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domingo, 24 de janeiro de 2016

Mil Folhas de Tudo e Nada #9 |Prendas de Natal e o Dilema - O que fazer com prendas que não gostamos?

Para aqueles que não têm por hábito acompanhar o canal, hoje venho mostrar-vos os livros que recebi de prenda durante o mês de Dezembro. Foram muitos os livros novos que me chegaram cá a casa. Organizei-os em 3 pilhas diferentes: A pilha do marido, a das amigas do RudClaus e, os livros comprados por mim.
Todos os livros que o meu marido me deu, fui eu que escolhi, por isso à partida não há erros com os mesmos. Escolhi-os, quero-os muito, donne. O mesmo se passa com os livros que comprei para mim e, por sorte, o mesmo se passou com todos os livros que as minhas amigas me ofereceram. Eram livros que estavam em wishlist (nem todos) e cujo único contra, que não é bem um contra, foi que os adivinhei quase todos, o que acaba por tirar um bocadinho a piada à coisa. Mas adiante... hoje re-organizei as estantes; sacudi o pó ás coisas e acabei por separar um pilha enorme de livros que procuram agora uma nova casa. E foi durante este processo de limpeza e reciclagem que me deparei com duas questões importantes: O que fazer com prendas livrólicas que não gostamos?
A sério que penso muito nisto, especialmente porque (felizmente) as pessoas oferecem-me muitos livros... só que nem sempre acertam na coisa. E o que fazer nesses casos? Já aconteceu darem-me livros com o talão de oferta e dizerem abertamente para trocar o livro caso não goste da coisa. E eu faço-o sem problemas. Mas a maioria das vezes a coisa vem sem talão e portanto, o que fazer nessas alturas? Devemos guardar o livro na estante por respeito à pessoa que o ofereceu? Arranjar-lhe nova casa? Honestamente não sei, mas a coisa fica ainda pior quando a pessoa que nos deu o livro é uma amiga muito próxima. Shit. Nestes casos confesso que acabo por guardar o livro, mesmo que não tenha interesse nenhum em lê-lo. E sim, isto tem acontecido muito. Tenho dado por mim a olhar para a estante e a arrepender-me de algumas aquisições, o que me levou hoje a proferir a seguinte frase: " ...eu não quero mais livros".
Pasmem-se... eu disse isto e estava (e estou, concentra-te Neuza) a falar a sério. Não quero mais livros. Ultimamente o peso dos livros por ler tem mexido comigo. Já não consigo olhar para a estante como uma colecção de livros lindos que um dia vou ler, mas como uma pilha enorme e sem fim de bons livros que não consigo ter tempo de ler, ou pior ainda, de livros nos quais perdi todo o interesse. E é por isto estar a acontecer que eu digo que, não quero mais livros. Estou a lembrar-me que o dia dos namorados vem por aí, passado uns tempos os meus anos e que, não vou querer livros do meu namorido. Já chega... está na hora de começar a ler aquilo que tenho por aqui. Acham que estou doidinha certo?
Mais alguém tem sentido estas coisas ou nem por isso?? Possivelmente não... mas pronto, aqui fica o meu video de aquisições de Natal. Espero que gostem. 


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Mil Folhas de Tudo e Nada # 8 | Mudanças e Rabo Firme

Sei que este mês já houve um Mil Folhas de Tudo e Nada, mas convenhamos, eu estava um tanto ou quanto triste nesse dia...eleições e tal, mas hoje a coisa é diferente. Hoje eu estou pura e simplesmente dorida. Dói-me tudo o que é músculo no corpo! Sei que ando a dizer isto desde Junho, mas vou mudar de casa. Finalmente a coisa está a dar-se e desde a semana passada que ando em mudanças. Uma caixita aqui, outra acolá, nada de muito sério, até que chegou o fim de semana. Vou resumir a coisa ao máximo: estou cansada. Optámos por ser nós a mudar tudo quanto é objecto sendo que, quem vai carregar com os móveis e electrodomésticos, são os "senhores das mudanças". Sexta feira de manhã a coisa vai finalmente dar-se o que significa que, nestes próximos 3 dias temos de acabar de pintar a casa, arranjar algumas coisitas por lá e carregar tudo o resto. Como livrólicos que são devem certamente estar a perguntar-se pelos livros; ora eu esclareço. Já lá estão minha gente! =) o fim de semana serviu para carregar com 500 livros! Sim... 500... e ainda faltam os livros infantis e de faculdade! Portanto, entre carregar 500 livros, tapar buraquinhos e lixar paredes, eu estou meio falecida. Para acrescentar um pouquinto de carga extra a isto tudo, esta noite que passou, decidi dormir na casa nova, munida de colchões e sacos cama, qual acampamento. E assim foi... dormi no meio de 500 livros! Tantas histórias, tanto drama, tanto sangue! Adormeci lindamente, mas dormi tão tãooo mal! E as dores nas costas quando acordei? Deus! Mas eu mereço... ai mereço... porque quem me manda a mim ter um vício que causa dores em tudo quanto é músculo? Por outro lado, quando compramos um livro, ele não vem acompanhado de advertência: "ATENÇÃO: em caso de mudança de casa, o livro não se carrega a ele próprio". Seria sem dúvida bastante mais esclarecedor do que certas sinopses que para aí andam. 

Outro aspecto para o qual também ninguém nos alerta, é para o facto de durante a semana das mudanças nos irmos alimentar mal. Simplesmente é assim que é. Come-se qualquer coisa, o que para quem, como eu, não come carne, significa duas coisas... comer sopas ou saladas, e como não como alimentos crus, vai de sopas e pizzas (vegetarianas). Já não posso ver pizza...ou lasanha de espinafres, ou rissóis, ou o que for. Preciso de estabilizar a coisa na minha nova cozinha e ver se faço uma pratada de lentilhas com batata doce! É que sabem, começam a faltar os ingredientes na dispensa e recuso-me a comprar mercearias que depois tenho de carregar duas vezes! No entanto, há que ter algum cuidado! Como é que é possível que ao fim de 1 ano sem carne, o meu corpo peça magnésio? Eu não sei... mas a verdade é que carece disso o que quer dizer que, entre uma caixa e outra lá vai um punhado de amêndoas pela goela abaixo. No fundo é isto. Mudar de casa não é fácil. Somos obrigados a fazer escolhas, ou pelo menos eu fiz. Alguns livros vão ser adoptados por outros livrólicos, montanhas de papeis velhos vão ser reciclados e a única coisa que fica, são os copos que a tia afastada deu, porque convenhamos, ela pode perguntar por eles no próximo almoço de Domingo.
Com isto tudo eu tenho esperanças que o meu rabo fique mais firme e a celulite desapareça... afinal de contas tem de haver benefícios em carregar com caixas escadas acima!

domingo, 4 de outubro de 2015

Mil Folhas de Tudo e Nada # 7 | mais do mesmo

... é que nem sei por onde começar a expressar aquilo que me vai na cabeça acerca destas eleições! Sinto-me indignada mas sobretudo estúpida! Estúpida porque não consigo compreender, como é que após 4 anos de tanta tanta austeridade, de tanta precariedade, de tanto retrocesso e, principalmente, de tanta gente a ir embora, os portugueses escolheram manter tudo da mesma forma. Será medo? Só pode ser... porque não acredito que sejamos assim tão idiotas ao ponto de não querer ou não conseguir ver aquilo que nos paira mesmo à frente dos olhos! Nada em Portugal está melhor, nada melhorou caramba. Não se pode usar o argumento do " ah, saímos da crise", quando o meio para lá chegar, foram as pessoas e a sua qualidade de vida! Preciso entrar em detalhes acerca de cada área do nosso país? É preciso falar da saúde, das esperas intermináveis nos hospitais, que não têm condições? Esses mesmos hospitais cheios de camas pelos corredores, onde os médicos e enfermeiros são obrigados a comprar luvas para poder trabalhar? Bem me parecia que não. É necessário falar no estado da educação em Portugal? Nas escolas sem condições físicas, na qualidade das refeições, no numero de alunos por turma, que por vezes ultrapassa os 30? É preciso relembrar todas as crianças cuja única refeição que têm por dia é a que a escola fornece? As crianças cujos pais lutam para conseguir pagar os manuais escolares, as que não têm o que comer, as que não têm um banho a cada dois dias que seja!? Vale a pena falar da cultura ou da segurança em Portugal? Não vale... não me venham dizer que estamos melhor quando basta olhar à volta para perceber que somos pobres! E após estes resultados, sou forçada a admitir que para além de sermos pobres nas carteiras, o somos também de espírito. Porque não temos colhões (em bom português) para tomar decisões e mudar o estado actual das coisas!
Muitas vezes nos meus vídeos faço alusão à adolescente cá de casa. Muita gente pensa que eu com 28 anos tenho já uma filha de 15. Quem não pensaria certo? Mas deixem que vos conte uma história. Há coisa de 3 anos os meus sogros, tal como tanta gente, foram forçados a abandonar o país. Sempre residiram em Portugal; tinham o seu próprio negócio e quando a crise estoirou tiveram de largar tudo e partir. Tiveram de deixar tudo aquilo que sempre conheceram e amavam para trás e partir rumo ao desconhecido. Foram para Angola, onde apesar de trabalharem na sua área, são mal pagos e tão explorados quanto eram em Portugal. Para trás ficou a família. Não fazia sentido levarem uma criança de 13 anos com eles e, nesse sentido, eu fui a primeira pessoa a sugerir que a adolescente ficasse comigo e com o irmão. E assim foi. Deixar uma filha para trás deve ser das coisas mais difíceis de se fazer no mundo. Muitas vezes (demasiadas até) dou por mim a desejar que as coisas fossem diferentes, mas depois não tem como ser! Não quando temos um governo que incentiva os seus jovens a emigrar! Nestes últimos 3 anos perdi, não só os meus sogros, mas também uma mão cheia de amigos, que partiram para vários cantos do mundo. Eu não quero isto! Eu não quero viver num país de velhos, isolada, porque todos aqueles que amo querem ir embora! Eu quero poder ter filhos, sabendo que eles vão poder crescer num país justo onde nunca nada lhes irá faltar! Eu não consigo compreender que um país que vê diariamente os seus jovens a ir embora, decida conscientemente votar na mesma merda, por mais 4 anos! Sinto-me triste, sinto-me revoltada e com vergonha de ser portuguesa... e é isto... 

sábado, 8 de agosto de 2015

Mil Folhas de tudo e nada # 5 | Queimaduras solares e livros estragados parte 2 !!!!

Sim! Pasmem-se... livros estragados parte 2, continuação da parte 1!!! Mas já lá vamos.
Diz que Agosto é o mês de férias para a maioria dos Portugueses e cá em casa, não é excepção. No meu caso é estúpido falar em férias visto que, estou desempregada há 1 ano. Mas ainda assim o sentimento é diferente, especialmente por o ajuntado estar por casa. Como já referi algumas vezes em vários locais, o homem é a pessoa dos desportos. Imaginem um desporto radical... ele pratica. Imaginem um desporto calmo, tipo ler; ele foge. Portanto, assim que as férias começaram lá fomos nós, qual família feliz para a praia, carregados com a casa. Sim, porque nós fazemos praia à patrão. Um chapéu de sol por pessoa, duas cadeiras confortáveis para poder ler ou observar a praia, geleira atestada com tudo o que é bom, toalhas, livro (devidamente embrulhado numa capa de pano), protectores solares (sim, mais do que um) e ainda, se fizer vento ou muito sol, um pano enorme e molas para poder fazer uma tendinha. Ah e a prancha de surf assim como o restante material! Já estão a ver a coisa? Só falta o garrafão do vinho e o rádio. Por isso pronto, esta semana, lá fui eu fazer o primeiro dia de praia do ano. Esteve um dia perfeito. Pouco vento, calor e bandeira verde! 


Que mais se pode pedir? Mas bom continuando; aqui a je é alérgica a mil e uma coisas e de entre essas coisas destaca-se o sol. Essa estrela quentinha que tantas alegrias nos trás... causa-me alergias na pele absolutamente brutais e dolorosas. Os meus protectores solares são todos de factor 50+, minerais, para alergias e por aí. Uso 3 protectores diferentes e na praia, pareço uma maluquinha sempre a espalhar protector (que ainda por cima custam imenso a barrar). Desta feita não foi diferente. Barrei-me, qual palmier com cobertura, e estive a maioria do tempo à sombra. Até que o homem dos desportos, que não consegue estar parado na praia, teve a excelente ideia de ir caminhar. E lá fomos nós. Fizemos cerca de 10 km de um lado para o outro (com uma paragem obrigatória para comer uma bola de berlim). Até aqui tudo ok... e lá decidimos rumar a casa quando começou a levantar-se um ligeiro ventinho. É aqui que a porca torce o rabo.
Quando chegamos a casa e vamos à casa de banho, para um xixizinho pós praia e para o duche, é que nos olhamos ao espelho e constatamos, que falhámos alguns locais na aplicação do creme e, portanto, temos algumas queimaduras solares extremamente dolorosas. A Neuzinha esqueceu-se de passar creme nos pés, no pescoço, nas mamocas e nas axilas. Resultado... burn baby burn. Tudo me dói...já para não falar que vou ficar com manchas na pele por causa desta falta de atenção. E tudo porquê?? Por conta do livro que levei para ler. Numa primeira fase, foi a presa de passar creme para poder ir caminhar, depois, passar creme para poder ir ler, depois porque vim da água e, nestas presas todas é claro que alguma coisa ia correr mal. O mais estúpido foi que acabei por não ler uma única página! Afinal de contas ainda estava meio apreensiva com o estado em que me chegou o ultimo livro que emprestei e foi para a praia. O que me leva à segunda parte deste Mil Folhas de tudo e nada. Ontem foi dia de limpezas e portanto de re-organização da estantes. Estava tudo meio caótico e portanto isto implicou tirar os livros todos das prateleiras, limpar e colocar tudo nos sítios. Heis que num momento tudo parou. Quando começo a colocar os livros da Casa da Noite na estante e começo a ver areia por todo o lado. Estupidamente começo a bater com o livro na prateleira e mais areia cai... é aqui que mando um grito a chamar pela adolescente cá de casa e a informo de que NUNCA mais empresto livros à amiga dela! O que raio andaram a fazer com os livros? Castelos? A usá-los como pás? É que vocês não estão a ver a dimensão da coisa! Fiquei com areia nas estantes equivalente à quantidade de sal necessária para temperar um guisado! Não se faz minha gente...não se faz.


É uma falta de respeito e eu já devia saber melhor, mas nãoooooo... sou uma perfeita parva! Continuo a não saber dizer que não às pessoas e depois lixo-me. Sei bem que é um exagero falar em livros estragados. Eles não estão danificados por causa da areia, apenas com uma ligeira textura que não tinham antes e possivelmente com areia suficiente até ao próximo século. Sempre que lhes mexer e os limpar vou sentir grãozinhos, que me vão lembrar que devo dizer não!
Continuando e para terminar este enorme devaneio de tudo e nada, quero informar que a situação dos pagamentos da feira do livro já está resolvida. Demorou mas foi. Não foi de boa vontade e foi necessária a intervenção de uma advogada assim como alguma pressão ameaçadora para a coisa marchar. Mas posso finalmente dizer que o dinheiro já caiu na minha conta e que nunca mais me apanham a trabalhar para tal editora. Falta de seriedade e honestidade são coisas que mexem muito com a minha pessoa, seja num simples empréstimo de um livro, seja em assuntos mais complexos. Obrigada a todos pelo apoio aquando da divulgação do caso, pelos comentários e sugestões.
E pronto livrólicos...é tudo por hoje. Podem retomar as vossas lides domésticas de Sábado que eu vou ali passar creme no corpo (hoje tenho um piquenique ao sol... matem-me já).





segunda-feira, 13 de julho de 2015

Mil Folhas de tudo e nada #4 | Verão, calor e livros estragados

Está calor!
"Sério Neuza ainda ninguém tinha reparado"
Sério sério... mais de 30 graus na rua, o que até nem é muito mau tendo em conta as vezes que uma pessoa apanha 40. Mas eu não gosto. Nem de 40, nem de 30, eu odeio calor. Quando chega a Primavera toda eu sou sorrisos e alegria (e alergias). Finalmente posso usar uma blusa fininha e umas sabrinas, apanhar solinho bom e ainda sentir uma brisa mais fresca. Sabe bem passear por Lisboa, comer o primeiro gelado, e ao fim do dia descansar, já mais quentinha em casa. Chega o Verão e a coisa muda completamente de figura... fica calor. Demasiado calor para fazer o que quer que seja. Quem me ler há-de pensar que sou alentejana e tenho de suportar temperaturas de 45 graus. Mentira, não sou. Mas a costela do sul que há em mim fica ressentida e só consegue pensar em dormir sestas para passar o tempo.
Quando chega o Verão transformo-me em pessoa invertebrada, mole e sem vontade de fazer seja o que for. Está demasiado calor para passear, sol muito forte para apanhar na pele, uma pasmaceira... e o pior de tudo... demasiado calor para ler! Não consigo ter vontade de ler e é isso que mais me chateia no Verão. Seja a que hora do dia for e onde for, sinto sempre demasiado sono... para ler, ver tv, ouvir música, o que for. Tenho sono! Quero hibernar! 
Mas não é porque eu não consigo ler que vou impedir os outros de o fazerem e, nesse sentido, tenho emprestado alguns livros a algum pessoal assim meio que desconhecido. Nomeadamente uma colega da miúda cá de casa... numa semana despachou 5 livros de uma série e vai lançada nos próximos. Os livros voltaram impecáveis... o mesmo não se pode dizer do livro que emprestei ao pai da menina... heis a cena. Durante esta semana que passou, os meus livros andaram a passear na praia! Sim leram bem! Na praia! Eu que não levo os meus livros para a praia e quando levo, é tudo com muito cuidado! Emprestei livros... e foram para a praia... para a areia, para o calor. Resultado.. um deles, com o calor começou a encarquilhar todo! A capa parece revestida de uma película como plástico... com o calor da praia e as viagens em sacos ou lá como foi que ele viajou, a coisa começou toda a pelar! É mesmo isto!!! Tenho um livro a perder pele!
O que é que isto me faz sentir? Que nunca mais quero emprestar livros na vida! Seguramente não no Verão! Se eu tenho de usar protectores solares com factor 50+, os meus bebes precisam seguramente de uma capa de tecido!!! Merda! É só o que me apetece dizer! Enfim.. para aligeirar este post, deixo-vos com o mais recente vídeo do canal, uma tag sobre o Verão. Divirtam-se e não andem ao sol!

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Mil Folhas de tudo e nada #3 | A Feira do Livro de Lisboa

Heis o momento porque todos esperavam... o dia em que me vou desbroncar toda sobre os podres de trabalhar na feira do livro de Lisboa. Uahahahahahah
Vá... menos muito menos. Até parece que há assim tanto podre para contar cof cof, mas já lá vamos.
Como sabem, este ano fui trabalhar na Feira do Livro e ohhh boy tenho muito que vos contar sobre esta experiência. Graças a uma amiga, fui contactada pela Civilização Editora para fazer Horas do Conto na Feira. Não estava à espera. Mesmo. E na altura confesso que fiquei até assustada. Especialmente no dia em que recebi cá em casa uma caixa com cerca de 19 livros infantis para estudar e escolher. Na minha cabeça instalou-se o pânico. Ainda que toda a gente me dissesse para eu não stressar, que tudo iria correr bem, eu, por qualquer motivo inexplicável, pensava que iria ser o caos na terra (ou na feira).

Não foi, mas por vezes andou lá perto. Mais uma vez, já lá vamos.
No seguimento do convite para contar histórias na feira, surgiu o convite para trabalhar mesmo no próprio stand da editora, que eu aceitei quase sem hesitar. Afinal de contas é o sonho de qualquer leitor poder trabalhar numa livraria, ou mesmo na feira. Sempre rodeado de livros, sempre perto deles... livros livros livros. Pois lamento destruir os vossos sonhos, mas trabalhar na feira, não é o mar de rosas que todos pensamos.
Quando a feira abre e lá chegam, já têm tudo arrumadinho no sitio prontinho a comprar. Mas quem será que arrumou, etiquetou e organizou tudo para o cliente? Sim... nós. No dia anterior à abertura da feira, bem cedo de manhã, eu e mais uns 500 trabalhadores já andávamos pela feira a trabalhar. Cada um para as suas editoras, que não há cá misturas. Não fui para lá a pensar que ia ser pêra doce. Mas nunca pensei que fosse tão mas tão puxado quanto foi. Foram 7 paletes inteiras com caixas cheias de livros que tivemos de descarregar, conferir, organizar e arrumar nas estantes. Acham fácil? Experimentem ir à vossa estante e fiquem o dia inteiro a tirar os livros do sitio, e a arrumá-los de novo. Repitam. Já sentem as dores? Não? Então experimentem fazer isso com as enciclopédias pesadas das vossas mães. Já estão a sentir?
Foi um dia inteiro naquilo... toda eu era pó, sujidade e cansaço. Cheguei a casa completamente podre! E quem é que diz que no dia seguinte eu me mexia?? As dores no corpo eram tantas mas tantas, que nem vos sei explicar. Especialmente nos braços e nas mãos. Nunca tive dores nos pulsos na minha vida... aliás, eu desconhecia a existência de alguns tendões e músculos no meu corpo. Depois desta feira conheço-me como ninguém.

No final do terceiro dia chorei. A sério... e não tenho vergonha de admitir. Cheguei ao metro e assim que sentei o rabo na cadeira, chorei chorei chorei... tinha tantas dores nos pés e nas pernas. Nunca tinha sentido algo assim. Ainda hoje, passados 2 dias do término da feira, sinto choques num dos pés. Acho que nunca mais vou tornar a ser a mesma.
Ao quarto dia caiu-me um anjo livrólico do céu. A Livrólica Sofia. Trabalhar com quem gosta de livros, os adora e conhece é outra coisa. Sim, faltou referir que no stand estava a trabalhar com dois meninos que percebiam muito pouco, ou mesmo nada de livros. A Sofia foi uma lufada de ar fresco, e a feira não teria sido possível de realizar sem ela. Ou reformulando... eu não teria aguentado se ela não estivesse lá. Foram mais de 8 horas em pé, todos os dias da feira, com pausa apenas para almoçar. Sim, fui fazer xixi sempre que quis... mas se me podia sentar no stand? Podia. Mas e cadeira para o fazer? Não há... portanto. Sempre em pé. Isto acabou por arruinar a minha disposição ao longo da feira. Comecei muito bem e muito bem disposta, cheia de energia apesar das dores. Com o passar dos dias, já me era fisicamente extenuante sorrir para os clientes. O que condicionou a forma como reagi às tantas pessoas que me foram cumprimentar ao stand. E aqui vem o mega pedido de desculpas.
Vocês desse lado foram fantásticos. Perdi a conta à quantidade de pessoas que me reconheceu dos vídeos, do blog, do facebook... à quantidade de elogios, fotos e carinho que recebi. Vocês encheram-me o coração, a sério que sim. Sei que não fiz a festa que alguns podiam estar à espera. Se calhar até ficaram a pensar que eu sou mega antipática. Mas estava tão cansada =(

Tive a oportunidade de estar mais uma vez com a minha querida Jojo, de conhecer a Tânia, do blog Rua de Papel, a Elsa, de rever caras amigas e conhecer tantas outras como a Filipa, Joana, Sofia, Carla, Vera, Tanocas, Luisa, Teresa, Odete, André, Pedro, Jessy, Daniela, Filipa, Andreia, Tita, Milú, Nuno.. enfim... tantos. Gostei particularmente das pessoas que lá chegavam e diziam: olá Neuza.
E eu ficava com uma mega cara de vergonha!!! Ou então a menina, que em frente a outros clientes disse que gostava muito do meu blog! Aiii fiquei um tomate! Acreditem que os vossos elogios me deram motivação extra para me esmerar cada vez mais por estes lados! Dei-me conta pela primeira vez, que tenho fãs LOOOL cof cof. Sim pode parecer super prepotente dizer isto, mas percebi que há muita gente que gosta de mim e das minhas baboseiras! Obrigada a todos e mais uma vez desculpem se a energia não foi a mais positiva deste lado, mas é tão difícil sorrir quando os pés estão a desfazer-se lentamente em caca!
Continuando o relato, se me perguntarem se no geral eu gostei de trabalhar na feira... no geral sim, no especifico não. E não porquê? Não tenho o mínimo jeito para o atendimento ao público. Especialmente para lidar com pessoas mal educadas... essas então. Já me estão a ver não é, com este narizinho mega empinado a sorrir e acenar àqueles clientes parvos que querem ter sempre razão. E olhem que foram muitos. Desde aqueles clientes que acham que na feira temos de ter todos os livros alguma vez publicados pela editora, aos que procuram livros que são de outras editoras, mas estão estupidamente convencidos que os mesmos são nossos (e nem com explicação aceitam esse facto). Acabando naqueles que só no final da venda estar feita pedem factura com contribuinte -_- o que implicava fazer a devolução do livro e o caraças!!! Ahh estava a esquecer-me do melhor. Houve um cliente, bastante conhecido do mundo da televisão, um jornalista vá, que de X's em X's dias aparecia lá sempre com o mesmo esquema. Comprava um livro. Lia, trocava por outro. Eu mereço?
E aqueles clientes que acham que nós conhecemos o catálogo da editora de lés a lés? Mentalizem-se de uma coisa... há pessoas a trabalhar na feira que não gostam de ler ou melhor ainda, que não trabalham para as editoras e por isso, nem sempre são de grande ajuda. Pronto já disse.
Se você que está a ler isto foi atendido por mim e tem alguma reclamação a fazer, utilize a secção de comentários neste post e força nisso.
À pouco falei em xixi... mas já vos falei do estado das casas de banho? É verdade que tive a sorte de ter o stand mega perto da casinha mas xiça. Houve dias em que só o acto de entrar na casa de banho fazia estremecer todos os sensores do meu corpo, tal era a sujidade e o cheiro dentro da mesma. Nhaca! Não deve ser fácil manter aquilo sempre limpinho mas irra... ninguém merece. E o pior ainda está por contar. Não sei se viram (não devem ter visto porque foi num grupo no facebook) mas partilhei antes da feira uma foto da minha lista de compras para o evento. Dela constava apenas uma coisa. Farturas. Andei dias com desejos e vontade de comer uma fartura mega quente e cheia de açúcar. E assim fiz. Comi duas de seguida e outra quando cheguei a casa. Olhem... deu-me uma volta de tal forma à barriga que eu nem sei LOOOL agora imaginem fazer a feira neste estado com aquelas casas de banho e os pés num estado de semelhante dor!
Falando em dores, porque não somos só nós, seres humanos que as sentimos, também os livros passam um mau bocado na feira. Eles sofrem para caraças durante estes dias. Aliás, arrisco-me a dizer... os livros sofrem no geral. Os livros de feira são sujos. Eles vêm nas caixas que estão sujas de pó, eles caem das prateleiras constantemente, eles viajam o país de lés a lés e as pessoas nem têm noção daquilo pelo que passam. E quem é que paga a fava no final? Nós que estamos a atender o cliente que procura o livro perfeito acabado de sair da loja. E eu entendo perfeitamente, atenção que não estou a criticar, eu sou igual. Mas por favor pensem nisso da próxima vez que obrigarem o empregado a tirar 8 exemplares para vocês escolherem o mais perfeito de todos sim... não é culpa nossa.

Ouvi dizer que o dia 10 foi o caos! Foi feriado e o dia do casamento do meu pai. Claro que não fui para a feira. Aquele dia de "descanso", que nunca é de descanso porque se trata de um casamento, ajudou muito. Pude estar sentada grande parte do dia o que ajudou a aguentar os próximos. Mas o que se seguiu foi quase tão mau quanto as dores nos pés. Depois do dia 10, se bem se recordam, a chuva e o frio voltaram. Portanto, depois de dias a trabalhar debaixo de 30 graus, heis que chegam os 18 graus molhados para alegrar a coisa. Claro está que aqui a je apanhou uma constipação de caixão à cova, com direito a febre, tosse, dores de garganta e voz off. O que acabou por coincidir com a visita das livrólicas do Norte à feira. No passado dia 13 houve uma enchente de gente doida na feira. As leitoras do norte =) são fantásticas! Adorei conhecer todas ainda que doente! Não sei se foi a vossa energia, mas do dia 13 para a frente tudo correu melhor... vá... foram só dois dias. Mas vamos falar do dia 13 um cadinho. Desde que a feira começou que eu não vinha à net e nem o meu email eu consultava, o que fez com que eu desconhecesse que ia haver um evento na Editorial Presença, no qual a minha pessoa era esperada =) recebi um convite e tudo... que não vi. Heis que me vêm chamar ao stand para ir rápido à Presença tirar foto de grupo. Chegando lá... tinha uma prenda para mim. Da própria Editora! Recebi um livro! Uauuuuuuuu fiquei completamente histérica, o que é sempre giro de se ver e ouvir quando não se tem voz.
Mais uma vez, muito obrigada Presença pelo carinho, pelo mimo, pela atenção! Vocês são os maiores! Ainda pensei que fossem chocolates para me amaciar a garganta, mas foi bem melhor do que isso. Recebi o novo livro da Donna Tart, que ainda não está nas livrarias. O livro que gosto de apelidar de "O dia em que a piriquita emigrou". Vá nem todos vão perceber este titulo, mas quem esteve na feira vai compreender.
No final desta mega surpresa tiramos uma mega foto. Éramos tantos mas tantos que foi complicado arranjar um cenário que encaixasse todos. Mas lá se conseguiu e este foi o resultado.



Um término de dia absolutamente fantástico. Mais uma vez foi muito bom rever caras amigas e conhecer outras tantas.
O dia seguinte, dia 14, o ultimo dia de feira. Foi dia de muita chuva... o que acabou por afectar em muito o movimento na feira. Choveu a potes! Inclusivei dentro do stand... apenas umas pinguinhas, mas que foram motivo de muita risota. A Sofia teve a ideia de apanhar a chuva com uma caneca! Aiii o que nos rimos com isto!
Foi tão engraçado! Só de me lembrar... aiii.
Enfim... resumindo e baralhando. Gostei de trabalhar na feira pelas pessoas que conheci e com as quais me fui cruzando. No entanto, muitas coisas podiam ter corrido melhor se a editora fosse mais organizada. Lamento... mas o que tem de ser dito tem de ser dito. As horas do conto por exemplo... se tivessem sido mais divulgadas poderiam ter sido um sucesso... assim como foram, apenas aconteceram... e pronto. Foi giro? Foi mnhé sabem... o que foi uma pena porque eu criei imensas expectativas em torno deste momento.
No ultimo dia, assim que saímos do stand, fomos passear uma ultima vez pela feira e pela primeira vez com as nossas amigas! Claro está que estragos foram feitos, livros foram comprados, euros gastos, e muitas risadas dadas. As ultimas horas de feira foram as melhores de todos os dias.


(Estrago e prendas. Que monte querem conhecer primeiro?)

Para terminar, quero falar-vos do dia 15. O dia em que para a generalidade das pessoas, a feira já acabou. Pois desenganem-se... que da mesma forma que os livros foram parar às prateleiras, também tiveram de lá sair. Foi mais fácil, nem se compara. Arrumar livros em caixas é mais simples que a primeira fase. Mas quando nós pensávamos que estávamos dispensadas, heis que surge a ordem para ir descolar o vinil dos contraplacado do stand. Ohh que grande merda! Acho que nunca disse tanta asneira seguida na minha vida como nas horas que se seguiram. Sabem o que é vinil? Aquele autocolante lindo que decora montras e tudo o resto? Experimentem descolar o mesmo com as próprias mãos?

Sabem qual foi o resultado? Não? Pensem lá bem? Váaa eu ajudo.
O resultado foi que todos ficamos com menos duas a três impressões digitais e não estou a exagerar. O vinil arrancou-nos pele, partes de unhas e não nos levou os pêlos dos braços, porque fomos rápidos nos movimentos. Foi horrível! A coisa mais massacrante e estúpida que alguma vez tive de fazer. Sabem quando sentem que o esforço é inútil? Pois este foi o caso... em que passado meia hora de tanto puxar, ainda só se tinha avançado cerca de 50 centímetros, se tanto. Isto foi no dia 15... hoje, dia 17, ainda tenho dores nos braços, peito e mãos do esforço físico. E pronto. Agora é a parte em que me perguntam: mas pagaram-te certo?
Sim, vão-me pagar... mas compensa? Não, não compensa. Não compensa as dores, o cansaço, o sono, o dinheiro gasto em refeições... não compensa. Mas pronto. Foi uma experiência como tantas outras, que não sei se vou querer algum dia repetir.
Por hoje é tudo que acho que já escrevi demais. Muita coisa ficou por dizer, por partilhar, quem sabe não faça um video sobre o tema? =)
Desse lado, contem-me como foi a feira para vocês? O que compraram o que comeram o que fizeram???


sexta-feira, 24 de abril de 2015

Mil Folhas de Tudo e Nada #2 - Os meus Marcadores...

Os meus marcadores são muitos e são só meus! Adoro-os a todos. Cada um deles! Perguntaram-me ontem quantos marcadores tenho ao todo e honestamente, não faço ideia! Podia ter aproveitado que fiz o video sobre os mesmos para os ter contado, mas nem me ocorreu. 
Sei apenas que é das colecções que mais gozo me dá fazer e lembro-me perfeitamente quanto é que tudo começou. Foi graças à Editorial Presença para ser sincera. Há muitos muitos anos atrás (não vamos falar em numeros sim?) recebia em casa, como muitos de vocês, as novidades do trimestre que a editora publicava. Junto, vinha sempre 1 ou 2 marcadores. Foi tão simples como isso. Aliás, antes disto lembro-me perfeitamente qual foi o meu primeiro marcador. No vídeo mostro dois já muito velhinhos... foram esses os primeiros. Um com um urso apaixonado e um coração com um anjinho. Lembro-me de a minha mãe mos comprar, da loja, de como estava o tempo nesse dia. Portanto já estão a ver. Foi uma ocasião marcante! O dia em que comprei o meu primeiro marcador... para um livrólico será quase comparável ao dia em que compra o primeiro soutien LOOL
Relativamente à organização da coisa, digamos que se encontra num estado de desorganização organizada. Sabem como é... tudo ao molho dentro da mesma caixa e tal... algo assim do género. Os marcadores de metal estão numa caixa à parte e os oferecidos que me são mega especiais estão num frasquinho... não perguntem porquê, calhou assim. 



Neste video vão poder ver (isto se conseguirem suportar 20 minutos de marcadores) todos os habitantes cá de casa, com excepção daqueles que tenho dentro de livros que estou a ler. Em termos de colecções relacionadas com livros, sem ser os marcadores, faço também colecção de capas de livros em tecido. Penso que já escrevi sobre isso aqui pelo blog, mas qualquer dia actualizo a coisa com umas fotos mais bonitinhas.
E desse lado, coleccionam alguma coisa relacionada com livros, especialmente marcadores?

quarta-feira, 4 de março de 2015

Mil Folhas de Tudo e Nada #1 - O Goodreads e os livros infantis

E é hoje o dia em que lanço uma pequenina discussão. Nada de muito sério para começar, mas uma questão que me tem martelado bastante nos últimos tempos.
Hoje venho falar-vos da nossa plataforma literária preferida, o Goodreads. Aquele espaço maravilhoso que nos permite organizar leituras, livros lidos, atribuir cotações, ler opiniões e conhecer novos autores. Aquele espaço fantástico que todos os anos cria um desafio. 
O Goodreads Reading Challenge, consiste em nos propormos a ler um determinado numero de livros, escolhido por cada um, no espaço de um ano. Para muitos os desafios são vistos como uma loucura que apenas serve para colocar pressão extra em cima das pessoas. Para outros, como eu, que gostam de um bom desafio, ainda que não o cumpram, serve sobretudo para abater as pilhas intermináveis de livros por ler. 
Penso que participo no desafio há coisa de 3, 4 anos. E se não estou em erro, comecei pelos 30 livros, 30 outra vez, 40 e este ano 50. Não querendo colocar pressão extra em mim, penso que este ano vou conseguir ultrapassar a fasquia dos 50 e porquê, perguntam vocês? Bom... aqui há dias vi uma menina no goodreads a contabilizar livros lidos infantis, assim uma data deles todos seguidinhos e todos muito pequeninos. E eu, feita má pensei, oraaa assim também eu passo os 50 livros num ano! Foi aqui que a dúvida começou a crescer dentro de mim. 
Como sabem, sendo educadora de infância, tenho montes de livros infantis, bons, de qualidade. Todos os meses gravo pelo menos uma hora do conto para o canal. Para cada hora do conto eu leio e re-leio cada livro umas 3 vezes e aí pensei, e se estes livros da hora do conto entrassem para a contagem do goodreads? E assim foi. No mês de Fevereiro contabilizei 2 livros infantis no desafio do goodreads sendo que, a realidade foi que li 4. Eu podia muito bem ir a correr buscar todos os livros infantis que tenho, ler e colocar no site, mas aí sim, penso que não seria justo. Outro aspecto positivo de contabilizar estes livros, é que como sabem, tenho de ler 5 livros antes de poder comprar 1. Claro que isto não tem sido cumprido, pelo menos da minha parte. Com estas leituras torna-se mais fácil, ainda que não queira fazer disso um hábito. Aspectos negativos é que sinto sempre que as pessoas olham para isto da mesma forma que eu inicialmente olhei. Não é justo, nem parece justo a ninguém.
A minha pergunta de hoje é, acham correcto que os livros infantis sejam contabilizados no desafio do goodreads, ou consideram que apenas os restantes livros devam entrar? Digam-me tudo aqui nos comentários e até à próxima discussão. 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Nova Rubrica no Blog - Mil Folhas de Tudo e Nada

Já que estamos na onda de passatempos, comemorações e novidades, aproveito para vos trazer mais uma. 
Dei um pausa nas divulgações de passatempos de aniversário (acreditem que ainda há mais) para divulgar aquela que vai a ser a nova rubrica aqui do blog. Chama-se Mil Folhas de Tudo e Nada
Como o próprio nome indica, uma vez por mês irei escolher um tema, que pode ou não, estar relacionado com livros, e desenvolvê-lo. Funciona um bocadinho como os meus Devaneios Pessoais. Coisas que surgem assim do nada e que eu acho que merecem mais reflexão. O tema deste mês já está escolhido e durante os próximos dias, irá sair o post. Posso adiantar-vos que tem a ver com o Desafio do Goodreads e livros infantis. Curiosos? Há algum tema que gostassem de ver debatido aqui no blog? Consigo lembrar-me de vários, mas gostava de saber a vossa opinião. =)