domingo, 24 de janeiro de 2016

Mil Folhas de Tudo e Nada #9 |Prendas de Natal e o Dilema - O que fazer com prendas que não gostamos?

Para aqueles que não têm por hábito acompanhar o canal, hoje venho mostrar-vos os livros que recebi de prenda durante o mês de Dezembro. Foram muitos os livros novos que me chegaram cá a casa. Organizei-os em 3 pilhas diferentes: A pilha do marido, a das amigas do RudClaus e, os livros comprados por mim.
Todos os livros que o meu marido me deu, fui eu que escolhi, por isso à partida não há erros com os mesmos. Escolhi-os, quero-os muito, donne. O mesmo se passa com os livros que comprei para mim e, por sorte, o mesmo se passou com todos os livros que as minhas amigas me ofereceram. Eram livros que estavam em wishlist (nem todos) e cujo único contra, que não é bem um contra, foi que os adivinhei quase todos, o que acaba por tirar um bocadinho a piada à coisa. Mas adiante... hoje re-organizei as estantes; sacudi o pó ás coisas e acabei por separar um pilha enorme de livros que procuram agora uma nova casa. E foi durante este processo de limpeza e reciclagem que me deparei com duas questões importantes: O que fazer com prendas livrólicas que não gostamos?
A sério que penso muito nisto, especialmente porque (felizmente) as pessoas oferecem-me muitos livros... só que nem sempre acertam na coisa. E o que fazer nesses casos? Já aconteceu darem-me livros com o talão de oferta e dizerem abertamente para trocar o livro caso não goste da coisa. E eu faço-o sem problemas. Mas a maioria das vezes a coisa vem sem talão e portanto, o que fazer nessas alturas? Devemos guardar o livro na estante por respeito à pessoa que o ofereceu? Arranjar-lhe nova casa? Honestamente não sei, mas a coisa fica ainda pior quando a pessoa que nos deu o livro é uma amiga muito próxima. Shit. Nestes casos confesso que acabo por guardar o livro, mesmo que não tenha interesse nenhum em lê-lo. E sim, isto tem acontecido muito. Tenho dado por mim a olhar para a estante e a arrepender-me de algumas aquisições, o que me levou hoje a proferir a seguinte frase: " ...eu não quero mais livros".
Pasmem-se... eu disse isto e estava (e estou, concentra-te Neuza) a falar a sério. Não quero mais livros. Ultimamente o peso dos livros por ler tem mexido comigo. Já não consigo olhar para a estante como uma colecção de livros lindos que um dia vou ler, mas como uma pilha enorme e sem fim de bons livros que não consigo ter tempo de ler, ou pior ainda, de livros nos quais perdi todo o interesse. E é por isto estar a acontecer que eu digo que, não quero mais livros. Estou a lembrar-me que o dia dos namorados vem por aí, passado uns tempos os meus anos e que, não vou querer livros do meu namorido. Já chega... está na hora de começar a ler aquilo que tenho por aqui. Acham que estou doidinha certo?
Mais alguém tem sentido estas coisas ou nem por isso?? Possivelmente não... mas pronto, aqui fica o meu video de aquisições de Natal. Espero que gostem. 


Divulgação * Porto Editora


Sinopse: Em 1871, a Comuna de Paris, a mais nobre revolução que o mundo já conheceu, incendiou os corações e as ruas.

Élisabeth Dmitrieff é a enviada e representante de Karl Marx na capital francesa. Jovem, tão frágil quanto arrebatadora, recusa-se a amar algo ou alguém que não a revolução. Léo Frankel, revolucionário húngaro e também ele membro da Primeira Internacional, tem o sonho de construir um modelo ideal de sociedade sem exploradores nem explorados. Mas poderá o amor nascer na insurreição e sobreviver no coração da barricada?
Numa escrita apaixonada e de ritmo alucinante, combinando personalidades históricas como Louise Michel, Victor Hugo, Karl Marx ou Georges Clemenceau com personagens ficcionadas, Catherine Clément faz o retrato literário destes dias trágicos e gloriosos, «que começaram com a alegria e terminaram com o sangue», oferecendo-nos uma narrativa de esperança e de sonho, numa homenagem a todos cujas vidas foram tocadas pelo Génio da Liberdade.

Reviver a mais apaixonante revolução francesa 

A Porto Editora publica, a 1 de fevereiro, o mais recente romance de Catherine Clément, Amemo-nos uns aos outros, que retrata e desmistifica os tempos agitados da Comuna de Paris e cruza personagens ficcionadas com personalidades históricas como Karl Marx, Victor Hugo ou Louise Michel. No decorrer da narrativa, acompanhamos a emoção das batalhas e motins, a discussão de direitos há muito adiados, a instauração de um novo regime, e uma história de amor marcada pela revolução. Da longa obra de Catherine Clément, que conta com mais de 30 livros publicados, foi no romance histórico que a autora ganhou o seu grande protagonismo. No catálogo da Porto Editora estão já os romances Dez Mil Guitarras e A Rainha dos Sipaios.

Fala-me de um dia Perfeito - Opinião

Opinião: Hoje venho falar-vos de um dos livros que se tornou um favorito de 2015. Fala-me de um dia Perfeito, de Jennifer Niven. 
Favorito porque me marcou profundamente; porque me fez rir à gargalhada e chorar desalmadamente. Sim, é um desses livros.
Penso que falei sobre este livro mais em detalhe no vídeo de leituras do mês de Outubro e Novembro, no entanto, e como prometi actualizar o blog antes do ano novo (ainda estou a tempo), tenho de escrever sobre ele.
Foi um favorito. Não sei quanto a vocês...mas eu sinto que tenho sempre mais dificuldade em falar ou escrever sobre livros que gostei muito, do que todos os outros. As opiniões tornam-se confusas, repetitivas e andam sempre à volta do adorei adorei adorei, pois eu sou aquela pessoa cuja vida se rege pelo 8 ou 80. Mas vamos lá... alerto desde já que a coisa pode ficar confusa, assim como para o facto de todas as informações que vou dar sobre o livro, constarem tanto da sinopse portuguesa, como da original em inglês.
Esta história é-nos contada sob o ponto de vista de duas personagens: a Violet e o Finch. São ambos muito diferentes um do outro. Ele é o típico rapaz sofrido e "renegado" da escola. Giro mas estranho e que, por esse motivo, é posto de parte. Ela a típica menina bonita americana, que é popular e conhecida de todos. Encontram-se no topo da torre mais alta da escola, onde acabam por se ajudar um ao outro. Ambos tinham razões para estar naquela torre, naquele dia e, a partir desse momento, o Finch passa a tentar ajudar a Violet, no sentido de perceber o que é que leva a menina perfeita a querer estar no topo da torre.
Este livro é mais que uma história de amor... é a prova de que quando queremos muito, e independentemente da nossa idade, conseguimos realmente fazer a diferença na vida dos outros. Ainda que o resultado final nem sempre seja aquele que nós esperávamos. Longe de ser o típico YA levezinho e rasca, este livro atinge uma profundidade absolutamente real e tocante, pois lida com problemas muito sérios na adolescência, tais como depressões e outros problemas mentais. Mas é sobretudo um alerta, para que estejamos atentos a vários sinais que os jovens nos dão e que muitas vezes teimamos em ignorar. Quando por vezes achamos que determinado comportamento é típico da idade, vale a pena olhar duas, três vezes, só para ter a certeza e, procurar ajuda nos momentos certos, sem vergonha.
Adorei este livro. É fácil perceber porque é que se tornou um dos favoritos do ano. Agarrou-me sem eu perceber que isso estava a acontecer. Comecei a ler e quando dei por ela, já não havia volta a dar. O meu coração ficou desfeito e isso deixa marcas profundas num leitor. Vale a pena referir que é um livro incrivelmente bem escrito (mas não pretensioso) e que é baseado na própria experiência da autora, o que de facto se nota na história que ela nos conta.
Resta-me terminar dizendo que o recomendo a todos os leitores que se encontram dentro da faixa etária de um young adult, seja adolescentes, mas também a pais e educadores que se preocupam com a temática. Tenho ainda que agradecer à editora pelo envio do livro (aliás por todos aqueles que se estão a acumular)... porque com este, acertaram em cheio! 


Sinopse: Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.





domingo, 10 de janeiro de 2016

Mais Kinsella - Uma Rapariga dos Anos 20 - Opinião * Divulgação | Diz-me quem sou

Sinopse: Lara sempre teve uma imaginação muito fértil, mas agora, questiona-se se não estará a ficar louca. As raparigas normais de vinte anos simplesmente não vêem fantasmas! Inexplicavelmente, o espírito da sua tia-avó Sadie - sob a forma de uma rapariga ousada, exigente e dançarina de Charleston - apareceu-lhe para fazer um último pedido: Lara deve encontrar um colar que se encontra desaparecido para que Sadie possa descansar em paz. 
Lara já tem problemas que cheguem na sua vida. A sua nova empresa está em declínio, o seu melhor amigo e parceiro de negócios fugiu para Goa e acaba de ser abandonada pelo amor da sua vida. 
Mas à medida que Lara passa tempo com Sadie, a vida torna-se mais fascinante e a caça ao tesouro transforma-se em algo intrigante e romântico. Poderia o fantasma de Sadie ser a resposta para os problemas de Lara? Poderiam duas raparigas de épocas diferentes aprender algo especial uma com a outra?

Opinião:
Comecei o ano da melhor forma possível. Desde o Natal (ou até mesmo antes disso) que não me apetecia ler nada. Comecei cerca de 3 ou 4 livros e nenhum me prendeu o suficiente para não querer parar. Acho que todos os leitores passam por situações do género, especialmente perto do final do ano, em que nos sentimos mais cansados e com crises de preguicite aguda.
Mas como forma de combater a letargia que de mim se apoderara, decidi pegar num livro que garantidamente me iria prender. Uma Rapariga dos Anos 20, de Sophie Kinsella, a minha mais que tudo para momentos de crise.  Este livro é talvez um bocadinho diferente de todos os que já li da autora. Segue um registo um bocadinho mais sério, ainda que com enormes pontadas de humor; Foi interessante constatar que a autora também é capaz de ser séria quando necessário e que, consegue criar histórias diferentes do habitual, divertidas mas sem caírem na palermice.
Neste livro acompanhamos a Lara, uma jovem de 28 anos que é obrigada a ir ao funeral de uma tia-avó que praticamente ninguém na família conhece. Paro já aqui a coisa para dizer que a cena do funeral é brutal. Ri-me tanto tanto tanto...mas bom continuando, durante a cerimónia o fantasma da sua avó, decide aparecer à Lara e, obriga-a a parar o funeral, sob o pretexto de que precisa encontrar um colar que desapareceu. E é esta a premissa muito simples desta história. Lara passa então a andar acompanhada de um fantasma dos anos 20, completamente doido e incomodativo, mas que lhe vai ensinar importantes lições de vida.
Não sabia bem o que esperar deste livro. Esperava à partida montes de momentos de gargalhadas... e tive-os. Mas é curioso referir que este livro também me emocionou ao ponto das lágrimas. Sim sim... eu sou uma madalena que chora por tudo e por nada, mas é que há aqui uma cena no livro, relacionada com um lar de 3ª idade, que me fez sentir tantas, mas tantas saudades dos meus avós... que pronto, foi choradeira garantida. As hormonas por este lado andam meio que descontroladas, por isso um descontinho por favor. Sophie Kinsella é simplesmente brilhante e sem dúvida uma das minhas autoras preferidas. Já disse montes de vezes que quero ler tudo tudo dela! Será que ela escreveu algum livro que eu não vou gostar?? 
Espero que não, até porque vai haver livro novo dela! Foi esta semana divulgado que a Quinta Essência, vai publicar mais um livro da autora. Desta feita irá ser o título Diz-me quem sou e eu mal posso esperar por o ter nas minhas mãos! Algo que me diz que este ano vou precisar de muita leitura leve na minha vida e, quem sabe este não será o ano em que leio tudo desta senhora?

Sinopse: 
E se acordasses e a tua vida fosse perfeita?

E se um dia abrir os olhos e, de repente, a sua vida for perfeita? Por incrível que pareça, esse sonho tornou-se realmente realidade para Lexi Smart. Tinha um emprego mal pago, dentes tortos e uma vida amorosa horrível quando, uma manhã, acorda numa cama de hospital e descobre que a sua esplêndida dentadura deslumbra como um anúncio de pasta de dentes, as suas unhas têm uma excelente manicura, e as suas roupas e acessórios são os de uma mulher muito rica. E como se isso não bastasse, está casada… com um desconhecido!!! Superada a grande surpresa, Lexi pretende aproveitar o seu novo eu, com o qual poderá comprovar em primeira mão as vantagens e desvantagens que podem resultar de uma inesperada vida perfeita.

Sophie Kinsella é a genial criadora de Becky Bloomwood, la famosa «louca por las compras», uma das personagens mais simpáticas e perigosas da literatura. Com os seus milhões de fiéis leitores repartidos por meio mundo, Kinsella é uma das autoras mais divertidas e populares dos últimos tempos. Diz-me quem Sou vendeu mais de um milhão de exemplares só em inglês e mais de 250 mil em alemão. Além disso, foi número um em Inglaterra, Estados Unidos e Itália.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

De Amor e Sangue - Opinião

Opinião: Portanto falhei na promessa que impus a mim mesma de conseguir actualizar o blog até ao final de 2015. Grande coisa =) acho que ainda vou a tempo, afinal de contas ainda só estamos há algumas horas dentro de 2016.
Hoje trago-vos a opinião de mais um livro de uma das minhas escritoras preferidas de sempre: Lesley Pearse. 2015 foi o ano em que regressei finalmente a esta escritora.
Talvez não se lembrem (certamente que não), que há 2 anos atrás, penso eu, decidi dar uma pausa dos livros de três das minhas escritoras favoritas. Sendo elas Leslesy Pearse, Dorothy Koomson e Joanne Harris. Houve um ano em que li tanta coisa destas 3 que chegou uma altura em que senti, que tinha de parar, não só para conhecer novos autores, mas também para não me cansar. Sim eu sei; se são favoritas como é que nos podemos cansar delas? Acreditem em mim... podemos. Porque quando lemos muita coisa do mesmo género, começamos a notar certos padrões que podem estragar as leituras para nós. E assim, parei. Mas este ano e, por força das circunstâncias, peguei nela de novo e lá me preparei para mergulhar numa história que prometia muito drama e tragédia, bem ao estilo Lesley.
Este livro conta-nos a história de Hope, cuja vida começamos a acompanhar logo após o seu nascimento. A Hope tem a sorte de nascer no seio de uma família da aristocracia inglesa, que é o mesmo que dizer, com condições financeiras. No entanto, tem o azar de ser fruto de uma relação extraconjugal... e por esse motivo o seu nascimento não é desejado. Ela é então entregue às empregadas que têm de decidir o seu destino e, uma delas acaba por a entregar aos cuidados da sua própria mãe. Portanto a Hope vê-se a crescer no meio de uma família sobre-lotada de crianças, muito pobre, com condições muito parcas de vida, mas com imenso amor para dar. Cresce feliz. Isto tudo, até ao dia em que tem o azar de ser testemunha de um acto que pode pôr em causa muita coisa na vida de muitas pessoas que a rodeiam. E como as coisas nunca são simples na vida das mulheres que Lesley cria, a Hope vê-se forçada a abandonar tudo aquilo que conhece, a fugir, a deixar tudo para trás. Ela acaba por fugir para a cidade... o que nos anos de 1800 e troca o passo, nunca era uma coisa boa para alguém pobre, sozinho e mulher.
Perante mil adversidades a Hope acaba por ter a sorte de conhecer o Dr. Bennet que, entre outras coisas, a leva consigo para a guerra da Crimeia, onde o seu passado se vai cruzar com o seu presente e levar a Hope a enfrentar factos que queria esquecer.
Uff.. tentei resumir a coisa ao máximo sem dar grandes spoilers, o que acreditem, quando se trata dos livros da Lesley, é tarefa complicada. Adorei este livro, como aliás, não poderia deixar de ser. A senhora Pearse tem a capacidade incrível de me prender às suas histórias logo nas primeiras páginas, algo que não acontece sempre com a maior das facilidades. No entanto, apesar de ter adorado o livro, a história e as mil voltas e reviravoltas que a coisa deu, acabei por lhe dar 4 estrelas no goodreads. Porquê? Porque a história da Hope me lembrou imenso a da Belle e por vezes até da Matilda (com montes de excepções, atenção). Pelas suas histórias se passarem sempre dentro do mesmo período de tempo, ambas acabam por passar por situações muito semelhantes, o que faz com que eu acabe por sentir, que já li aquilo em algum lugar. Parece que a pausa de 1 ano ou 2 anos, não foi suficiente. 
Culpa desta mestre do drama que é capaz de nos fazer recordar personagens durante uma vida! Definitivamente que quero ler tudo o que tenho da autora, mas o próximo livro que pegar dela, irá ser um contemporâneo. Algo que se passe nos dias de hoje e de preferência sem guerra, sangue e tripas, cujas descrições a autora, faz na perfeição. Se são fãs e ainda não leram, força, não se vão arrepender. Caso ainda não conheçam a autora, ficam já a saber que um dos meus livros preferidos da vida, foi escrito por ela... portanto... do que estão à espera??

Sinopse: Há laços que nunca se quebram.

Somerset, 1836.
A recém-nascida Hope é a prova viva do adultério da mãe, a aristocrata Lady Harvey. A sua chegada a este mundo não é festejada e as lágrimas em seu redor não são de alegria. Imediatamente arrancada àquele meio privilegiado e entregue nas mãos dos Renton, uma família pobre mas acolhedora, Hope cresce sem saber a verdade sobre as suas origens. E quando chega o dia em que também ela tem de começar a contribuir para o sustento da família, é precisamente para os Harvey que trabalha. Deslumbrada perante a mansão luxuosa, a elegância dos seus patrões e a beleza que os rodeia, Hope enfrenta com brio e gratidão a extenuante rotina de trabalho. 
Mas a descoberta de uma ligação proibida vai lançá-la sozinha para as ruas, para uma vida de miséria e solidão. É na adversidade, porém, que descobre uma força interior que desconhecia, bem como um talento para ajudar os mais fracos. Trata-se de um dom que não passa despercebido ao Dr. Bennett, que a leva consigo para a Crimeia, para ajudar a tratar dos feridos vindos dos sangrentos campos de batalha. Mas os segredos do passado teimam em vir ao de cima, e Hope tem ainda um longo caminho a percorrer na tentativa de enfrentar o legado do seu nascimento. 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Haul de Dezembro


Estes foram os livrinhos que me chegaram cá a casa durante o mês de Dezembro. Ainda vou fazer outro vídeo para as prendas de natal, que são basicamente, outra pilha do mesmo tamanho desta! Obrigada já de ante mão, a todos as minhas amigas que me ofereceram livros este natal =) vocês são as maiores! 
Sobre estes meninos novos na estante, estou obviamente entusiasmada com todos (como sempre). No entanto há uns que me estão a berrar ao ouvido mais que outros. Especialmente o segundo livro da trilogia Endgame! Mal posso esperar por me atirar de novo aquelas aventuras e mistérios! Também estou em pulgas para ler o livro novo da Kate Morton. Mas com medo! Muito medo! Enfim... avizinha-se a conversa do costume. Tenho de reduzir a compra de livros e atirar-me aquilo que tenho cá por casa. Tenho tanta coisa boa na estante por ler, que vai sempre ficando para trás, por conta das novas aquisições. Não pode ser.
Ainda me lembro de quando tinha apenas cerca de 20 livros por ler. Tinha ainda uma prateleira ao lado da estante onde ia colocando os livros que eram prioridades. Ia sempre adicionando livros novos conforme ia dando vazão aqueles. Agora olha... no estado em que a coisa está, sempre que termino uma leitura fico a olhar para as estantes a escolher, escolher, escolher ... e assim fico...
Certamente que não estou sozinha nisto; o que me vai dando algum alento é saber que não sou a única maluquinha dos livros por ai! Mas lá terá de ser. Se continuar a comprar livros que nem uma maluca, ainda que os compre muito mais baratos, como é o caso, nunca vou conseguir reduzir a lista de livros por ler. Já estou a preparar os posts de análise às leituras e desafios do ano e aí faremos contas! Por agora, vejam as novidades que tenho por aqui. Já leram algum?



sábado, 26 de dezembro de 2015

PASSATEMPOS DE NATAL * RESULTADOS

Trago-vos os resultados dos 2 passatempos de Natal feitos até agora aqui no blog. Os vencedores já foram contactados, mas só agora tive oportunidade de vir aqui divulgar publicamente os resultados.
Uma pequenina consideração acerca dos passatempos. Recebi uma mensagem de um "leitor" do blog muito chateado, por vários motivos. Um deles, e como ele próprio dizia, "ah e tal, no ano passado houve mais passatempos". Verdade que sim. "ah, os resultados demoram muito a sair". Verdade também.
E se se estão a perguntar de que forma é que estes dois pontos se relacionam, deixam que vos esclareça, não vá o "leitor dos passatempos" ficar ainda mais zangado por não obter resposta da minha parte. 
O ano passado houve mais passatempos, porque estava em casa desempregada, sem nada para fazer e, portanto, com muito tempo livre para dedicar ao blog. Já comentaram comigo que o blog anda paradito. Verdade; mas não tenho mesmo tempo para cá passar e fazer tudo aquilo que me apetece. E honestamente, passar aqui durante 3 minutos para colocar o lançamento do livro X, só para dizer que postei algo, não me agrada. Se é para fazer as coisas, ao menos que sejam bem feitas! Detesto fazer coisas à pressão, assim como detesto sentir que não consigo dar vazão a tudo. 
Outro aspecto que o senhor referiu, foi que demoro muito tempo a lançar os resultados dos passatempos. Aqui a coisa até é fácil de responder. Não querendo ser mal educada, e correndo o risco de o ser, se vocês que estão desse lado, não respeitam as regras de participação, não me facilitam a vida na hora de conferir as coisas; pois se uma regra é a de que só se pode participar uma vez e nem essa é cumprida, já estão a ver a coisa. Encontrar N vezes nomes repetidos e N vezes ter de eliminar participações, não é algo que me dê propriamente gozo de fazer, para além de que me deixa os olhos em bico!
E pronto meu caro, aqui tem as suas respostas. Por favor sintam-se livres para fazer como este leitor disse que iria fazer e deixar de seguir o blog. Se estão desse lado apenas pelos passatempos, das duas uma, ou ficam e aguentam o atraso enorme de 6 dias que este passatempo teve, ou saem e levam com vocês toda a má disposição do mundo =)
Posto isto vamos então aos resultados. O passatempo para o livro O Feiticeiro e a Sombra, contou com um total de 69 respostas, sendo que válidas foram 56. O Passatempo para o livro Memórias de um Vampiro, contou com 77 participações e 75 válidas. Os vencedores foram o Hugo Machado, de Braga e a Teresa Carvalho, de Estarreja, com os números 4 e 16 respectivamente.  






Muito obrigada a todos os que participaram e desculpem lá qualquer coisinha. Adoro este espaço e adoro a interacção que vai acontecendo por meio do blog, canal e página do facebook. Mas não suporto pessoas mal agradecidas ainda por cima no Natal! É que isto dá mesmo muito trabalho... mas enfim. 
Vêm por aí mais passatempos por isso aguardem. 


Desafio | Calendário de Natal Literário



Respondi esta semana a um desafio literário, que foi criado pela Joca do canal Little House of Books e que é perfeito para qualquer pessoa que adore empanturrar-se em chocolate. Consiste em responder a 24 pequenos desafios consoante se vai abrindo as janelinhas do nosso calendário do advento. Calculo que praticamente todos conheçam estes calendários visto que fazem parte da infância de tantas pessoas. No vídeo que fiz para o canal acabei por abrir apenas 8 janelinhas. Não comi os chocolates e nunca consigo responder a estes desafios de forma rápida, pelo que os vídeos acabam por ficar sempre muito grandes. No entanto, acho que era giro responder às restantes questões aqui no blog, excepto claro, aquelas que envolvem cenas físicas que não consigo fazer e mostrar-vos. Portanto, aqui vai bomba e por favor, caso queiram sintam-se livres para responder a estas questões nos vossos blogs e venham cá dizer-me! Adianto já que gostava muito que ver a minha prima Cláudia, do blog Curly aos Bocadinhos, responder! Aqui ficam as questões e ah, não vou responder às questões que estão no vídeo, para a coisa não ficar repetitiva. 

1 – leitura atual


Neste momento estou a ler um livro nada natalício. Não sei o que se passa comigo ultimamente que só me apetece ler ou reler cenas do passado; mais concretamente, reler toda a saga Harry Potter (que não estou a fazer) e reler a saga Twilight. 
No caso deste ultimo, encontro-me a ler Crepúsculo, na sua nova versão re-imaginada pela autora. Até agora tudo bem e estou a gostar bastante, no entanto está a ser um bocadinho difícil associar estas novas personagens às originais. 
É sempre bom poder regressar a personagens e locais que nos trazem um certo conforto. De alguma forma que eu não consigo explicar, twiligth faz isso por mim. Outro livro que quero muito ler e que irá ser sem dúvida (eu sei que digo isto muitas vezes) uma das próximas leituras é o 3º volume de Outlander. Aqui agradeço que me atirem pipocas à cabeça e me perguntem "o que raio se passa contigo Neuza?". Porquê esta súbita fixação com Outlander? Não sei... apenas sei que desde que no outro dia vi umas imagens sobre a Escócia, de passagem na tv, que não me apetece outra coisa se não regressar aquele mundo. Cheguei até a sonhar com o Jamie e a Claire. Posto isto vamos mas é passar ao próximo desafio... porque no estado de obsessão em que me encontro sou capaz de ficar a falar destes dois por horas (e nem sequer gosto deles). 

2 – fala-nos de uma tradição de natal
Hum.. tradição de Natal... deixem cá pensar... ah tudo o que está relacionado com a decoração da casa. São pequeninos hábitos que adquiri em criança e que não abandono. O maior é o de montar a árvore sempre no dia 1 de Dezembro e as restantes decorações ir colocando ao longo dos dias. Também tem de haver sempre um pai natal de chocolate debaixo da árvore, ao invés do presépio. Será que isto podem ser consideradas tradições. Afinal de contas são hábitos que não quero nunca perder. 

3 – faz uma árvore de natal com livros
Não fiz, mas tenho ideia de no ano passado ter partilhado uma foto de uma árvore de natal feita com livros, que encontrei numa livraria em Guimarães. 

4 – canta uma música de natal

5 – livro que querias ler em 2015 e não conseguiste
Ai que agora é que a porca torce o rabinho. Por onde começar. São tantos os livros que gostava de ter lido em 2015 e aos quais não cheguei. Tenha sido por falta de tempo, vontade ou simplesmente ter tido mais livros no caminho do que aqueles que esperava, a verdade é que houve bastantes meninos que ficaram na estante à espera para serem lidos no próximo ano. Um exemplo disso é o livro O Nome do Vento. Este livro fazia (e faz) parte do desafio pilha feira do livro 2014. Um desafio simples que consistiu em fazer uma pequena pilha de livros adquiridos na feira de 2014 e que deviam ser lidos no decorrer deste ano. Confesso que fiquei bem aquém das expectativas. Mas num post de análise aos desafios logo vêem como a coisa correu. O tamanho do livro sempre me intimidou. Se por um lado tenho várias pessoas a dizerem que se trata de uma obra de fantasia simplesmente brutal, por outro tenho uma senhora que vai comigo no comboio todos os dias e que está, sem exagero, há mais de 2 anos com o livro. Portanto ela anda há coisa de 2 anos, todos os dias, para trás e para a frente com aquele tijolo e não há modo de o terminar. Scary hum? Se vissem isto todos os dias, não se acagaçavam também?

6 – o que estás a usar no momento como marcador de páginas
Ora por quem me tomam? Mas é claro que estou a usar um marcador próprio para o efeito. Aliás, até estou a usar um que me ofereceram este Natal e que é muito giro por sinal. 

7 – melhor filme para se ver nesta época
Para mim, os clássicos de natal. Todos os anos é tradição ver o Sozinho em Casa. Os dois primeiros filmes feitos. Os mais recentes não têm tanta graça. ainda que uma pessoa saiba exactamente como é que a coisa vai acabar, temos sempre de os ver de novo. 
Nesta categoria do "temos sempre de os ver de novo", também se incluem os filmes do Harry Potter, que todo o santo Natal dão na tv. Não me queixo! São a desculpa perfeita para relaxar. 
Tenho saudades de filmes mais velhotes que antes passavam nesta época, especialmente de uma trilogia fantástica. O grande clássico "Olha quem fala". Quem se lembra destes filmes? Refiro-me especialmente ao 3º filme com os cães. Passa-se mesmo na época natalícia e tem um final lindo! Aiii a nostalgia! Tenho de procurar estes filmes on line para rever. Adoro-os!

8 – veste um pijama
Não precisam de me mandar duas vezes. Não tiro o pijama há coisa de 2 dias! 

9 – um livro da tua wishlist
Não vamos falar de coisas tristes sim. O ano ainda não acabou, a pessoa ainda mal começou a avaliar os estragos de 2015 e já me querem meter a falar de livros que ainda não comprei! Nahh nahhh... 

10 – uma memória de natal
Awww tantas! Bom, eu adoro o Natal e por isso tenho imensas memórias associadas à época. Mas neste momento, e talvez por estar na cama, lembro-me de num natal, daqueles passados na aldeia, ter acordado na manhã de dia 25 e ter aos pés da cama uma boneca do estilo barbie, com um longo vestido vermelho de veludo! Era muito pequena para ficar acordada até à meia noite, então as prendas de Natal eram abertas só de manhã. Eu adorava aquela boneca e aquele vestido. Vermelho escuro, macio e com bolinhas no decote. Era o vestido de sonho! Claro que também me lembro de abrir as prendas antes do tempo e depois tornar a embrulhar e colocar de forma perfeita debaixo da árvore... mas é melhor não falar disso, porque a minha mãe pode estar a ler. Ah e falando em mãe, uma das melhores recordações envolve-a e tem a ver com o que mencionei antes sobre as decorações de Natal. Lembro-me que ficavam sempre à nossa responsabilidade. Sair de casa para ir comprar o pinheiro, que na altura era natural, procurar musgo e pedras para construir um presépio grande... tudo memórias que espero nunca vir a esquecer. 

11 – algo que não gostas no natal

12 – livro que oferecerias a alguém

13 – mostra as tuas capacidades para fazer embrulhos – embrulha um dos teus livros favoritos
Tchanannn =)

14 – um livro tão lindo que merece ser o topo da árvore de natal
Vamos todos parar um momento para apreciar esta beldade de livro que me vai chegar às mãos esta semana que vem...
Podem voltar a respirar! Mal posso esperar por ter este livro nas mãos, por o ler, por o babar todoooo! Confesso que do pouco que vi, não sou a maior fã de algumas das ilustrações que o senhor Jim fez. No entanto não há como negar que este livro é a coisa mais foooofa da estante. Agora, se já o têm lanço-vos o desafio. Quem conseguir colocar este livro no topo da árvore e fazer com que ele se aguente lá, ganha um chocolate! =) hihihih

15 – pior presente de natal que já recebeste
Podia sentar-me aqui e começar com o discurso de as prendas não importarem para nada e tal... mas... há prendas e prendas. A pior prenda que já recebi, foi um pijama polar, cor de rosa com cavalinhos de carrocel. A coisa não só era feia, como não me servia e era infantil, tendo em conta que eu estava com uns 16 anos!!! Odiei! 

16 – uma decoração da tua estante
A minha estante está o caos e neste momento a única decoração que tem são caixas de cartão que precisam de ser levadas para o ecoponto mais próximo. Ando seriamente a pensar mudar as estantes. Fartei-me da mobília escura e agora quero estantes branquinhas. Portanto vem por aí remodelações e novas decorações! 

17 – um livro que te foi oferecido

18 – a tua família literária favorita
19 – fecha os olhos, desenha e mostra o melhor cenário de leitura para esta época do ano
20 – um livro com ilustrações

21 – descreve o teu prato de natal favorito sem dizeres realmente o que é
Ora bem... vamos falar de comida mas sem falar realmente nela. Adianto já que se conseguirem adivinhar o meu prato preferido ganham um hi5 =)
Portanto, aquilo que mais gosto de comer no Natal são umas bolinhas que fazem tão mas tão bem à saúde. Gosto de as cozer simplesmente e depois regar com aquele líquido escorregadio que vem dum fruto =)
Ora estas bolinhas acompanham com muitas coisas. Tradicionalmente vão com um peixe que adoro também, mas que tenho evitado comer. Aos anos que imploro ao meu pai para fazer estas bolinhas no natal, mas ele diz sempre que não, porque a tradição manda comer batatas e não _________ bolinhas. Convenhamos que eu como estas bolinhas pelo menos 1 vez por semana, por isso até nem me posso queixar muito. Para além destas bolinhas giras, adoro comer umas coisas que são bastante versáteis. Dá para cozer, fritar, assar... no meu caso, a coisa vai bem assada com ervas aromáticas! Aiii o sonho! Era capaz de comer estas coisas versáteis a toda a hora!
Chegaram lá? 

22 – uma leitura que é uma prioridade

23 – usa uma decoração de natal como acessório


24 – livro que se passa onde vivo


Feito! Agora são vocês a responder!!! Quero muito conhecer melhor esses hábitos natalícios! Feliz Natal para todos e boas leituras! 







domingo, 20 de dezembro de 2015

Naomi's Room - Opinião

Opinião: Não posso deixar o ano acabar sem actualizar este meu cantinho. A preguiça é mais que muita, as leituras também, e o trabalho no emprego a mesma coisa. O mês de Dezembro é sempre puxado para qualquer professor e para os meus lados a coisa não é excepção. Portanto, antes de me ir atirar ali a algumas tarefas domésticas pendentes (sim, ainda a roupa por passar) hoje trago-vos a opinião do terceiro e ultimo livro que li para o projecto Boohoo. Desta feita, trata-se de um livrinho em inglês e o único que de facto se enquadra na temática do horror, ou não fosse o senhor Jonathan (aparentemente) um mestre dentro do género.
Naomi's Room, conta-nos a terrível história de uma criança, a Naomi, que uns dias antes do Natal, enquanto passeava com o seu pai, desaparece misteriosamente. No dia de Natal o seu corpo aparece completamente desfeito, mutilado e não parece haver explicação possível para o seu assassinato.  Os seus pais entram então num estado de letargia profunda, de depressão e é nesta altura que várias coisas começam a acontecer em simultâneo. Sons começam a ouvir-se na casa onde vivem, passos, sussurros assim como vários barulhos estranhos vindos do sotão, que se encontra sempre fechado. À medida que a investigação policial avança, o pai da Naomi vê-se cada vez mais envolvido na trama e passa a contar com a ajuda de um jornalista, que lhe revela uma série de fotografias perturbadoras, tiradas na casa dele.
Se antes deste momento as coisas já estavam assustadoras para mim, quando aparece este jornalista e a trama se adensa, tudo piorou (ou melhorou, depende do ponto de vista). Nunca tinha lido nada tão assustador como este livro. Escrito de forma brilhante consegue manter-nos presos à história mesmo quando queremos parar e, acreditem que eu quis parar algumas vezes! Adorei o facto de a história nos ser contada de forma muito discreta e subtil, ou seja, e vamos ver se me consigo explicar bem, apesar de ser um livro muito assustador e que se torna cada vez mais violento à medida que avança, o autor conseguiu desenvolver a história sem ser brusco, sem ser óbvio ou sem descrever as cenas de violência tipo in your face. Acho que não me estou a explicar bem. Ele fê-lo com uma subtileza incrível que não deve ser fácil de manter num livro deste género, o que só serviu para o tornar ainda mais assustador.
Foi uma leitura perfeita para o tema que estávamos a abordar nos canais e blogs mas também é uma leitura que aconselho a fazerem nesta época natalícia. Longe de terminar bem e de ser um livro feliz, passa-se na época do Natal, com muito frio, muitos arrepios e mistério. Sem dúvida que aconselho para os fãs do género mas atenção com o inglês; não é o mais simples do mundo. Vale a pena o esforço e gostei tanto que já adicionei mais livros do autor à lista!



Sinopse: On Christmas Eve, four-year-old Naomi Hillenbrand disappears from her father's side in a crowded toy store; on Christmas Day, her mutilated body is discovered in a field. But a part of Naomi remains, unwilling or unable to leave this world. Ghostly photographs capture her playing with two other little girls dressed in Victorian garb while a sinister man in black watches...watches them all.

Charles Hillenbrand is tormented by grief. When sinister whispers in the night begin to taunt him, he tries to uncover the evil truth behind Naomi's death. But long-buried secrets await him and threaten to take him beyond the brink of sanity, to a place where he could lose his very soul.

domingo, 6 de dezembro de 2015

#RudClaus 2 * As Decorações de Natal


Aqui fica o meu primeiro vídeo feito para o projecto. Estas são as minhas decorações de Natal para este ano. No vídeo contei com a preciosa ajuda dos meus gatos Sebastião e Nala. Espero que gostem!