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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada - Opinião

Opinião: Durante muito tempo recusei-me a ler este livro e continuo a ter uma opinião sobre ele e a sua necessidade, muito vincadas. 
O mundo Potter tem sido durante anos, explorado até ao limite e, não me parece que tão cedo a loucura vá acalmar. Cada vez mais me parece que o universo Potteriano poderá ficar para a história, um bocadinho à semelhança da Guerra das Estrelas. Claro que para quem é fã, isto é fantástico e queremos sempre mais. Mas, e sei que não falo só por mim, queremos sempre mais e melhor, sempre com qualidade. Queremos aquilo que queremos e não migalhas que nos enganem o estômago. É isto que este livro representa para mim. Apesar de ter gostado muito da história apresentada, do desenvolvimento e desfecho (não esquecendo nunca que se trata de um guião de peça de teatro) este livro serve para enganar o estômago. Serve para calar bocas durante algum tempo.
Afinal de contas já lá vão alguns anos desde que o ultimo livro da saga saiu. Todo o fã queria e chorava por uma continuação. Talvez não imediata, mas dali a uns bons anos. Quando se houve falar deste livro fica toda a gente em alvoroço e depois vai-se a ver e é apenas um guião. Não chega, não é suficiente. A história apresentada é gira e divertida, cheia de momentos tensos e com algumas surpresas e revelações que sei que vão ao encontro daquilo que os fãs queriam. Mas bolas, seria tão bom ler esta mesma ideia num livro composto, com pés e cabeça, com capítulos em vez de actos e cenas. Teria sido tão mais bom pegar nesta ideia e trabalhar a coisa a sério. Fiquei desiludida. Contente e de coração meio cheio por poder voltar a este universo, mas triste por ser apenas aquilo.
Está prestes a sair mais um filme relacionado com a saga, desta vez sobre os monstros fantásticos. E não é que a coisa vai ser transformada num livro que não existe? Isto faz algum sentido? Porque é que se estica tanto a corda a estas cenas e quando é que isto irá abrandar? Quando é que já chega? Adiante...sobre o livro, adorei o Scorpius. Foi a minha personagem preferida desde o começo da peça. Todas as outras continuam iguais e mesmo as novas personagens, como os filhos do Harry, são muito cócos, tal como os imaginava. O Harry continua parvo... o que dizer mais.
Fez-se justiça pelos Slytherin e mais não digo. 

sábado, 5 de março de 2016

Novidades novidades, é no Continenteeee

Nahhh ... podia ser, mas hoje as novidades são da Editorial Presença. Aqui fica um exemplo daquilo que nos está reservado para este mês. 


Confesso que, e como não podia deixar de ser, há aqui dois meninos que me interessam e muito. No entanto, e como não ando a ler rigorosamente nada, não me parece que vá cometer loucuras livrólicas este mês. Destes meninos estou particularmente interessada no livro do Ken Follett. Fico sempre interessada neste autor sempre que vejo livros novos. Mas nunca li nada dele e não saberia por onde começar.
O segundo fofo que me seduz, é o livro Uma Chama entre Cinzas. Quero tanto este livro, mas tanto, que nem sei... 
Quem sabe não seja livro do dia durante a feira e consiga algum tipo de desconto. Por enquanto nenhum deles é prioritário. 
Sentem-se tentados? =) 

domingo, 8 de novembro de 2015

Os Contos de Beedle, o Bardo - Opinião


Agora que estou finalmente a começar a sentir-me em casa na minha casa nova e, que algumas coisas estão finalmente no seu devido lugar (ainda faltam muitas), está na altura de começar a meter as opiniões em dia aqui pelo blog. E são muitas acreditem. Tenho cerca de 6 opiniões em atraso para vos mostrar e todas de livros que, no geral, gostei muito.
Hoje trago-vos a opinião do livro Os Contos de Beedle o Bardo, de J.K. Rowling. Foi a primeira leitura feita no âmbito do projecto Boohoo, aproposito do Dia das Bruxas.

A verdade é que não tenho muito a dizer sobre o livro. Podia estar aqui a alongar-me acerca de cada conto e do que cada história trata, mas a verdade é que seria uma grande perda de tempo, apenas para no final dizer que dei 3 estrelas a este livro e que em suma, me desiludiu. Os Contos de Beedle o Bardo, era o único livro do universo Harry Potter que me faltava ler. Já falei sobre isto inúmeras vezes, mas eu sofro de um qualquer mal que ainda não foi correctamente diagnosticado, que tem a ver com o facto de eu detestar finais, conclusões, coisas definitivas. Raramente vejo, por exemplo, o ultimo episódio de uma novela ou série que goste muito, precisamente por a minha cabeça oca, preferir imaginar aquelas personagens todas felizes para sempre e coiso. Motivo pelo qual, apesar de ter obviamente concluído a saga Potter, nunca peguei neste livro. Passei anos a dizer que o tinha de comprar e no entanto, nunca o fiz. Não era pelo valor, não podia ser... afinal de contas o livro ronda o quê, os 7 euros? Compro tantos livros, porque não este também? Pois... porque eu não queria encerrar o ciclo Potter. E para verem bem como a coisa é, eu não comprei este livro... foi-me dado pela Jojo, amiga e companheira de projecto. Caso contrário o mais provável era que, até agora eu não o tivesse lido! 
Agora sobre o livro em si, como toda a gente sabe (ou assim deduzo eu) este livro contém uma série de contos infantis do universo mágico, que nos remetem imediatamente para o mundo Potter. Nesse sentido, foi tão bom tornar a sentir aquela atmosfera mágica de que tanto gostamos... enquanto lia, a única coisa de que me lembrava era do Ron a perguntar aos seus amigos como era possível que não conhecessem estas histórias infantis? Se tiverem lido os livros ou visto os filmes, certamente se lembram desta referência.
Sobre os contos, nada a apontar. São todos bons e é claro que gostei mais de uns do que outros, mas no geral são todos muito agradáveis e educativos. Apresentam-nos todos uma moral da história, tal como qualquer conto muggle. Mas o que me fez dar uma nota mais baixa ao livro, foram as anotações de Albus Dumbledore. Por vezes desnecessárias, demasiado longas e com quebras entre páginas que tornaram a sua leitura muito mais difícil do que o necessário. O Dumbledore nunca foi uma das minhas personagens preferidas... sempre o vi um bocado como um grande hipócrita...e sempre me questionei acerca das suas verdadeiras intenções, pelo que, ler as suas anotações não foi propriamente a cereja no topo do bolo.
Lá está, no geral gostei do livro, mas o que eu queria mesmo mesmo, era poder voltar a este universo com as personagens que tanto adoramos... Potter e amigos. Enfim, quem sabe um dia a senhora J.K. Rowling não decida fazer-nos o gostinho e levar-nos de volta a Hogwarts.



terça-feira, 28 de julho de 2015

O Voo da Cotovia - Opinião

Opinião: Mais uma leitura concluída para o projecto KidsRus que, aproveito já para dizer... podia estar a correr melhor visto que ainda tenho 4 livros que gostava de ler para o mesmo. Mas vamos manter-nos positivos, que o que realmente importa é que até agora, as leituras estão a ser muito agradáveis. 
O Voo da Cotovia, foi salvo erro, prenda de anos da Cata (ou terá sido de Natal?). Também ela e a Jojo leram o livro e acho que as nossas opiniões são todas muito diferentes. Mesmo entre mim e a Jojo que gostámos mais do que a Cata, houve diferenças, portanto vamos lá "analisar" a coisa =)
Neste livro acompanhamos uma menina de 10 anos que sofre de Asperger. Até aqui "tudo bem" não fosse pelo facto de aquele que era o seu melhor amigo e suporte no mundo, ter morrido. O seu irmão mais velho morre de forma repentina e inesperada e é desta forma que acompanhamos o processo de luto e recuperação desta menina e também do seu pai. Não há muito a dizer sobre a história em si. É linda pela sua simplicidade. Sempre que uma história é contada do ponto de vista de uma criança ganha toda uma tonalidade diferente (pelo menos para mim). É como se de alguma forma me conseguisse conectar melhor com as personagens do que se fossem adultos. Eu sei... mega estranho. Acompanhamos o dia a dia de uma criança com Asperger, que tenta a todo o custo adaptar-se a uma nova realidade sem o irmão, mas também a compreender o mundo que a rodeia.
Considero que a autora fez um excelente trabalho no relatar ao leitor aquelas que são as dificuldade de uma criança com Asperger. Claro que o facto da mesma conviver diariamente com a doença ajuda. Poderia ser apenas mais uma história sobre resiliência mas quando chegamos ao final do livro, temos uma breve explicação do porquê daquela história e aí, nesse momento, tudo fez clique na minha cabeça. 

Ao ler esta história não pude deixar de a comparar ao Wonder. Pelo facto de serem ambos contados por crianças, mas especialmente pelo abuso a que ambas são sujeitas na escola. E se na altura fiquei muito sensibilizada com a história do Auggi, não posso deixar de referir que a história da Caitlin é mil vezes mais tocante. As situações são diferentes é verdade, e ambas complicadas, mas mais para um do que para outro. Limitações a nível físico são uma coisa... a nível cognitivo ou comportamental, é outra completamente diferente. Um vai ter sempre mais oportunidades na vida comparativamente ao outro e enfim... é isto... a discriminação vai estar sempre lá. Resumindo, que mundo de caca onde se julga pela aparência e pelo que nos sai da boca.
Recomendo vivamente a leitura deste livro, não só a qualquer profissional de educação ou saúde, mas também a qualquer pessoa que sinta, que precisa de perder um bocadinho o preconceito que tem para com certas pessoas. 



Sinopse: Caitlin é uma menina de dez anos muito especial. Por sofrer da síndrome de Asperger, tudo o que não seja a preto e branco é-lhe confuso. Dantes, quando as coisas se tornavam confusas, Caitlin podia contar com a ajuda do irmão mais velho, Devon. Mas Devon morreu e o pai está tão perturbado que não lhe consegue estender a mão.


É então que um dia Caitlin ouve a expressão «fazer o luto» e percebe que é exatamente aquilo de que precisa. Mas, para consegui-lo, terá de descobrir que o mundo está na realidade cheio de cores – estranhas e belas. 

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Divulgação* Estou ligeiramente histérica!!!

Este livro fulgurante da aclamada e premiada autora, Jandy Nelson, deixará o leitor sem fôlego, com lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios… tudo ao mesmo tempo.


Sinopse: Jude e o seu irmão gémeo Noah são inseparáveis. Aos 13 anos, Noah é um jovem tímido e solitário que adora desenhar. Jude, pelo contrário, é extrovertida, tagarela e sociável. Três anos mais tarde, tudo se altera. Jude e Noah mal falam um com o outro. Um trágico acontecimento afetou os gémeos de forma dramática… Até que Jude conhece Guillermo Garcia na Escola das Artes, um escultor ousado e bem-parecido que vai ter um papel determinante na vida dos irmãos. O que os gémeos não sabem é que cada um deles conhece somente metade da história das suas vidas e, se conseguirem reaproximar-se, terão a oportunidade de reconstruir o seu mundo. 



Eu Dou-te o Sol foi considerado um dos Dez Melhores Livros para Jovens Adultos de 2014 segundo a revista Time.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Endgame * A Chamada - Opinião

Opinião: Ora aqui está um livro que me agarrou e me surpreendeu pela positiva!
Demorou a ser lido, é verdade. Se bem se lembram comecei a leitura de Endgame em Janeiro, penso eu, e parei. O inicio não me cativou, e depois, foram-se metendo pelo meio outras leituras que me prenderam logo. Mas é apenas uma questão de passar as primeiras 50 páginas que depois o livro lê-se que é uma maravilha!
Endagme é um livro de ficção cientifica não distópico. Sim. É importante realçar que o livro não é uma distopia, pois curiosamente muita gente (que inclusive o leu) insiste que é.  É um livro que tem claramente parecenças com os Jogos da Fome, mas que se passa nos dias de hoje e não num mundo diferente daquele que conhecemos. Por ter semelhanças não quer dizer que seja o mesmo e portanto, vamos já empurrar para fora da mesa a cartada "distopia" porque não faz cá falta.
Endgame conta-nos a história da formação do nosso mundo tal como o conhecemos. Comecem já a meter de parte tudo aquilo que sabem sobre o tema e preparem-se para a teoria que este livro (a brincar a brincar) nos apresenta: A ideia de que o mundo como o conhecemos foi criado por seres alienígenas; acreditem que não é de todo descabido, especialmente depois de lermos sobre alguns monumentos espalhados pelo planeta fora. Estes seres deram-nos as ferramentas e os conhecimentos necessários para evoluir...mas tudo tem um senão. No momento em que os mesmos achassem que nós humanos estávamos a levar o planeta à extinção, teriam de intervir e começaria Endgame. Originalmente temos 12 linhagens, 12 povos principais a partir dos quais tudo se desenvolveu. Desde a sua criação que cada linhagem treinava um jovem entre os 13 e os 18 anos que teria de estar pronto para entrar em combate a qualquer momento. Não se trata de um simples combate pela sobrevivência de apenas um, mas de um combate que vai garantir a sobrevivência de toda uma linhagem que tem como beneficio poder continuar a viver naquele que será o planeta Terra depois do Apocalipse.
Tendo como premissa isto que acabaram de ler, preparem-se que este livro está brutal. Eu gostei muito por vários motivos. Não só o tema me agrada como o mesmo é bem exposto e apresentado no livro. Depois a escrita cinematográfica dos autores está fantástica. Este livro vai dar um filme brutal sem qualquer dúvida! Todo ele está escrito de uma forma que nos faz visualizar um autêntico filme na cabeça! Os capítulos alternam entre Jogadores. Não temos claramente uma personagem principal, mas 12. Se para alguns este aspecto faz com que não nos liguemos realmente a ninguém, para mim faz precisamente o contrário. Ficamos a conhecer mais sobre cada jogador e ao fim de umas quantas páginas já temos os nossos preferidos.
Gostei bastante da forma como o desafio lhes é apresentado, como se ficam a conhecer e do banho de sangue que acontece logo a seguir. Todo o livro é repleto de acção sem ter um único momento morto ao longo de toda a narrativa! E o final! Foi verdadeiramente surpreendente! Acabou por ganhar o primeiro desafio quem eu achava (e nesse aspecto foi previsível) mas morreu a minha personagem preferida, e isso, eu não antecipei...
Temos 12 Jogadores treinados como se fossem autênticos agentes de uma qualquer unidade macaca americana tipo CIA, que mais parecem saídos de um filme tipo Kill Bill. São todos super diferentes uns dos outros, e absolutamente letais! 

Tem havido alguma polémica em torno do publico alvo deste livro. Diz que ele está classificado como sendo Juvenil. Se assim for, que grande erro. De juvenil este livro não tem nada, e não é de todo adequado a miúdos. É um livro de ficção cientifica young adult completamente violento, gráfico e com algum conteúdo sexual. Não o recomendaria para jovens leitores.
Quanto ao desafio presente no livro... para quem não sabe a par com a leitura, o leitor é convidado a desvendar o seu próprio Endgame. São-nos dadas montanhas de pistas que nos levam para tudo quanto é site na internet. Esqueçam... a não ser que sejam mega génios não acho que esteja ao alcance da maioria da populaça mundial =)
Enfim... eu adorei e espero ansiosamente pela continuação. Nos Estados Unidos penso que sai por volta de Outubro... por cá talvez só para o ano. Sem dúvida uma trilogia para acompanhar! 


Sinopse: Terra. Agora. Hoje. Amanhã. O Endgame é real. O Endgame já começou. O futuro ainda está por escrever. O que for será.» Lê o livro. Descobre as pistas. Resolve o puzzle. Só um pode ganhar.
Eles chegaram à Terra há 12 mil anos. Vieram dos céus e criaram a humanidade. Quando se foram embora deixaram um aviso: um dia iriam voltar... E quando voltassem, teria início o grande jogo, o Endgame. Ao longo de dez mil anos, as doze linhagens originais existiram em segredo, mantendo sempre, cada uma delas, um jogador preparado para entrar em ação a qualquer momento. Agora que eles voltaram, os doze jovens jogadores estão a postos para entrarem no grande jogo que decidirá o futuro do planeta e da humanidade. Mas só um pode vencer: quem encontrar primeiro as três chaves escondidas algures na Terra. E é sobre a busca da primeira chave que se centra este primeiro livro da série.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Editorial Presença - Divulgação Livro Infantis * Fevereiro 2015


Consegues Imitar? MUU! MUU!
Com abas muito resistentes para levantar e ilustrações originais, este é um livro divertido e perfeito para as crianças aprenderem os sons dos animais.

Consegues imitar? Muu! Muu! foi especialmente concebido para crianças que estão a aprender a falar.

7,20 € 6,48 €
Editora: Jacarandá
Data 1ª Edição: 03/02/2015
Nº de Páginas: 12
Dimensões: 190x185mm




Consegues Imitar? GRRR! GRRR
Com abas muito resistentes para levantar e ilustrações originais, este é um livro divertido e perfeito para as crianças aprenderem os sons dos animais.

Consegues imitar? Grrr! Grrr! foi especialmente concebido para crianças que estão a aprender a falar. 

7,20 € 6,48 €
Editora: Jacarandá
Data 1ª Edição: 03/02/2015
Nº de Páginas: 12
Dimensões: 190x185mm


Adoro-te, Pai!
Ninguém ao acordar bate o Pai a bocejar.
Nenhuns braços fazem tão bem um avião, nenhum joelho um trampolim tão-tão-balalão.

Na verdade, é simples.

Não há ninguém como o Pai!

Com amor em cada página, Adoro-te, Pai é um livro afetivo, com ilustrações ternurentas, perfeito para os mais pequenos e para toda a família.


10,90 € 9,81 €
Editora: Jacarandá
Data 1ª Edição: 03/02/2015
Nº de Páginas: 32
Dimensões: 260x260mm



Os Meus Disparates Preferidos
Um livro divertido, humorístico, para ler e reler. As crianças são confrontadas com disparates que no reino animal fazem sentido. Com gargalhadas garantidas, Os Meus Disparates Preferidos vai certamente tornar-se o favorito das crianças a partir dos 2 anos.
9,90 € 8,91 €
Coleção: Diversos
Nº na Coleção: 276
Nº de Páginas: 32 Dimensões: 250x180mm

sábado, 21 de fevereiro de 2015

O Miniaturista - Opinião

Opinião: Antes de mais quero agradecer a todos vocês desse lado, pelas mensagens de apoio, pelos comentários e pelo carinho que me têm dado. Sério, tentando fugir um bocadinho aos clichés, são vocês que me fazem ter vontade de escrever e de ler até. Muito obrigada mesmo! Quero também aproveitar para agradecer à pessoa fantástica que está desse lado a ler, e que decidiu oferecer-me este livro, apenas porque eu o queria muito! Obrigada! Vocês literalmente, estragam-me com mimos!
Tudo isto é importante para esta opinião, pois quem me deu esta maravilha, já tinha lido o livro em inglês e adorado! É um dos seus livros preferidos e um dos motivos pelo quais me quis oferecer o mesmo. Partilhar com outros boas leituras!
No entanto, e apesar das excelentes recomendações, nada, mas nada me preparou para aquilo que li. O Miniaturista é um dos melhores livros que alguma vez já li e revela uma mestria que poucos escritores têm.
Esta história passa-se em Amesterdão durante o ano de 1686 (penso eu) e conta-nos a história de Nella Oortman. Após o seu casamento Nella muda-se para a cidade e para a casa do seu noivo Johannes. E toda a sua vida muda de um momento para o outro. As coisas não correm de todo como Nella esperava que corressem e é numa de muitas situações constrangedoras que o seu marido lhe oferece um presente de casamento. Uma casa de bonecas que é no fundo, uma pequena réplica da sua própria casa. A partir daí, a nossa personagem principal faz uma encomenda de algumas peças para a sua casa e tudo muda.
O Miniaturista é um romance arrebatador e negro que nos conta uma história de segredos e de amor, envolta em muito mistério e suspense! É simplesmente brilhante! Incrivelmente bem escrito é um livro que se devora de uma assentada só. A leitura deste livro é toda uma experiência sensorial; desde as descrições de Amesterdão, às roupas, à mobília e à comida, tudo nele nos prende e nos cativa. A construção das personagens está tão bem feita, que a meio do livro conseguimos já criar laços com esta família, e é isto que nos faz virar páginas.
Não será talvez um livro para todos os leitores. É definitivamente uma leitura para adultos e que requer alguma maturidade para o compreender e adorar. Para a semana irei fazer video de opinião sobre este livro. Há tanta coisa para dizer!
O Miniaturista, tornou-se sem dúvida, um dos melhores livros que já li em toda a minha vida.

Sinopse: Num dia de outono de 1686, a jovem Nella Oortman, recém-casada com um próspero mercador de Amesterdão, Johannes Brandt, chega à cidade na expetativa da vida esplendorosa que este casamento auspicioso lhe promete. Mas, entre a amabilidade distante do marido e a presença repressiva da cunhada, Nella sente-se sufocar na sua nova existência. Até que um dia, Johannes lhe oferece uma réplica perfeita, em miniatura, da casa onde vivem. Nella encomenda então a um miniaturista algumas peças para ornamentar a casa. Mas algo de surpreendente acontece: novas encomendas de miniaturas continuam a chegar sem terem sido solicitadas, como presságios silenciosos de futuras tragédias. Um romance de estreia magnífico, sobre amor e traição, que evoca com grande sensualidade a atmosfera da Amesterdão do século XVII.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Passatempo de Carnaval - O Amuleto de Samarcanda

Eu sei, eu sou do contra. Enquanto a maioria dos blogs está a oferecer livros para comemorar o dia dos namorados, aqui a menina que não gosta de romances lamechas está a oferecer um livro de fantasia para celebrar o Carnaval. Não que goste muito do Carnaval mas pronto =)

As regras de participação no passatempo são as do costume :

1. Apenas é permitida uma participação por pessoa
2. O envio do prémio será feito por mim em correio registado, para que não haja acidentes.
3. O vencedor será escolhido através do Random org.
4. O vencedor será publicado no blog e contactado para o email que referir no questionário. 
5. O passatempo é válido de 13 de Fevereiro a 28 de Fevereiro de 2015 até às 23.59.
6. Apenas serão aceites participações com moradas de envio em Portugal Continental e Ilhas.
7. É obrigatório ser seguidor público do blog e fazer partilha pública do passatempo numa rede social à escolha. 

Boa sorte a todos e aproveitam a data para sacudir o esqueleto ao som de um sambinha, sempre se queima umas calorias =)
Ajuda às respostas aqui :
http://www.presenca.pt/livro/ficcao-e-literatura/romance-fantastico/o-amuleto-de-samarcanda/?search_word=o%20amuleto%20de%20samarcadia

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

domingo, 11 de janeiro de 2015

Novidades Editorial Presença | Janeiro 2015

São muitas as novidades que a Editorial Presença vai lançar durante este mês. Mas esta, é a que mais me chama a atenção, e aquela que de facto, vem cá para casa.
O 2º volume dos policiais de Robert Galbraith!
Li o 1º, Quando o Cuco Chama, e adorei! Acho que por esta altura já não é surpresa para ninguém, que Robert Galbraith é na realidade a nossa querida J.K. Rowling. Também não é novidade para ninguém, ou se é, pronto... =) que não gostei mesmo nada do livro Morte Súbita. A diferença na escrita é tão grande entre estes dois livros, que parecem ter sido escritos realmente por pessoas diferentes!
Mal posso esperar por mergulhar nestas páginas e voltar a re-encontrar o detective Cormoran e a Robin (sim não me esqueci da Robin hihihi).
E desse lado? Temos fãs deste detective tão peculiar ou nem por isso? Sou só eu que estou histérica? =)

Sinopse: 
Quando o escritor Owen Quine desaparece, a sua mulher contrata os serviços do detetive privado Cormoran Strike. De início pensa que o marido se ausentou por uns dias - como já acontecera anteriormente - e recorre a Strike para o encontrar e trazer de volta a casa. No decorrer da investigação, torna-se claro que o desaparecimento do escritor esconde algo mais. Quine tinha acabado de escrever um romance onde caracterizava de forma perversa quase todas as pessoas que conhecia. Se o livro fosse publicado iria certamente arruinar algumas vidas - pelo que haveria várias pessoas interessadas em silenciá-lo. E quando Quine é encontrado, brutalmente assassinado em circunstâncias estranhas, começa uma corrida contra o tempo para tentar perceber a motivação do cruel assassino, um assassino diferente de todos aqueles com quem Strike se tinha cruzado...
Um policial de leitura compulsiva com um enredo que não dá tréguas ao leitor, O Bicho-da-Seda é o segundo livro desta aclamada série protagonizada por Cormoran Strike e pela sua jovem e determinada assistente Robin Ellacott.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A Menina que fazia Nevar - Opinião

Opinião: Deixei passar um dia antes de fazer esta opinião. Por norma escrevo sempre de cabeça quente. Mas por vezes, há livros que nos forçam a algumas horas de reflexão. Este é um desses livros. E por esse motivo, peço desde já desculpas pelo rumo que esta opinião possa tomar, pois regra geral, quando gosto muito de um livro, as opiniões tendem a tornar-se confusas.
Começo como sempre; pela classificação que lhe atribuí no goodreads. 5 estrelas. 5 estrelas dadas a quente, mas que ainda assim, e após alguma reflexão, se mantêm. Em primeiro lugar, finalmente um livro que me deu gozo ler e que me tirou da maré de livros 2 estrelas. Em segundo lugar, que livro!
A menina que fazia nevar  conta-nos a história da pequena Judith. A Judith tem apenas 10 anos e é criada pelo pai. Cresceu no seio de uma educação religiosa muito premente e portanto, vive o mundo de forma totalmente diferente de quem a rodeia. Nomeadamente, dos seus colegas de escola. Ela é vítima de bullying. E não estou a falar de um simples gozo por este ou por aquele motivo. Estou a falar de uma perseguição constante por parte dos colegas, pelo facto de ser "diferente".
Ao longo do livro assistimos à forma como a religião afecta a vida da Judith e de quem a rodeia, especialmente o seu pai. Acompanhamos esta menina nas suas descobertas e crescimentos, assim como assistimos à criação de um mundo em miniatura no seu quarto. O livro tem uma mensagem absolutamente linda e que faz realmente sentido. Não só nesta quadra, mas no fundo, para a vida.
A menina que fazia nevar, é o primeiro livro escrito pela autora Grace McCleen. E que estreia. É absolutamente fenomenal!
É um livro que pelo seu tema poderá não agradar a todos. A religião é, na sua essência algo muito pessoal e que dirá sempre algo de diferente a quem a seguir. No meu caso pessoal, posso dizer-vos que parti para a leitura deste livro com uma ideia completamente errada daquilo que ele seria. Pensei sinceramente que se trataria de uma leitura com uma componente espiritual muito forte e que fosse passar aquela tradicional mensagem de "natal". Do sermos uns para os outros, de estarmos mais presentes, esse tipo de coisa. O livro tem isto tudo e muito mais. Acho que foi o primeiro livro que li, que aborda estas questões de forma não estereotipada. É muito fácil cairmos em clichés com livros deste género e felizmente isso não aconteceu.
O livro transmite-nos uma mensagem de fé tão bonita e tão positiva, que até eu que não tenho religião me senti super tocada. E perto do final temos um twist que me deixou a chorar copiosamente. Gostava realmente de poder falar com alguém sobre o livro pois tenho algumas teorias sobre o mesmo, que não posso partilhar para não vos estragar a história. Apenas vos posso dizer, que este livro é perfeito para ler nesta quadra!
A escrita da autora é fluída e profunda! Recomendo, mil vezes recomendo!!!

Sinopse: Judith McPherson é uma menina de dez anos que vive com o pai numa pequena cidade do Reino Unido. Mas entre o bullying a que é sujeita na escola e a relação distante que o pai, um homem de grande fervor religioso, tem com ela, os seus dias são bastante solitários e sombrios. É no mundo em miniatura que construiu no seu quarto que consegue encontrar algum consolo. Chama-lhe a Terra de Leite e Mel e construiu-o sobre os alicerces da fé e do encantamento. A Menina Que Fazia Nevar é uma reflexão perspicaz sobre a natureza poderosa da fé e o perigo dos fundamentalismos religiosos, e um hino à força da imaginação e do amor.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Harry Potter e o Cálice de Fogo - Opinião

Com alguns dias de atraso, mas ainda é válido, aqui fica a opinião do 4º livro da melhor série do mundo!
Este 4º livro, é para mim, um dos melhores. Não o meu favorito, de todo, mas um dos melhores sem dúvida. Culpa de duas coisas que se passam neste livro. O campeonato de Quidditch e o Torneio dos 3 feiticeiros. Ambos incrivelmente bem construídos pela autora. Nunca tenho muitas criticas a fazer a esta série, mas aos filmes, isso é outra história. A adaptação de o cálice de fogo, é na minha opinião, a pior de toda a série. São tantas coisas mas tantas que... não me façam começar. Aqui fica o video de opinião!

domingo, 3 de agosto de 2014

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban - Opinião

Opinião: Terminado mais um livro de Harry Potter e ohhh deus preparem-se... é que... apesar de eu adorar este livro, o seu filme... e eu... temos muitos muitos problemas ... uh ainda pensei em escrevê-los ali, mas confesso que para além da preguiça que me está a dar agora, receio que não ia conseguir colocar em palavras tudo aquilo que sinto com este filme... sendo assim, partilho com vocês o video de opinião que fiz, sobre o livro e filme, para o Potter Mania.
Já comecei o 4º livro e estou um bocadinho atrasada em leituras, vou tentar nos dias de férias que tenho pela frente actualizar tudo o que tenho ainda por ler, e dar seguimento a este projecto que está a ser fantástico!
Espero que gostem... ou talvez não vão gostar LOOL deixem opinião!

Sinopse: Daquela vez Harry Potter não conseguira conter-se. Quebrara uma das regras principais de Hogwarts - não exercer técnicas de feitiçaria fora dos muros da escola. Mas aquela detestável Tia Marge merecia permanecer umas boas horas suspensa no tecto da sala dos Dursleys, inchada como um balão. Além disso já faltavam poucos dias para recomeçar as aulas. Mas o seu terceiro ano não irá ser fácil. Da prisão de Azkaban fugira o feroz Sirus Black, um dos mais fieis seguidores do assustador Lord Voldemort para o que Harry Potter continuava a ser o alvo favorito. O pior é que o herói de J. K. Rowling começa a suspeitar da existência de um traidor entre os seus próprios amigos... O regresso da personagem fantástica que está a conquistar leitores em todo o mundo numa aventura que te enfeitiçará até à última página.

sábado, 26 de julho de 2014

Potter Mania - H.P. e a Pedra Filosofal & H.P. e a Câmara dos Segredos - Opinião

Opinião: Ai ai Potter Mania, aquilo que tu me fazes reler.
Bem, aos dias que ando para publicar as opiniões dos dois primeiros livros de Harry Potter, que todos sabem que são, a pedra filosofal, e, a câmara dos segredos.
Não é segredo para ninguém, a esta altura do campeonato, que sou completamente aficionada por esta série. Não sei ao certo quantas vezes reli todos os livros. Houve uma altura em que eu ainda mantinha registo disso... à 7ª vez deixei de contar, e por isso perdi-me. Mas sei que foi certamente mais que 10 vezes (bem mais). E se vos disser que nunca me farto, acreditam em mim? É o meu conforto. São os livros que preciso mesmo de ler quando me sinto em baixo. Harry Potter para mim, completam-me, conforta-me, faz-me feliz.


Vou deixar-vos os vídeos que fiz de opinião sobre os livros e os filmes, porque na realidade não tenho muito mais a acrescentar. Lá explico o que gosto mais nos livros e o que gostei ou não, nos filmes. Espero que gostem, que subscrevam o canal, que sigam o blog (oh oh a publicidade) e que continuem a seguir o projecto Potter Mania, que não se esqueçam vai durar até ao fim do mês de Agosto!
Não se esqueçam de partilhar comigo aquilo que mais gostam nos livros e nos filmes, e o que menos gostam. E caso ainda não tenham lido os livros ou visto os filmes, algo que eu acho super impossível, vão ver e ler já!!!


 




sábado, 12 de julho de 2014

Uma História de Amor Eterno - Opinião

AVISO


ESTA OPINIÃO PODE CONTER SPOILER'S 

Opinião: Ora bem, por onde começar... dei 2 estrelas a este livro no goodreads, por aqui já podem ter uma previsão do que ai vem.
Se eu pudesse descrever este livro numa palavra, e adivinhem só, eu posso, essa palavra seria peganhento. Porque este livro é peganhento que nem mel. Meloso meloso que se torna enjoativo como o raio.
Não gostei do livro. Leu-se e foi isto. Não senti nenhuma ligação com nenhuma das personagens, nem o mínimo de empatia com nenhuma delas! Nem mesmo com a Robin e muito menos com o Noah. 
O que dizer sobre o Noah. Enjoa-me. Não o suporto. Se a Robin tem um problema, o que dizer dele? Entendo perfeitamente que o Noah possa ser o sonho de qualquer mulher, submisso, que chora baba e ranho por uma mulher e que só lhe falta beijar os pés, mas cá para mim, isso não resulta. Uma vez de vez em quando é naquela, agora por sistema ser assim? Acorda homem xiça! Lá havia necessidade do "sofrimento" dele ter sido prolongado por tantos anos? Para quem nunca leu aqui fica um pequeno spoiler. A Robin passa a vida a acabar com o Noah e ele passa a vida a correr atrás dela. A menos de meio do livro já eu tinha entendido qual era o problema da Robin e porque é que ela agia da maneira que agia. Caramba, como pode ele ser tão inteligente e tão burro!!!?? Tivesse ele feito um esforço maior para a ajudar logo de inicio em vez de andar a chorar pelos cantos e a escrever cartinhas ranhosas e o livro teria sido mais interessante (ou não). Não gostei. Não tem pés nem cabeça, acho o livro extremamente mal estruturado e no geral, mal escrito. Acho que precisava de muito mais trabalho e de muito mais amadurecimento. O único factor que achei interessante na história foi a abordagem mais espiritual da coisa lá para o fim, que apesar de não fazer mesmo nada o género, foi na realidade, a única coisa bem feita no livro, e mesmo assim, podia ser sempre melhor! 
Meloso meloso meloso, não recomendo. A não ser que se seja uma abelha à procura do mel... bahhhh

P.S: Fica aqui uma nota adicional que acho que merece ser escrita. Apesar de não ter gostado do livro, não posso deixar de salientar que o escritor em questão é muito simpático. Tenho realmente pena de não ter gostado do livro dele. Afinal de contas sempre me defini como uma romântica incurável, mas isto... não dá para mim.
Outra coisa importante, são as comparações a Nicholas Sparks. Nunca li nada do Sparks, mas parece-me um insulto ao mesmo as comparações. Se eu fosse fã de Sparks, certamente teria ficado indignada, sobretudo com as acusações de plágio, mas isso sou só eu. 



Sinopse: Noah Hartman é filho de uma família judia norte-americana, dona de um império empresarial. Cedo se habituou a aceitar a vontade paterna e sempre soube que no dia em que se apaixonasse, a sua escolha teria de passar pelo crivo da família. Mas Noah não se apaixona simplesmente, ele tem a imensa sorte de encontrar a sua alma gémea, Robin, uma mulher com uma alegria exuberante, fiel a si própria, que o faz ver ainda com maior intensidade a existência de fachada que tem sido obrigado a levar. Noah rebela-se contra o jugo familiar e escolhe crescer como ser humano e ser feliz ao lado de Robin. Mas será o facto de duas almas gémeas se encontrarem suficiente para que fiquem juntas para sempre? 

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Half Bad - entre o bem e o mal - Opinião

Opinião: Terminei hoje mesmo, apenas à algumas horas atrás o 1º livro desta nova trilogia. Half Bad. E, para variar um bocadinho, nem sei bem por onde começar e o motivo é simples. Ainda não encontrei uma opinião negativa deste livro. Lá fora toda a gente o adorou... bolas!
Vamos começar pelo inicio então. A capa. Lindíssima! Adorei o pormenor da corda com cadeado e charada para tentar abrir. No fundo, tem tudo a ver com o conteúdo da história (só quando terminei o livro e comecei a pensar, é que percebi isto lool). Ah esperem... há uma critica à capa. Aquelas letras lindas em prateado são uma caca, porque desaparecem... bahh.
Seguidamente passamos à sinopse, que é a segunda coisa que vejo num livro. Acho-a muito cativante. Portanto no geral, este era um livro que eu queria mesmo muito ler!
Passamos à história em si. Neste livro ficamos a conhecer um mundo alternativo ao nosso. Passa-se na nossa era, moderna, com telemóveis e demais engenhocas, com um ligeiro, e importante, twist. Neste mundo existem bruxos. Bruxos brancos, bruxos negros, e fulvos, que são os muglles nesta história. Nada de novo até agora, e nada surpreendente se vos disser que os bruxos brancos são os bons, e os pretos os maus. 

A nossa personagem, o Nathan é filho de uma bruxa branca e um bruxo negro. Surpreende-vos se vos disser que a mãe era uma bruxa fantástica e o pai o mais terrível dos bruxos negros? Não pois não? Já viram isto em algum lado??? Eu acho que já...
Neste mundo os fulvos não têm conhecimento da existência dos bruxos... típico, e, os bruxos brancos são quem comanda as coisas. A guerra e perseguição contra os bruxos negros é tão grande, que um bruxo branco tem permissão para matar na hora qualquer bruxo negro que veja.
Ora, o Nathan é misto... e portanto cresce como um renegado... atenção que isto não são spoillers... vem na sinopse...
Começamos o livro com o Nathan numa jaula, a ser torturado... e aqui começaram os meus problemas... a autora fez uso da 2ª pessoa para escrever. E não, não estou a falar da melhor amiga dela, mas do tempo verbal Tu. Que nervosssss que me deu ler aquilo. Tu estás aqui, tu isto tu aquilo. Sim, serve o propósito de nos fazer sentir o que o Nathan sente... fora isso torna-se confuso. Estamos no tempo presente, depois fazemos uma viagem ao passado até à infância do Nathan e acompanhamos o seu crescimento até ao momento em que o livro começou. A jaula.
Muito basicamente, sem querer estragar-vos a história, eu quero acreditar que os próximos livros serão melhores. Este livro foca-se muito na introdução das personagens e do mundo deles, de forma a que, no 2º volume seja mais fácil entender tudo. Penso eu. Ora eu gosto é de acção... e coisas meio paraditas enervam-me... só tive acção nas ultimas 50 páginas... not good.
Eu gostei do livro. Gosto do tema, agrada-me, mas não me trouxe nada de novo e ver tanta histeria em torno do livro enerva-me... ler e ouvir que este livro promete ser um dos melhores do ano, tira-me do sério... os restantes volumes talvez sejam, tenho mesmo esperança que sim... mas este, nicles!
Em todo o caso, leiam!!!

Sinopse: Uma estreia literária surpreendente, plena de magia. Um livro que é um fenómeno internacional.


Na Inglaterra dos nossos dias, bruxos e humanos vivem aparentemente integrados. Na realidade, os bruxos têm a sua própria sociedade secreta, as suas regras e a sua guerra, que divide os Bruxos Brancos, considerados «bons», e os Bruxos Negros, odiados e perseguidos pelos Brancos. O herói, Nathan, é filho de uma Bruxa Branca e de um Bruxo Negro e, portanto, considerado perigoso. Nathan é constantemente vigiado pelo Conselho dos Bruxos Brancos desde que nasceu e aos 16 anos é encarcerado e treinado para matar. Mas Nathan sabe que tem de fugir antes de completar 17 anos e a sua determinação é inabalável.

Half Bad é o romance de estreia de Sally Green e o primeiro volume de uma nova trilogia do género fantástico aguardado por todo o mundo com grande expectativa.

sábado, 10 de maio de 2014

A Rapariga que roubava Livros - Opinião

Opinião: Não sei bem como começar esta opinião. 
Não é fácil escrever uma opinião de um livro que gostámos mas que foi tão difícil de ler.
Começo se calhar por aí.
Comecei a ler este livro em 2012. Portanto à 2 anos atrás. Sempre que o iniciava, avançava algumas páginas, apenas para o tornar a fechar. Não conseguia nem por nada ler este livro. Entrar nesta história foi muito muito difícil. E, agora que o terminei, acho que sei porquê. Mas já lá vamos.
Após várias tentativas falhadas, decidi ver o filme primeiro. Já escrevi sobre isso algures no blog. Gostei do filme mas mesmo assim, não tinha vontade de ler o livro... até que apareceu uma maratona e pronto, decidi que tinha de ser, fiz um esforço.
Gradualmente deixou de ser um esforço e passei a gostar do livro. Ainda que em determinadas alturas tenha achado que o autor andou ali a engonhar um bocadinho. Quanto às personagens, gosto muito muito do Hans e do Rudy. São amorosos, e um livro que fale sobre livros, tem sempre pontos a seu favor. No entanto...aqui vem o que não gostei e o que me desmotivou. O narrador. 
 Não gosto da forma como o livro é narrado.
Já todos devem saber que esta história é contada pela morte. Não gostei. Adoro histórias que são contadas na 1ª pessoa. Neste caso, teria gostado muito mais do livro, se toda a história fosse contada pela Lisel.
Não sei o que dizer mais sobre A Rapariga que roubava livros.
Gostei muito ... mas nunca poderia dar 5 estrelas a um livro que me levou 2 anos a ler, e que foi mega mastigado...
Ah, a parte que interessa, chorei!!! Grande surpresa. Chorei muito inclusive no metro... e não foi só com a morte do Rudy... foi com a marcha dos judeus para Dachau... mexeu muito comigo.
E por aí? Muitas lágrimas??? Haverá mais alguém que não tenha adorado o livro, ou que tenha sentido as mesmas dificuldades que eu?

PS: Este é um livro recomendado pelo plano nacional de leitura, para o 9º ano... não acho de todo adequado... mas isso devo ser só eu... 


Sinopse: Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.