinha expectativas muito elevadas relativamente a este livro. Culpa unicamente do talento da autora. Consegue sempre de forma brilhante criar enredos cativantes e com os quais, de alguma forma, nos conseguimos identificar. 
Neste caso, isso não foi tão fácil para mim. O livro aborda a perda e o amor, assuntos que de certa forma, todos entendemos. Mas também aborda o alcoolismo e a depressão, que são doenças que nem toda a gente vai compreender. E não é no sentido de compreender o que é a doença, mas sim no sentido de entender o que leva alguém a determinado estado. 
Não deixa, no entanto, de ser interessante seguir estas personagens e entender de que forma às vezes, apenas uma situação, consegue fazer desmoronar um mundo inteiro. 
Neste livro, não acompanhamos uma investigação criminal de perto, mas sim de fora, através do olhar da família e amigos, algo que nem sempre é explorado nos livros. Temos personagens todas muito diferentes e todas super interessantes. Uma delas, que não é tão principal assim, acaba por ter um sentido de humor genial, negro e sarcástico, com o qual inevitavelmente, acabei por me identificar. 
Qualquer livro de Anna McPartlin, consegue colocar um sorriso nos lábios do leitor, assim como uma lágrima no canto do olho (ou se forem como eu, rios de lágrimas). Posto isto, não posso deixar de recomendar esta leitura a qualquer pessoa que aprecie o género. 


Sinopse: A 21 de 
Junho de 2007 Alexandra Kavanagh saiu de casa, falou com a vizinha, meteu-se no comboio, chegou à estação de Dalkey e desapareceu... Tom está destroçado. Não encontra a mulher, o seu mundo desmoronou e o seu único objetivo é localizá-la. Durante dezassete anos, Jane cuidou do filho Kurt, da excêntrica irmã Elle, e da rabugenta mãe Rose. A única pessoa de que não cuida é dela própria. Elle é artista e considerada um génio. Como tal, o seu comportamento um tanto errático é tolerado. Embora a sua vida pareça perfeita, a tristeza de Elle é por vezes profunda. Leslie perdeu toda a família para o cancro. Passou vinte anos à espera de morrer, mas após uma operação radical está determinada a viver de novo. Quatro meses depois do desaparecimento de Alexandra. Tom entra num elevador com Jane, Elle e Leslie para um concerto de Jack Lukeman. Uma hora mais tarde, os quatro desconhecidos saem de lá com as suas vidas entrelaçadas para sempre.
Um Amor Perdido aborda o alcoolismo, a depressão, a negação e a dor e ainda assim irá dar por si a sorrir e até a rir.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ninguém me conhece como Tu - Opinião

Opinião: Tão bom que não consegui parar de ler!!! Ninguém me conhece como tu foi dos 3 livros que já li da autora, o melhor. Ainda que estejam todos mais ou menos ao mesmo nível, este...tocou... foi muito bom! A história de amizade entre a Eve e a Lily disse-me muito. Lembrou-me muito a minha própria história com uma grande amiga, e aquilo que se diz tantas vezes e que realmente é verdade... ainda que nem sempre se esteja por perto, ou que a relação esfrie, se a amizade for verdadeira, a pessoa está sempre lá... e é o caso.

Bom, parte muito importante. Os homens da história. Adam e Clooney... amo!!! Adorava conhecer... 
Declan... morre! Devia ter ido para a prisão e ter um final horrivel... 
Ben... que morte... que horror... era tão bom que ficassem juntos. Ah por falar em morte... quando Ben morreu , pensei que fosse ficar por ali... quando vejo que não... ai... caiu-me tudo!!!


É daqueles livros que tem daquelas frases que nos ficam a matutar. Como a da capa. Se soubesse que ia deixar este mundo mais cedo, faria tudo diferente?
Talvez... talvez não .. o que fez com que, à semelhança da Eve, eu elaborasse a minha própria lista de coisas a fazer antes de morrer. Eu sei, um bocadinho mórbido, mas hoje não é um bom dia. Então aqui fica, mas antes disso, não deixem de ler Anna McPartlin. É verdadeiramente bom!!!

Lista de coisas a fazer antes de deixar este mundo:



  • Cliché... saltar de para-quedas. Já fiz inverse jumping... foi horrível  Pode ser que saltar de para-quedas seja melhor. NOT
  • Ir a Inglaterra.
  • Conseguir ler 100 livros no desafio do Goodreads.
  • Tornar-me vegetariana.
  • Ter coragem para ir ao Factor X (ultimas audições são na 5ª feira, quem sabe).
  • Casar! Sim ajuntado... já apanhei 2 ramos... tá na hora.
  • Ver os meus filhos crescer e com sorte ser bivó!
  • Abrir o meu infantário (tenho de arranjar estratégias para aumentar a natalidade em Portugal)
  • Elaborar um plano de fuga anti-zombie (importantíssimo)  

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Actual Leitura

Actual leitura. Devo dizer que estou a adorar. Está a tornar-se aditivo  Daqueles que não se quer poisar, como aliás, têm sido todos os livros da Anna. Muito bom!!! 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sempre que dizemos Adeus - Opinião

Sinopse: Quanto maior é a mentira maior é a dor
Já teve a sensação de não pertencer à sua família, que é completamente diferente daqueles que a rodeiam? É isso que a decoradora de interiores Harri Ryan, de trinta anos, sente desde criança, apesar de ser muito chegada a George, o seu irmão gémeo, e aos carinhosos pais, Gloria e Duncan. É a segunda vez que Harri tenta casar com o seu noivo James, e a segunda vez que tem um ataque de pânico, acaba no hospital com o vestido de casamento e a festa tem de ser cancelada. Harri perdeu o amor da sua vida, mas há mais na situação do que o nervosismo de uma noiva - e desta vez ela quer a verdade. George suspeita que há algo que os pais não lhes estão a dizer. Porém, numa semana tudo será revelado e as suas vidas irão mudar para sempre.

Opinião: Após ter lido o livro Estarás sempre comigo, e de ao fim de poucas páginas estar já a chorar baba e ranho, não podia deixar passar a oportunidade de ler mais um livro desta autora. Anna Mcpartlin é mais um exemplo de autora que consegue prender o leitor do inicio ao fim =)
Sempre que dizemos adeus é uma história tão tão tão bonita! O diário da Liv conseguiu cativar-me desde o inicio assim como as peripécias de todas as personagens envolvidas na vida de Harri. Curiosamente é um daqueles livros que foi lido na altura certa. As duas últimas frases do livro, foram uma mensagem muito bonita, positiva e motivadora, para esta nova fase de vida que irei passar. Enfim... uma excelente prenda de natal para dar à mãe, à namorada, ou à amiga =)

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Wishlist


Já teve a sensação de não pertencer à sua família, que é completamente diferente daqueles que a rodeiam? É isso que a decoradora de interiores Harri Ryan, de trinta anos, sente desde criança, apesar de ser muito chegada a George, o seu irmão gémeo, e aos carinhosos pais, Gloria e Duncan. É a segunda vez que Harri tenta casar com o seu noivo James, e a segunda vez que tem um ataque de pânico, acaba no hospital com o vestido de casamento e a festa tem de ser cancelada. Harri perdeu o amor da sua vida, mas há mais na situação do que o nervosismo de uma noiva - e desta vez ela quer a verdade. George suspeita que há algo que os pais não lhes estão a dizer. Porém, numa semana tudo será revelado e as suas vidas irão mudar para sempre. 

Ora ...mais um para a minha vasta Wishlist!!! =)