Opinião: Portanto falhei na promessa que impus a mim mesma de conseguir actualizar o blog até ao final de 2015. Grande coisa =) acho que ainda vou a tempo, afinal de contas ainda só estamos há algumas horas dentro de 2016.
Hoje trago-vos a opinião de mais um livro de uma das minhas escritoras preferidas de sempre: Lesley Pearse. 2015 foi o ano em que regressei finalmente a esta escritora.
Talvez não se lembrem (certamente que não), que há 2 anos atrás, penso eu, decidi dar uma pausa dos livros de três das minhas escritoras favoritas. Sendo elas Leslesy Pearse, Dorothy Koomson e Joanne Harris. Houve um ano em que li tanta coisa destas 3 que chegou uma altura em que senti, que tinha de parar, não só para conhecer novos autores, mas também para não me cansar. Sim eu sei; se são favoritas como é que nos podemos cansar delas? Acreditem em mim... podemos. Porque quando lemos muita coisa do mesmo género, começamos a notar certos padrões que podem estragar as leituras para nós. E assim, parei. Mas este ano e, por força das circunstâncias, peguei nela de novo e lá me preparei para mergulhar numa história que prometia muito drama e tragédia, bem ao estilo Lesley.
Hoje trago-vos a opinião de mais um livro de uma das minhas escritoras preferidas de sempre: Lesley Pearse. 2015 foi o ano em que regressei finalmente a esta escritora.
Talvez não se lembrem (certamente que não), que há 2 anos atrás, penso eu, decidi dar uma pausa dos livros de três das minhas escritoras favoritas. Sendo elas Leslesy Pearse, Dorothy Koomson e Joanne Harris. Houve um ano em que li tanta coisa destas 3 que chegou uma altura em que senti, que tinha de parar, não só para conhecer novos autores, mas também para não me cansar. Sim eu sei; se são favoritas como é que nos podemos cansar delas? Acreditem em mim... podemos. Porque quando lemos muita coisa do mesmo género, começamos a notar certos padrões que podem estragar as leituras para nós. E assim, parei. Mas este ano e, por força das circunstâncias, peguei nela de novo e lá me preparei para mergulhar numa história que prometia muito drama e tragédia, bem ao estilo Lesley.
Este livro conta-nos a história de Hope, cuja vida começamos a acompanhar logo após o seu nascimento. A Hope tem a sorte de nascer no seio de uma família da aristocracia inglesa, que é o mesmo que dizer, com condições financeiras. No entanto, tem o azar de ser fruto de uma relação extraconjugal... e por esse motivo o seu nascimento não é desejado. Ela é então entregue às empregadas que têm de decidir o seu destino e, uma delas acaba por a entregar aos cuidados da sua própria mãe. Portanto a Hope vê-se a crescer no meio de uma família sobre-lotada de crianças, muito pobre, com condições muito parcas de vida, mas com imenso amor para dar. Cresce feliz. Isto tudo, até ao dia em que tem o azar de ser testemunha de um acto que pode pôr em causa muita coisa na vida de muitas pessoas que a rodeiam. E como as coisas nunca são simples na vida das mulheres que Lesley cria, a Hope vê-se forçada a abandonar tudo aquilo que conhece, a fugir, a deixar tudo para trás. Ela acaba por fugir para a cidade... o que nos anos de 1800 e troca o passo, nunca era uma coisa boa para alguém pobre, sozinho e mulher.
Perante mil adversidades a Hope acaba por ter a sorte de conhecer o Dr. Bennet que, entre outras coisas, a leva consigo para a guerra da Crimeia, onde o seu passado se vai cruzar com o seu presente e levar a Hope a enfrentar factos que queria esquecer.
Uff.. tentei resumir a coisa ao máximo sem dar grandes spoilers, o que acreditem, quando se trata dos livros da Lesley, é tarefa complicada. Adorei este livro, como aliás, não poderia deixar de ser. A senhora Pearse tem a capacidade incrível de me prender às suas histórias logo nas primeiras páginas, algo que não acontece sempre com a maior das facilidades. No entanto, apesar de ter adorado o livro, a história e as mil voltas e reviravoltas que a coisa deu, acabei por lhe dar 4 estrelas no goodreads. Porquê? Porque a história da Hope me lembrou imenso a da Belle e por vezes até da Matilda (com montes de excepções, atenção). Pelas suas histórias se passarem sempre dentro do mesmo período de tempo, ambas acabam por passar por situações muito semelhantes, o que faz com que eu acabe por sentir, que já li aquilo em algum lugar. Parece que a pausa de 1 ano ou 2 anos, não foi suficiente.
Perante mil adversidades a Hope acaba por ter a sorte de conhecer o Dr. Bennet que, entre outras coisas, a leva consigo para a guerra da Crimeia, onde o seu passado se vai cruzar com o seu presente e levar a Hope a enfrentar factos que queria esquecer.
Uff.. tentei resumir a coisa ao máximo sem dar grandes spoilers, o que acreditem, quando se trata dos livros da Lesley, é tarefa complicada. Adorei este livro, como aliás, não poderia deixar de ser. A senhora Pearse tem a capacidade incrível de me prender às suas histórias logo nas primeiras páginas, algo que não acontece sempre com a maior das facilidades. No entanto, apesar de ter adorado o livro, a história e as mil voltas e reviravoltas que a coisa deu, acabei por lhe dar 4 estrelas no goodreads. Porquê? Porque a história da Hope me lembrou imenso a da Belle e por vezes até da Matilda (com montes de excepções, atenção). Pelas suas histórias se passarem sempre dentro do mesmo período de tempo, ambas acabam por passar por situações muito semelhantes, o que faz com que eu acabe por sentir, que já li aquilo em algum lugar. Parece que a pausa de 1 ano ou 2 anos, não foi suficiente.
Culpa desta mestre do drama que é capaz de nos fazer recordar personagens durante uma vida! Definitivamente que quero ler tudo o que tenho da autora, mas o próximo livro que pegar dela, irá ser um contemporâneo. Algo que se passe nos dias de hoje e de preferência sem guerra, sangue e tripas, cujas descrições a autora, faz na perfeição. Se são fãs e ainda não leram, força, não se vão arrepender. Caso ainda não conheçam a autora, ficam já a saber que um dos meus livros preferidos da vida, foi escrito por ela... portanto... do que estão à espera??Sinopse: Há laços que nunca se quebram.
Somerset, 1836.
A recém-nascida Hope é a prova viva do adultério da mãe, a aristocrata Lady Harvey. A sua chegada a este mundo não é festejada e as lágrimas em seu redor não são de alegria. Imediatamente arrancada àquele meio privilegiado e entregue nas mãos dos Renton, uma família pobre mas acolhedora, Hope cresce sem saber a verdade sobre as suas origens. E quando chega o dia em que também ela tem de começar a contribuir para o sustento da família, é precisamente para os Harvey que trabalha. Deslumbrada perante a mansão luxuosa, a elegância dos seus patrões e a beleza que os rodeia, Hope enfrenta com brio e gratidão a extenuante rotina de trabalho.
Mas a descoberta de uma ligação proibida vai lançá-la sozinha para as ruas, para uma vida de miséria e solidão. É na adversidade, porém, que descobre uma força interior que desconhecia, bem como um talento para ajudar os mais fracos. Trata-se de um dom que não passa despercebido ao Dr. Bennett, que a leva consigo para a Crimeia, para ajudar a tratar dos feridos vindos dos sangrentos campos de batalha. Mas os segredos do passado teimam em vir ao de cima, e Hope tem ainda um longo caminho a percorrer na tentativa de enfrentar o legado do seu nascimento.















