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sábado, 29 de março de 2014

Os Doze (A Passagem 2) - Opinião

Opinião: Confesso que não sei por onde começar esta opinião, mas já que temos de começar por algum lado, começo por dizer que, se não leram A Passagem, leiam. Dêem uma oportunidade a este autor e a esta história, porque se são fãs de distopias, de certeza que vão gostar desta.

Bolas

Estou à mais de 10 minutos a olhar para o pc sem saber o que escrever; faltam-me as palavras para descrever as sensações que este livro me deixou. Se calhar começo por esclarecer quem ainda esteja com dúvidas. Este livro foi fantástico. 
Na minha opinião, supera em muito A Passagem. Não consigo encontrar um erro neste livro, ainda que certamente eles existam, eu não os encontrei. Bolas simplesmente não há como. Quer dizer, está tudo brilhantemente feito. A escrita, as descrições, as personagens, a evolução da história e a sua conclusão, tudo isto, muito muito bem feito. Acho que se conhecesse o sr. Cronin lhe diria que ele é um génio. 

Apetece-me despejar informações sobre o livro, como quem emborca um copo de água no deserto, mas depois estrago tudo para quem ainda não leu. Mas vá apenas um cheirinho da coisa, umas gotinhas =)
Personagens preferidas: Peter, Wolgast e Amy. Estes 3, entre outros claro, mas estes especialmente, são o exemplo vivo daquilo que o amor significa na vida das pessoas perante situações realmente trágicas. Amor, sacrifício, família, tudo em prol de um bem maior. Acho que se pode dizer isso... estas personagens são movidas a amor.
Caramba agora pensado bem nisso, acho que são todas, até os mauzões da história. Só que o amor pode tomar diferentes formas, como bem sabemos. Uma coisa linda evolui muito facilmente para ambição, medo, loucura, raiva e ódio... uhhh estou a divagar. Continuando.
Neste livro andamos para trás e para a frente, numa sucessão de acontecimentos que à partida parecem dispersos entre si, mas que no fim se encadeiam para fazerem todo o sentido do mundo. Poderia tornar-se confuso, mas o autor faz isto muito bem.
O motivo principal pelo qual preferi Os Doze à Passagem tem a ver com a escrita. Neste livro tudo foi mais brutal, mais cru, nojento em alguns momentos. Aliás, em vários momentos. Por várias alturas tive de parar de ler, e controlar-me para não vomitar, para tentar meter uma cara normal. Já referi antes, que num dos momentos em que estava a ler no metro, dei por um senhor a olhar para mim com um ar muito preocupado. A minha cara naquele momento era de puro horror. Boca entreaberta, cara franzida e olhar esbugalhado. O medo em pessoa. Coitado... fiz o meu melhor para disfarçar, mas foi difícil. 

Bom, continuando, Editorial Presença (agora vem a parte da graxa), vocês são muito bons! Obrigada, e isto é sincero, por publicarem um autor como este. Já ouvi dizer que o próximo volume só sai em 2015, eu nem quero acreditar que tenha de esperar tanto tempo para ler o desfecho desta história. Que massacre!!!
Enfim, fica aqui a opinião, muito rebuscada, porque efectivamente estou a ter muitas dificuldades em escrever sem me desbroncar toda sobre a história. Se gostam de distopias e vampiros, mas vampiros à moda antiga, que matam, desmembram e bebem sangue, ao invés dos que brilham e encantam, este livro é para vocês! 


Sinopse: Os Doze é a sequela de A Passagem, um bestseller internacional que nos dá a conhecer um mundo transformado num pesadelo infernal por uma experiência governamental que não correu como previsto. No presente, à medida que o apocalipse provocado pela mão humana se vai intensificando, três personagens tentam sobreviver no meio do caos. Lila, uma médica e futura mãe; Kittridge, que se viu obrigado a fugir do seu baluarte com poucos recursos; e April, uma adolescente que se esforça por manter em segurança o irmão mais novo num cenário de morte e destruição. Mas, embora ainda não o saibam, nenhum dos três foi completamente abandonado...
A uma distância de 100 anos do futuro, Amy e os outros sobreviventes continuam a lutar pela salvação da humanidade... sem se aperceberem de que as regras foram alteradas. O inimigo evoluiu, e surgiu uma nova ordem negra com uma perspetiva do futuro infinitamente mais terrífica do que a da própria extinção humana.

domingo, 2 de março de 2014

A Passagem II - Opinião


Opinião: Heis o que não compreendo. Como é que eu deixe este livro na prateleira tanto tempo??? Enfim... ainda bem que decidi pegar-lhe.


Este 2º volume de A Passagem, é tão bom, tão melhor que o 1º! Vale bem a pena.
Sou uma fanática por histórias deste género, ou seja, que metam zombies pelo meio, ou algo semelhante. E esta, é das melhores histórias do género que já li. 
A atenção aos detalhes é impressionante, e o leitor sente-se realmente a caminhar lado a lado às personagens. Já para não falar do facto de a escrita ser extremamente cativante, tornando-se um livro fácil de ler, mas sem ser por isso, vazio e superficial. Dá para entender? Senti-me tão conectada com as personagens, que é fácil gostar delas, sentir o que elas sentem, e assim, ser transportada para aquele mundo! 

Escusado será dizer, que a minha próxima leitura será Os Doze, o 2º livro desta história. Mal posso esperar para saber o que acontece ao Peter, e companhia!!! E com isto li mais um livro da pilha obrigatória para este ano. Yupii!

E por aí? Já alguém leu esta trilogia, e tem opiniões para partilhar?


Sinopse: Neste segundo volume a humanidade vive uma era de trevas em que a sobrevivência dita as leis, não só em função dos ataques dos mutantes virais, mas em relação a quase tudo. Passaram entretanto noventa anos sobre a catástrofe e a Vagante, como muitos lhe chamam, regressa de uma longa e solitária jornada de décadas. Como numa viagem iniciática, durante essa obscura deriva ganhou forma dentro dela o terrível conhecimento de que ela é a Única que tem o poder de salvar o mundo destruído por aquele pesadelo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A Passagem - Opinião


Sinopse: A Passagem é o primeiro livro de uma grandiosa epopeia pós-apocalíptica. Uma experiência científica a que o exército dos Estados Unidos submete vários homens e uma menina, para os tornar invencíveis, resulta numa catástrofe cujos efeitos têm consequências inimagináveis. Os homens submetidos àquela experiência tornam-se detentores de extraordinários poderes, mas são monstros assassinos sedentos de sangue. Neste primeiro volume do livro acompanhamos a sangrenta destruição que se segue à invasão dos mutantes, bem como a penosa reorganização dos sobreviventes em pequenas comunidades precárias, onde a gestão dos escassos recursos é uma prioridade. Neste cenário de devastação instala-se uma dinâmica que vai modificando as personagens e as relações que se estabelecem entre elas.


Algo está para acontecer.


Opinião: Já me tinham dito que não me ia desiludir com este livro. Era daqueles livros que quando o via nas livrarias me chamava sempre a atenção, e graças ao aniversário da Editorial presença, acabei por o adquirir. Não me desiludi mesmo!

Esta história está entre as melhores que já li, porque é tudo muito bom. A escrita, as personagens, o ambiente pós-apocalíptico, tudo! Tudo neste livro foi bem pensado e estruturado. 
A forma como termina, faz-me ansiar por mais, por ter já a continuação em mãos. Infelizmente prometi que não ia comprar livros enquanto não reduzir (ou seja terminar mesmo) a pilha de livros que tenho por ler. Porque mal o faça irei certamente adquirir o 2º volume desta história. Dá para perceber que vão acontecer coisas muito boas, e estou muito curiosa para conhecer novas personagens, para acompanhar o desenvolvimento da Amy, e dos próprios "vampiros". A história é tão boa tão boa, que a certa altura, até tive pena dos monstros, veja-se bem =D


Não gosto da capa. É curioso que dos vários livros que tenho da Editorial Presença, é rara a capa que gosto. Será problema meu? 

Gosto bem mais desta por exemplo. Enfim. 
Opinião geral, e simplória, gostei!