domingo, 29 de maio de 2016

Dicionário de Sonhos - Divulgação

Recentemente chegou cá a casa este livro. Não podia ter calhado melhor. Diz-se por aí (no submundo) que as grávidas têm sonhos muito estranhos. Confere. Confere para todas as grávidas menos para mim. Sempre tive os sonhos mais marados e estranhos do mundo. Cheios de criaturas nojentas, situações super caricatas, bichos, N coisas que me faziam pular da cama. Engravidei e capuft. E tudo o sono levou. É raro lembrar-me dos meus sonhos e quando lembro são sempre sobre coisas banais do meu dia a dia e que facilmente consigo processar. 
Por isso, quando no outro dia acordei sobressaltada porque estava a sonhar com um ex namorado, fui logo consultar o livro. Não me ajudou propriamente, na medida em que não há assim a explicação perfeita. Mas eu arranjei uma, não vá o rapaz ler isto, ou mesmo o pai da minha criança =)
O ex aqui da je, já é pai. Foi pai duas vezes. Agora que estou prestes a entrar na mesma fase que ele, dou por mim montes de vezes a perguntar se ele é feliz. Não com aquele intuito mesquinho sabem, mas genuinamente, gostava de saber se ele está bem, como estão as crianças, se está feliz, se ser pai é tudo aquilo que ele sempre pensou. Cenas. Acho que foi por causa disto que sonhei com ele, porque na realidade não vejo outra explicação. Uma coisa gira que este livro trás é um diário, onde podemos anotar aquilo que sonhamos assim como desenvolvimentos importantes sobre o resto do dia. Ao final e algum tempo sei que isto dá para ser tudo analisado e que nos ajuda a realmente processar os nossos problemas. Gosto muito. Se se interessam por este tipo de temáticas não deixem de dar uma vista de olhos a este livro. A edição é linda, de capa dura com sobre capa. Vale a pena =)

Sobre a Feira do Livro * 2016


Fui ontem à feira
Com intenções de ir Feirar.
Dei uma volta à coisa,
E saí de mãos a abanar!
by: Neuza

Gostaram do pequeno verso? É que foi mesmo isto que se passou, apesar de haver algumas pessoas que não acreditam em mim! Juro juro, que fui à Feira do Livro e não comprei nadica de nada. Pelo menos nada que dê para ler, porque 2 farturas vieram cá para casa. Fui ontem à Feira, especialmente para estar com amigas. E ia com dois sentimentos contraditórios: o de  "bolas vou desgraçar-me". E o de "nhe de certeza que nada me vai entusiasmar".
O que acabou por acontecer foi um misto dos dois. Vi imensos livros que constam da minha wish e que gostava de comprar. Mas não vi, infelizmente, promoções que me puxassem por aí além. Acho que este ano toda a gente se vai queixar do mesmo. Por causa da lei do preço fixo, as promoções estão super limitadas. Vá... super não, ainda dá para fazer packs de livros interessantes. Mas eu, tal como a maioria das pessoas, sofre de um mal que se chama "Eu só quero as novidades mesmo que tenha livros mais antigos na wish não quero saber quero aquele livro novo que cheira a novo e sabe a novo". Uma condição que afecta milhares em todo o país. Na Top Seller por exemplo, há um sistema de autocolantes de bolinha amarela. Os livro que têm bolinha, têm mais de 18 meses de publicação e por isso podem estar incluídos na promo que eles fazem, que no caso é leve 4 pague 3. Neste pack todos têm de ter bola... ora grande bosta! Não vai ser uma estúpida lei que me vai obrigar a comprar 4 livros com bolas que depois vou ter de estar cuidadosamente em casa a arrancar com álcool!!! Na leya também há mais autocolantes para tirar!!! Tudo cola em todo o lado! 
Por isso sim...vi muito livros que queria, especialmente na top seller e, de certeza que vou comprar pelo menos 3. Mas acho realmente que os preços não compensam. Mais vale comprar on line. Não me canso, tenho os livros na mesma e com a vantagem de não ter de estar a tirar autocolantes ou a limpar pó dos mesmos. Cheira-me que feira este ano, só mesmo pelo convívio. E desse lado, já se desgraçaram? 

sábado, 28 de maio de 2016

A Livraria dos Finais Felizes - Opinião

Opinião: Provavelmente um dos livros mais desafiantes que li este ano. Não que tenha lido muitos, mas se tivermos em conta que li um calhamaço de mil e tal páginas, dizer que este menino de 500 foi exigente, é dizer muito. Mas a verdade é mesmo esta. A Livraria dos finais felizes, foi um dos livros mais bonitos que já li mas também um dos mais puxadotes. Houve vários momentos em que senti que estava a ler dois livros diferentes, mas já lá vamos.
Este livro conta-nos a história de Sara, uma jovem sueca que dá início a uma troca de correspondência com uma velhota americana. As duas partilham o amor pelos livros e, para além de trocarem cartas onde se dão a conhecer, passam também a trocar os ditos. A Sara envia, por exemplo policiais nórdicos, e a Amy, alguns clássicos americanos. A amizade entre as duas evolui de tal forma que Sara se vê a ser convidada para ir passar férias à pequena localidade de Broken Wheel. Como a própria sinopse indica, quando ela lá chega, depara-se com uma situação totalmente inesperada e que vai dar inicio a todo um novo rumo na história. 

Dizer que este livro é perfeito para todas aquelas pessoas que gostam de ler, é dizer pouco. É-o de facto, mas também é muito mais. Uma verdadeira lição sobre como objectos tão simples como livros, podem de facto ajudar as pessoas em momentos de grande aflição. Gostei muito desta história mas poderia dizer que se encontra claramente dividida em duas partes. Numa primeira fase de leitura, acompanhamos a Sara os seus devaneios, os dilemas morais com que se depara e todas as suas dúvidas. Tornou-se por vezes massudo, pelo menos para mim. No entanto, do nada, o livro assume um tom mais leve e romântico, o que acabou por o salvar. Há quem tenha preferido o contrário, portanto este livro dá para os dois lados. A escrita é linda e com algum nível de profundidade que me espantou. Não esperava. Especialmente porque tinha este livro em wish (mas em inglês) há algum tempo e pela capa americana, sempre julguei que se tratasse de um livro super divertido. Tem os seus momentos, mas é muito mais do que isso.   
É um livro que fala sobre livros. Que nos dá a conhecer novos autores e que nos desperta a curiosidade face a várias obras. Dá realmente vontade de pegar em N histórias depois de ler este e, acabamos a dar por nós a pensar na frase que figura na capa do mesmo. Há sempre um livro para cada pessoa e uma pessoa para cada livro, algo assim. E é isto que a nossa personagem faz. Abre uma livraria e acaba por ir conhecendo as pessoas através dos livros que lhes dá e vice versa. Só houve uma coisinha que não apreciei tanto. Pelo facto de ser um livro que fala de outros livros, nomeadamente alguns clássicos, houve uma situação em que fui completamente spoilada sobre uma história, que por acaso figura na minha estante como um dos livros que mais quero ler. Fiquei não só a saber o cerne do enredo como o final em si. Passei-me claro. Mas depois também é aquela cena... são clássicos caramba... lê mas é e cala-te. Resumindo e baralhando, recomendo obviamente a todos os livrólicos que por aí andam, mas vão preparados, que a leitura não é assim tão fácil quanto isso. Mas o final compensa, ahh se compensa.

Sinopse: Se a vida fosse um romance, o da Sara certamente não seria um livro de aventuras. Em vinte e oito anos nunca saiu da Suécia e nenhum encontro do destino desarrumou a sua existência. Tímida e insegura, só se sente à vontade na companhia de um bom livro e os seus melhores 

amigos são as personagens criadas pela imaginação dos escritores, que a fazem viver sonhos, viagens e paixões. Mas tudo muda no dia em que recebe uma carta de uma pequena cidade perdida no meio do Iowa e com um nome estranho: Broken Wheel. A remetente é uma tal Amy, uma americana de 65 anos que lhe envia um livro. E assim começa entre as duas uma correspondência afetuosa e sincera. Depois de uma intensa troca de cartas e livros, Sara consegue juntar o dinheiro para atravessar o oceano e encontrar a sua querida amiga. No entanto, Amy não está à sua espera, o seu final, infelizmente, veio mais cedo do que o esperado. E enquanto os excêntricos habitantes, de quem Amy tanto lhe tinha falado, tomam conta da assustada turista (a primeira na história de Broken Wheel), Sara decide retribuir a bondade iniciando-os no prazer da leitura. Porque rapidamente percebe que Broken Wheel precisa de um pouco de aventura, uma dose de auto-ajuda e, talvez, um pouco de romance. Em suma, esta é uma cidade que precisa de uma livraria. E Sara, que sempre preferiu os livros às pessoas, naquela aldeia de poucas gente, mas de grande coração, encontrará amizade, amor e emoções para viver. E finalmente será a verdadeira protagonista da sua vida.

Um, dó, li, tá - Opinião

Opinião: Não tenho por hábito ler muitos thrillers ou livros com algum tipo de componente policial. E sinceramente pensei, que estando grávida ia preferir ler livros mais delicodoces e leves. De facto, no começo da coisa foi assim, mas agora dou por mim a desejar aquela sensação de ler um thriller inquietante. Daqueles que nos prendem e que nos fazem soltar gritinhos (algo que me acontece com alguma frequência). Vai daí, e depois de ter começado a ler um livro da minha querida Dorothy Koomson, e da coisa não estar a resultar, decidi pegar num dos livros que desejava muito ler ainda este ano. Comprei o um dó li tá na feira do livro do ano passado assim como a sua continuação. Claro que não li nenhum e, como o autor vem este ano à feira do livro, teve de ser. Os rabiscos são importantes para mim num livro e este não vai ser excepção. Foi absolutamente excepcional e um dos melhores livros que li este ano...o que para quem leu apenas 9 é dizer muito. 
O livro é exactamente aquilo que a sinopse promete. É o primeiro de uma série, a série Helen Grace e que garante muitas horas de tensão. Neste primeiro livro acompanhamos a nossa inspectora na resolução de um difícil caso de homicídios em série, ligeiramente macabros e aterradores. Duas pessoas são raptadas e confrontadas com a complicada escolha de decidir qual delas morre. Assim um bocadinho à Saw, segundo me disseram. Há sempre muito por trás deste tipo de casos, mas nesta história... há torrentes de significados por trás das mortes e à medida que vamos lendo e compreendendo aquilo que nos é exposto, vamos ficando cada vez com mais cara de parvas. Foram vários os momentos em que soltei as minha típicas exclamações, mas garanto-vos, que no momento em que se sabe quem é que está por trás das mortes, tudo nos cai ao chão. E das duas uma, ou continuamos a ler ou, precisamos de uma pausa para assimilar e juntar as pecinhas do jogo. 
A conclusão é brutal e inesperada e deixa-nos com vontade de pegar imediatamente no segundo volume. Confesso que gostava que o confronto final tivesse sido mais explorado e desenvolvido, mas por outro lado, o facto de o autor ter uma escrita super cinematográfica, faz com que a coisa passe bem ao lado. Ler este livro é como assistir a um autêntico filme. Brutal. Como já referi no começo, este ano o autor vem à feira do livro de Lisboa, penso que no dia 10. Claro que lá estarei para o conhecer pessoalmente e lhe perguntar, se ele joga com o baralho todo. 

Sinopse: DOIS REFÉNS. UMA BALA. UMA DECISÃO TERRÍVEL. SACRIFICARIA A SUA VIDA PELA DE OUTRA PESSOA?
Uma jovem rapariga surge dos bosques após sobreviver a um rapto aterrador. Cada mórbido pormenor da sua história é verdadeiro, apesar de incrível. Dias mais tarde é descoberta outra vítima que sobreviveu a um rapto semelhante.
As investigações conduzem a um padrão: há alguém a raptar pares de pessoas que depois são encarcerados e confrontados com uma escolha terrível: matar para sobreviver, ou ser morto.
À medida que mais situações vão surgindo, a detetive encarregada deste caso, Helen Grace, percebe que a chave para capturar este monstro imparável está nos sobreviventes. Mas a não ser que descubra rapidamente o assassino, mais inocentes irão morrer?
Um jogo perigoso e mortal num romance de estreia arrebatador e de arrasar os nervos, que lembra filmes como Saw, Enigma Mortal e A Conspiração da Aranha.

sábado, 7 de maio de 2016

Revelações

Desde que me conheço que sonho ser mãe. Sempre foi um sonho e um desejo e, portanto, ver-me cada vez mais perto de cumprir esse papel está a ser mágico. No entanto, sempre me imaginei mãe de uma menina. Nas minhas brincadeiras em criança, lá no meio dos nenucos e restantes bonecadas, sempre tive filhas e sempre se chamaram Laura. Não me perguntem porquê. Talvez seja daquelas coisas intrínsecas às meninas. Brincamos às mães e aos pais e somos sempre mães de meninas. Por este motivo, não é de estranhar que nas minhas fantasias de mãe e nestes 5 meses de gravidez, sempre tenha imaginado uma menina. A vida e o dia-a-dia com uma menina, cheia de coisinhas cor de rosa, vestidinhos e laçarotes, cabelinho aloirado e encaracolado como o do pai e feitio de caca como a mãe.
Por trabalhar com crianças sempre achei as meninas mais interessantes. Sorry... mas são. São mais espevitadas, mais nariz empinado e com muito mais personalidade. Mais espertas e maduras... o que também faz com que sejam mais difíceis de educar (especialmente na adolescência...felizmente já me livrei da adolescente cá de casa)...os rapazes são mais práticos, mais simples e mais barulhentos. Mas também é um dado adquirido que são muito mais dados às mães e as meninas aos pais.
Ontem foi dia de ir fazer a ecografia do 2º trimestre. A eco morfológica, onde todos os órgãos são vistos ao pormenor e onde se fazem montes de medições. É também a eco onde geralmente se descobre o sexo do bebe. Finalmente ficámos a saber o que é que tenho aqui dentro aos pontapés a toda a hora. Lembram-se quando aceitei apostas sobre o sexo do bebe? Digamos que a maioria das pessoas estava certa. Vem por aí um menino. O mais estranho foi que assim que a eco começou e olhei para a cara do bebe, pensei logo que era um rapaz. Se fosse menina provavelmente teria um nariz mais pequenino e arrebitado. Passado quase 20 minutos lá o médico desvendou o sexo de uma forma que me fez rir à gargalhada e ao pai da criança também. Parou a imagem (onde se via muito bem a forma do sexo) e começou a desenhar à volta a fazer o contorno. Depois, só para que eu não tivesse dúvidas, escreveu "pilão xxl". O meu mundo parou naquele momento. 
Não consegui parar de sorrir tal era a felicidade que estava a sentir. Naquele momento, todas as ideias sobre ter uma menina voaram pela janela. Fiquei tão feliz que vim para casa o caminho todo a sorrir. Estou super feliz e sinto-me literalmente, nas nuvens.
Finalmente vamos poder começar a planear e preparar a chegada deste bebe. Comprar roupinhas que não sejam neutras, decorar o quarto dele e escolher nomes. Esse é o próximo desafio. Só tínhamos nomes para meninas e nada de ideias para rapaz. Agora é pesquisar e pensar realmente naquilo que gostamos. Que nomes mais vos seduzem? Confesso que não sou fã de nomes tradicionais e prefiro muito mais nomes que sejam pouco vistos. Dou por encerradas as apostas e que comece uma nova etapa na gravidez. 

sábado, 30 de abril de 2016

Passatempo De Amor e Sangue * Resultado


Alo gente fofa! Hoje trago-vos o resultado do passatempo de aniversário aqui da je. A sorteio estava um exemplar do livro De Amor e Sangue, de uma das minhas escritoras preferidas, Lesley Pearse. 



Com um total de 134 participações, sendo que 124 foram consideradas válidas, a vencedora foi a participante nº 116, Cláudia Teixeira, de Paço de Arcos. Espero que leias a mensagem que te enviei =)








Muito obrigada a todos pela participação e por me ajudarem nesta tarefa hercúlea de limpar as minhas estantes, não só de livros repetidos, como era o caso, mas também de livros que já não quero. 
Entretanto, estamos perto do aniversário do blog, pelo que espero poder lançar mais alguns passatempos entretanto. 


segunda-feira, 25 de abril de 2016

O Pacto #1 - Opinião

Opinião: Começo esta opinião por dizer que passadas algumas horas desde que terminei a leitura deste livro, ainda me sinto meio apanhada de surpresa pelo simples facto de ter realmente gostado daquilo que li. Se acompanham o blog com regularidade, sabem que eu e romances eróticos não nos damos bem. Temos assim uma relação de ódio-ódio. Ainda não houve um único livro dentro do género que eu tenha gostado, no entanto, verdade seja dita: o que é que eu já li, que se enquadre no género e que eu não tenha gostado? 1 livro. Apenas 1 livro e foi o suficiente para classificar todo um género como fraco. Não preciso de relembrar que esse livro foi as 50 sombras de cóco e que o odeio de morte com todas as forças do meu ser. Acho que aquilo que tenho dito que não gosto é da forma como determinadas cenas são retratadas pelos autores em diferentes livros de diferentes géneros. Como por exemplo em Outlander. O que que este livro fez, foi obrigar-me a dar um dedinho à palmatória, porque na realidade gostei bastante dele.
Estamos perante um livro New Adult com uma forte componente erótica mas que não é o foco principal da história. Talvez isso tenha ajudado ao facto de ter gostado tanto. Acompanhamos duas personagens principais que, como o próprio nome do livro indica, fazem um pacto que os compromete a ajudarem-se um ao outro com diferentes objectivos. Ambos têm um passado conturbado que, longe de ser novidade neste tipo de histórias, ajuda a dar alguma profundidade à leitura. Hannah é uma menina certinha e Garrett um bad boy, no entanto, as coisas não são assim tão preto no branco e também os papeis se podem inverter de vez em quando. Gostei muito da forma como o Garrett ajuda a Hannah a soltar-se e a confiar mais, não só nas pessoas, mas também no meio que a envolve. Mas gostei principalmente da forma como a Hannah, sem realmente se aperceber, acaba por ajudar o Garrett em mais que uma forma.
Não estamos perante um livro mega elaborado, super dramático e com uma grande carga emocional. Mas somos antes confrontados com um livro muito fácil de ler, muito simples a nível de escrita e com uma construção de história que faz sentido. Este ultimo aspecto foi aquele que mais gostei. A escrita é aquilo que se esperaria de um romance New Adult. Alguns palavrões pelo meio, algum calão que em algumas situações me desagradou; sempre que leio coisas como o meu pau isto ou aquilo, dou por mim a perceber que me estou a tornar uma careta de 30 anos e tenho de me forçar a lembrar, que as personagens do livro estão nos 20 e que para além disso, são americanas. Que me perdoem o juízo de valor... mas a sério... ler estes livros ou ver um filme sobre uma qualquer faculdade americana e os seus jovens e festas de fraternidades é quase a mesma coisa. Mas neste caso a história foi bem construída. Não temos o típico amor instantâneo ou os habituais dramas de filme. 

Temos uma relação que começa com bastante indiferença, avança para a amizade e culmina num romance hot hot hot, capaz de nos fazer ler compulsivamente até às 2 da manhã. Acordei por volta das 8, após ter sonhado com as personagens e, atirei-me imediatamente à leitura do livro. Por volta do meio dia tinha terminado.
Não tenho na realidade, melhor elogio que este a fazer ao livro em si. É uma leitura viciante que dá início a uma nova série que espero, sinceramente, que seja publicada pela Suma em Portugal. Já sei que o foco dos restantes livros irá ser nas personagens que rodeiam a Hannah e o Garrett, mas honestamente, se forem tão aditivos quanto este, nem me importo muito. 



Sinopse: Hannah Wells encontrou finalmente aquela pessoa. Segura e confiante em todas as outras facetas da vida, enfrenta uma série de receios e inseguranças no que toca a sexo e sedução. Se quiser prender a atenção da sua nova conquista terá que sair da zona de conforto... Mesmo que tal signifique ter que aturar o arrogante e infantil capitão da equipa de hóquei... E vai ser tão bom. 


Ser jogador de hóquei profissional foi tudo o que Garrett Graham sempre quis, mas as notas de final de formatura ameaçam deitar por terra este sonho, pelo qual tanto tem lutado. Se ajudar uma morena, muito gira e cheia de sarcasmo, a fazer ciúmes a outro lhe garantir a posição na equipa, que seja! Mas um inesperado beijo leva-os às cenas de sexo mais incríveis das suas vidas, e não vai levar muito tempo até que Garrett perceba que fingir não será o caminho... Terá, sim, que convencer Hannah de que o homem que ela procura se parece em tudo com Garrett. Elle Kennedy é autora best seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal. Escreve romances de suspense e eróticos contemporâneos. Heroínas fortes e sensuais, e heróis sexy e musculados são marca dos seus livros, temperados com muito «calor» e alguns perigos, pelo que já conquistou um vastíssimo público leitor

sábado, 16 de abril de 2016

29 e tantos

Ontem foi o dia em que fiz 29 anos. Woo. Caneco...como é que o tempo passa tãoo depressa?? Ainda me lembro do tempo em que achava que ter 29 anos era o equivalente a estar super velha e cota e com a vida já toda organizadinha e bem definida.
Como é que é possível que uma pessoa se engane tanto quando é adolescente? Por volta do meu 7º ano havia um jogo que eu e a minha melhor amiga +Cátia Costa  costumávamos fazer. Sinceramente nem me lembro se a coisa tinha nome mas começava com a seguinte pergunta: Com quantos anos queres casar? Colocávamos o numero escolhido no centro de uma folha e, depois, tínhamos de escolher cerca de 5 países onde passar a lua de mel, 5 cores para o nosso vestido, 5 meios de transporte e mais umas quantas coisas parvas. 
Imaginando que dizíamos que queríamos casar com 24 anos (sim eu costumava achar que aos 24 ia ter a vida feita) a nossa amiga ia contando as opções todas até chegar ao 24 e riscava a que calhava até ficar só uma opção de cada conjunto. No final dava algo do género: Ok...vais casar com 24 anos, na praia, vais de verde, a lua de mel vai ser na Brandoa, vais ter 8 filhos e o teu marido vai chamar-se Manel e já agora, é ruivo. Tchanannn.... era isto que uma pessoa fazia para imaginar como seria o nosso futuro a nível romântico (o que acabava por ser, no fundo, o equivalente a toda a nossa vida). Fomos adolescentes felizes. 
Mas ontem, dia de festa, o meu dia foi uma perfeita caca. Tudo a nível profissional, adiante-se. Foi um dia muito atribulado composto por um grande problema que se mantém por resolver e que não me sai da cabeça. Mais para o final do dia a coisa começou a melhorar e in the end, a coisa passou-se. Houve ali um momento, na altura de cantar (pela 4ª vez nesse dia) os parabéns, que dei por mim a pensar no que tinha conseguido conquistar com 29 anos de idade, comparando com aquilo que pensava que a minha vida ia ser, quando era miúda. A verdade é que a coisa até nem está assim tão desfazada daquilo que imaginei...talvez com a excepção de não ser magra ou rica, coisas que pensava realmente que me iriam acontecer eventualmente. Também pensava que ia ter um carro giro e vestir-me como uma senhora... mas nem uma coisa nem outra. De qualquer das formas, acho que vou ser aquela pessoa que quando fizer os 30 vai chorar pelo fim de uma etapa e o começo de outra! Ontem depois de ter jantado fora com o namorido, disse-lhe o seguinte: "Agora para terminar a noite, se não estivesse grávida, íamos ao Cachaça dançar". Ao que ele me respondeu: "Pff... esquece... já passaste o prazo de validade do Cachaça, aquilo é só miúdas". Fiquei com cara de cú confesso e pensei, mas que raio é que este tolo está para aqui a dizer? Eu sou uma miúda!!! Ainda hoje me deram 25 anos! Eu consigo tocar com os pés na cabeça!!! Depois respirei fundo e segui em frente.
Enfim... tudo isto para agradecer a todas as pessoas que contribuíram para o meu dia ser um bocadinho melhor do que aquilo que foi. Obrigada pelas mensagens de parabéns e pelas prendinhas para mim e para o baby. Adorei tudo! Espero sinceramente que continuem desse lado para ler o discurso lamentável dos 30 anos. 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

By Mom - Love it!!!


Ultimamente, tanto eu como o pai da criança, temos pensado bastante no futuro quartinho do nosso bebe. Houve uma mudança de ultima hora cá por casa, que fez com que acabássemos por ganhar um quarto a mais e um escritório que nunca tínhamos planeado. Sorte para nós que agora temos muito mais possibilidades do que antes.
Não sei se posso falar de boca cheia, ou assim com muitas muitas certezas, mas tenho sempre a sensação, de que a decoração do quarto do bebe, acaba por ser sempre preocupação e responsabilidade das mães (ou então somos nós que usurpamos a tarefa para nós). Mas no nosso caso, ambos nos preocupamos com o ambiente que queremos criar para a nossa cria.
A melhor coisa de todas é que temos o mesmo gosto a nível de decoração, o que faz com que ambos estejamos na mesma onda sobre aquilo que queremos. Nada de coisas com bonecos. Sei que há muitas mães que gostam deste estilo, aliás conheço montanhas delas, mas pessoalmente não gosto. Já basta a roupa dos bebes estar praticamente toda decorada com ursos e gatinhos a andar de barco ou carro, para ainda ter de encher as cortinas e lençóis com mais bicharada. Gostamos muito mais de padrões, de cores suaves conjugadas com outras mais fortes...de um quarto de bebe que facilmente se adapte à idade da criança e aos anos vindouros.
Por isso, quando numa das minhas mil e trezentas pesquisas pelo facebook fora, descobri a página da By Mom, fiquei rendida. Tem tudo aquilo que gosto e mais um bocadinho assim. Desde as cores utilizadas, aos padrões, ao estilo todo no geral, é mesmo aquilo que queremos para o quarto do nosso bebe. Estou absolutamente rendida aos amarelos e cinzas, assim como aos azuis e corais e todas as cores e combinações e mais algumas. Como na Sexta feira faço anos, decidi comprar uma prenda de mim para mim; este ano, pasmem-se, a prenda não vai ser um livro. Este ano decidi oferecer a moizinha uma linda almofada de amamentação, que daqui a uns bons tempos, vai ser a minha almofada de leitura! 

Mal posso esperar por a ter cá em casa e começar a namorar com ela. Afinal de contas é do conhecimento geral que as almofadas de amamentação e semelhantes chouriços almofadados, são os substitutos dos maridos durante as ultimas semanas de gravidez. 
Portanto é isto. Encontrei a pessoa perfeita para me ajudar a decorar e personalizar o quarto da cria. Deixo-vos o link para a página do facebook, para que possam colocar o vosso gosto e namorar todas estas coisas maravilhosas que há por lá. 

https://www.facebook.com/ByMom30/timeline

domingo, 10 de abril de 2016

Party Day


Hoje é dia de festarola em casa da prima Cláudia. Não me canso de vos mandar ir espreitar o blog dela. Chama-se Curly aos Bocadinhos e, é dos blogs em que mais gosto de navegar. Porque é mais do que um blog sobre livros (a gaja vai lançada em leituras este ano... grrr) acaba por se tornar um espaço, onde a pouco e pouco vamos conhecendo mais e mais da pessoa por trás da coisa. É íntimo, é pessoal e confortável. Adoro-o. 
Mas vamos parar com a graxa e passar ao que interessa. Tenho ordens médicas para não abusar em doces. Idealmente para nem os comer. Ordens para me ficar pelas gelatinas e fugir a 7 pés de tudo o que for pão. Durante a consulta fiz questão de relembrar à enfermeira, que em Portugal e no mundo existem montanhas de variedades de pão... e que eu não provei nem metade deles. Portanto, como assim fugir do pão?? Tem como fazer isso? Não sei como conseguem viver aquelas pessoas que não comem nem uma côdeazinha! Sério... como?
Posto isto, ainda não sei que coisas doces me esperam por terras saloias... mas uma coisa é certa... hoje vou esquecer a enfermeira por um pedacinho. Juro-vos que o bebe já anda aos pinotes aqui na barriga, só com a expectativa de poder comer gordices! Portanto prima, não espero uma pavlova... mas pelo menos um bolinho bom! Cof cof será que a tia fez o bolo de cenoura???