sábado, 7 de novembro de 2015

Conheço alguém que...


Vai delirar com esta novidade da Bizâncio! 

No dia-a-dia dos MacPhersons não há monotonia!


Nesta família de 2+3, como em todas as famílias com crianças cada dia é uma nova aventura.
A série de tiras que foi iniciada 1990 continua actual e hilariante.


Neste 32º volume pode contar com mais peripécias do dia-a-dia comuns a tantas famílias. Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência!

Disponível a partir de 13 de Novembro 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Mil Folhas de Tudo e Nada # 8 | Mudanças e Rabo Firme

Sei que este mês já houve um Mil Folhas de Tudo e Nada, mas convenhamos, eu estava um tanto ou quanto triste nesse dia...eleições e tal, mas hoje a coisa é diferente. Hoje eu estou pura e simplesmente dorida. Dói-me tudo o que é músculo no corpo! Sei que ando a dizer isto desde Junho, mas vou mudar de casa. Finalmente a coisa está a dar-se e desde a semana passada que ando em mudanças. Uma caixita aqui, outra acolá, nada de muito sério, até que chegou o fim de semana. Vou resumir a coisa ao máximo: estou cansada. Optámos por ser nós a mudar tudo quanto é objecto sendo que, quem vai carregar com os móveis e electrodomésticos, são os "senhores das mudanças". Sexta feira de manhã a coisa vai finalmente dar-se o que significa que, nestes próximos 3 dias temos de acabar de pintar a casa, arranjar algumas coisitas por lá e carregar tudo o resto. Como livrólicos que são devem certamente estar a perguntar-se pelos livros; ora eu esclareço. Já lá estão minha gente! =) o fim de semana serviu para carregar com 500 livros! Sim... 500... e ainda faltam os livros infantis e de faculdade! Portanto, entre carregar 500 livros, tapar buraquinhos e lixar paredes, eu estou meio falecida. Para acrescentar um pouquinto de carga extra a isto tudo, esta noite que passou, decidi dormir na casa nova, munida de colchões e sacos cama, qual acampamento. E assim foi... dormi no meio de 500 livros! Tantas histórias, tanto drama, tanto sangue! Adormeci lindamente, mas dormi tão tãooo mal! E as dores nas costas quando acordei? Deus! Mas eu mereço... ai mereço... porque quem me manda a mim ter um vício que causa dores em tudo quanto é músculo? Por outro lado, quando compramos um livro, ele não vem acompanhado de advertência: "ATENÇÃO: em caso de mudança de casa, o livro não se carrega a ele próprio". Seria sem dúvida bastante mais esclarecedor do que certas sinopses que para aí andam. 

Outro aspecto para o qual também ninguém nos alerta, é para o facto de durante a semana das mudanças nos irmos alimentar mal. Simplesmente é assim que é. Come-se qualquer coisa, o que para quem, como eu, não come carne, significa duas coisas... comer sopas ou saladas, e como não como alimentos crus, vai de sopas e pizzas (vegetarianas). Já não posso ver pizza...ou lasanha de espinafres, ou rissóis, ou o que for. Preciso de estabilizar a coisa na minha nova cozinha e ver se faço uma pratada de lentilhas com batata doce! É que sabem, começam a faltar os ingredientes na dispensa e recuso-me a comprar mercearias que depois tenho de carregar duas vezes! No entanto, há que ter algum cuidado! Como é que é possível que ao fim de 1 ano sem carne, o meu corpo peça magnésio? Eu não sei... mas a verdade é que carece disso o que quer dizer que, entre uma caixa e outra lá vai um punhado de amêndoas pela goela abaixo. No fundo é isto. Mudar de casa não é fácil. Somos obrigados a fazer escolhas, ou pelo menos eu fiz. Alguns livros vão ser adoptados por outros livrólicos, montanhas de papeis velhos vão ser reciclados e a única coisa que fica, são os copos que a tia afastada deu, porque convenhamos, ela pode perguntar por eles no próximo almoço de Domingo.
Com isto tudo eu tenho esperanças que o meu rabo fique mais firme e a celulite desapareça... afinal de contas tem de haver benefícios em carregar com caixas escadas acima!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Projecto Boohoo * As Leituras


Aqui ficam as minhas tentativas de leituras para este mês do horror... um já foi -_- faltam 300

Passatempo Uma Praça em Antuérpia * Resultado


Amores da minha vida... já vos disse hoje que gosto muito de vocês?? - diz ela, numa tentativa vã de dar graxa, como forma de justificar a sua ausência. 
Mil desculpas pela falta de actividade por estes lados. Quer no blog como no canal. O caos minha gente, o caos é o que têm sido os meus dias. Mudança de casa, caixas e sacos e panelas... livros e mais livros, opiniões para escrever e vídeos para gravar. Já estão a ver? Espero que sirva de desculpa :D se não... porrada no lombo!
Trago-vos o resultado do passatempo feito em colaboração com a Saída de Emergência, para o livro Uma Praça em Antuérpia
Sem mais demoras, porque tenho uma sopa de agrião ao lume, muitos parabéns à Sandra Marina (que já foi contactada) 
Obrigada a todos os que participaram no passatempo. Foram 115 participações no total sendo que, 111 foram válidas e, não fiquem tristes se não ganharam... tenho uma pilha de livros a precisar de casa e decidi que os vou sortear! 


(como raio meto isto maior???)



terça-feira, 6 de outubro de 2015

A Vinha do Anjo - Opinião

Opinião: Não lia Sveva desde há 4 anos talvez. Não sei bem precisar quando foi a ultima, e única vez, que li um livro dela. No entanto recordo-me muito bem, não só da história, mas sobretudo das emoções e sensações que o livro me transmitiu. Falo-vos de Baunilha e Chocolate, o único livro que li da autora e do qual ainda me recordo muito bem! Não consigo explicar porque motivo nunca mais voltei a esta escritora e olhem que não foi por falta de incentivos! Uma das minhas melhores amigas ama Sveva e está sempre a recomendar-me livros dela e eu, deixo sempre passar. Mas não tornará a acontecer, ai não não!
Mais uma vez obrigada à Porto Editora por me terem dado a oportunidade de regressar à escrita desta maravilhosa senhora. 

Neste livro acompanhamos a história de Angelica, que aos 35 anos de idade, aparenta estar realizada em quase tudo na vida. Angelica é casada, mãe e especialmente, uma empresária de sucesso num dos ramos mais complicados para uma mulher actuar. Por trás desta fachada de vida perfeita as coisas não são assim tão simples; no dia em que Angelica confirma as suas suspeitas face ao comportamento leviano do seu marido, vê-se envolvida num acidente de moto que a leva a conhecer o chef Tancredi, que promete mexer com muito mais do que tachos e panelas, na vida da empresária! É esta a base para este livro fantástico, que longe de ser apenas um romance, é uma verdadeira lição de vida, e já vos explico porquê. 
Aquilo que mais gosto na senhora Sveva, é a capacidade que ela tem de nos transportar para dentro da história e de nos fazer activar todos os 5 sentidos aquando da leitura dos seus livros. É como se estivéssemos mesmo lá, como se fossemos nós a comer os pratos do chef Tancredi, como se fossemos nós a sentir os cheiros, o calor e o frio, todas as sensações do mundo. Não acredito que esteja a generalizar quando digo isto, pois não sou a única pessoa que refere este aspecto acerca dos seus livros. Pois com a história de Angelica, passou-se isto mesmo. Acompanhamos a sua vida desde o começo, com um regresso ao passado, como forma de explicar o seu percurso, a sua forma de ser, as suas aventuras e os seus romances. O mesmo acontece para as personagens do Raffaelo e do Tancredi. Para os compreendermos, voltamos ao começo de tudo. Este aspecto fez toda a diferença na história pois tornou as personagens reais, dando-lhes uma solidez que nem sempre é habitual neste tipo de livro. Foram as experiências das personagens no passado que as levaram ao ponto em que estão e, são também as suas escolhas no presente que mais me marcaram enquanto leitora.  A autora criou um leque de personagens reais, facilmente identificáveis, com tantos defeitos quanto virtudes e cujas escolhas não irão agradar a todos. É importante referir também outro trio de personagens que certamente irá fazer rir à gargalhada os leitores. Os pais de Angelica e Sir Edward. Que trio absolutamente fora do comum. Tão estranhos mas ao mesmo tempo tão reais! É difícil de explicar... só mesmo lendo!
Acredito que talvez aquilo que vá deixar mais marcas nos leitores seja mesmo o final. Que final brutal! Completamente inesperado, longe de ser o final desejado, ou seja o final de contos de fadas, foi o mais adequado possível às personagens e às suas situações. Eu adorei!  Angelica é uma mulher lutadora, com garra, que cai e acaba sempre por se levantar, mas também o são aqueles que a rodeiam, pois representam no fundo, cada um de nós e a nossa capacidade intrínseca de sermos resilientes. Sveva não desilude e por esse motivo, este livro é uma verdadeira lição de vida. 




Sinopse: Longas filas de videiras estendem-se pelas colinas suaves de Borgofranco. Há dois séculos que a família Brugliani é proprietária daquele antigo burgo e das vinhas, tratadas com paciência para delas extrair vinhos preciosos e únicos. Aos 35 anos, Angelica é a herdeira da tradição e do património familiar. Mãe, esposa, empresária de sucesso: tudo parece perfeito na sua vida. Só ela sabe que por detrás daquela fachada se esconde um mundo sombrio, feito de mentiras - as do marido - e de sonhos pueris.
Numa noite, em que conduzia a sua moto e sentindo-se dominada pela amargura e pelas lágrimas, Angelica não se apercebe de que o carro à sua frente está a travar. O choque é violento, mas felizmente sem consequências graves, quer para ela, quer para o condutor do automóvel, Tancredi D'Azaro. Angelica não sabe ainda que aquele homem é um dos chefs mais aclamados em todo o mundo. E ambos ignoram que, depois daquele encontro fugaz, o destino voltará a entrelaçar os seus caminhos, suscitando a tentação de um novo começo. É então tempo de fazer escolhas, tendo em conta o peso do passado e as responsabilidades do presente - porque a vida é feita de sonhos e paixões.

Vinha do Anjo conta-nos a história envolvente de uma família e de uma tradição milenar, o retrato de uma protagonista fascinante no qual se revêem muitas das mulheres empreendedoras e corajosas que anonimamente constroem as nossas sociedades.

domingo, 4 de outubro de 2015

Mil Folhas de Tudo e Nada # 7 | mais do mesmo

... é que nem sei por onde começar a expressar aquilo que me vai na cabeça acerca destas eleições! Sinto-me indignada mas sobretudo estúpida! Estúpida porque não consigo compreender, como é que após 4 anos de tanta tanta austeridade, de tanta precariedade, de tanto retrocesso e, principalmente, de tanta gente a ir embora, os portugueses escolheram manter tudo da mesma forma. Será medo? Só pode ser... porque não acredito que sejamos assim tão idiotas ao ponto de não querer ou não conseguir ver aquilo que nos paira mesmo à frente dos olhos! Nada em Portugal está melhor, nada melhorou caramba. Não se pode usar o argumento do " ah, saímos da crise", quando o meio para lá chegar, foram as pessoas e a sua qualidade de vida! Preciso entrar em detalhes acerca de cada área do nosso país? É preciso falar da saúde, das esperas intermináveis nos hospitais, que não têm condições? Esses mesmos hospitais cheios de camas pelos corredores, onde os médicos e enfermeiros são obrigados a comprar luvas para poder trabalhar? Bem me parecia que não. É necessário falar no estado da educação em Portugal? Nas escolas sem condições físicas, na qualidade das refeições, no numero de alunos por turma, que por vezes ultrapassa os 30? É preciso relembrar todas as crianças cuja única refeição que têm por dia é a que a escola fornece? As crianças cujos pais lutam para conseguir pagar os manuais escolares, as que não têm o que comer, as que não têm um banho a cada dois dias que seja!? Vale a pena falar da cultura ou da segurança em Portugal? Não vale... não me venham dizer que estamos melhor quando basta olhar à volta para perceber que somos pobres! E após estes resultados, sou forçada a admitir que para além de sermos pobres nas carteiras, o somos também de espírito. Porque não temos colhões (em bom português) para tomar decisões e mudar o estado actual das coisas!
Muitas vezes nos meus vídeos faço alusão à adolescente cá de casa. Muita gente pensa que eu com 28 anos tenho já uma filha de 15. Quem não pensaria certo? Mas deixem que vos conte uma história. Há coisa de 3 anos os meus sogros, tal como tanta gente, foram forçados a abandonar o país. Sempre residiram em Portugal; tinham o seu próprio negócio e quando a crise estoirou tiveram de largar tudo e partir. Tiveram de deixar tudo aquilo que sempre conheceram e amavam para trás e partir rumo ao desconhecido. Foram para Angola, onde apesar de trabalharem na sua área, são mal pagos e tão explorados quanto eram em Portugal. Para trás ficou a família. Não fazia sentido levarem uma criança de 13 anos com eles e, nesse sentido, eu fui a primeira pessoa a sugerir que a adolescente ficasse comigo e com o irmão. E assim foi. Deixar uma filha para trás deve ser das coisas mais difíceis de se fazer no mundo. Muitas vezes (demasiadas até) dou por mim a desejar que as coisas fossem diferentes, mas depois não tem como ser! Não quando temos um governo que incentiva os seus jovens a emigrar! Nestes últimos 3 anos perdi, não só os meus sogros, mas também uma mão cheia de amigos, que partiram para vários cantos do mundo. Eu não quero isto! Eu não quero viver num país de velhos, isolada, porque todos aqueles que amo querem ir embora! Eu quero poder ter filhos, sabendo que eles vão poder crescer num país justo onde nunca nada lhes irá faltar! Eu não consigo compreender que um país que vê diariamente os seus jovens a ir embora, decida conscientemente votar na mesma merda, por mais 4 anos! Sinto-me triste, sinto-me revoltada e com vergonha de ser portuguesa... e é isto... 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Seeker - O Clã dos Guardiões * Opinião

Opinião: Confesso que não sei bem por onde começar esta opinião. Começo talvez pelo fim. Gostei muito de Seeker, até chegar às ultimas 5 páginas! Atenção, não se ponham já com bicharocos que vou já já explicar tudinho.
Seeker trata-se do primeiro volume numa trilogia do género fantástico, que gira em torno de vários clãs que têm um papel muito especial e decisivo no mundo. O de decidir quem vive e quem morre. O seu papel como guardiões é o de procurar sempre a verdade e procurar fazer justiça, ao eliminar alguém em prol de um futuro melhor. Ou pelo menos é isto que a nossa protagonista pensa que vai fazer. Até que, como refere a sinopse, tudo muda e Quin vê-se a caras com um futuro que não sabe se quer para si.
Começo por dizer que adorei a base da história e a ideia que a autora quis passar. É uma história recheada de vários elementos que, para quem gosta do género, se sente imediatamente cativado. No entanto, estes mesmos elementos tornaram o desenvolvimento por vezes confuso. Dou-vos um exemplo muito simples e que não vos vai estragar a história. Os seekers possuem um Athame que lhes permite viajar no espaço e no tempo. Estas viagens no tempo não são aquelas a que estamos habituados a ler, na medida em que não se anda para trás X anos ou para a frente mais alguns. Esta viagem no espaço e tempo funciona como um meio de deslocação. Só que durante este processo todo há um "meio" onde o Seeker permanece até concluir a viagem. Ou seja (acompanhem-me, que estou quase lá) eu abro uma brecha no espaço para a qual entro, determinada a viajar para o sitio tal. Não caio logo no sitio que imaginei. Fico pressa dentro desta brecha até a viagem se concluir. Entenderam? Se não compreenderam deixem lá... que ficaram como eu. Este aspecto podia ter sido melhor explicado e explorado, pois são lançados para o ar vários aspectos sobre a viagem no tempo, mas nunca se explica concretamente como a coisa se processa.
Outro aspecto que não me fascinou tanto e que eu não estava mesmo nada à espera que tivesse uma presença tão marcante no livro, foi a sua componente young adult. Os nossos protagonistas principais são adolescentes, e ohhh boy se isso transparece na história. Já sabem que costumo ter alguns problemas com dramas adolescentes e neste livro isso aconteceu e muito. Até agora mais ninguém se queixou portanto é defeito meu!
A nossa Quin descobre que o rapaz que ama não é quem ela pensa. Há todo um passado e todo um grande mistério por resolver na história. Mas a autora optou por dramatizar o romance em vez de desenvolver a trama em si. São tantos os momentos em que a Quin tem oportunidade de resolver as coisas e no entanto, opta sempre por evitar o assunto, por desviar o tema ou por nem sequer querer entrar por aí. Como vos referi em cima, eu estava a gostar muito do livro até ter chegado às ultimas páginas e as hormonas adolescentes da Quin se terem metido pelo meio. A certa altura a autora permitiu que o triângulo amoroso da história ganhasse ênfase, o que matou tudo para mim.
É um livro fácil de ler, com uma trama cativante ainda que por vezes confusa. Catalogado de fantasia, na minha opinião de forma errada, para mim este livro trata-se de uma história de ficção cientifica com algum steampunk pelo meio, o que me agradou ainda mais. Quero ler a continuação, uma vez que tenho a certeza que no segundo livro muitas reviravoltas irão acontecer! Tenho pena que o Goodreads não permita as meias estrelas, pois neste caso Seeker levou as 3 estrelas e meia. Estava quase =)
Recomendo para os fãs do género não só de fantasia mas também de young adult.




Sinopse: Na noite em que prestar juramento, a jovem Quin Kincaid irá tornar-se aquilo para que treinou toda a vida. Irá tornar-se um Seeker. Este é o seu legado, e é uma honra. Como Seeker, Quin irá lutar ao lado dos seus dois companheiros mais chegados, Shinobu e John, para proteger os fracos e os injustiçados. Juntos, eles representarão a luz num mundo sombrio. E ficará com o rapaz que ama - que também é o seu melhor amigo. Mas na noite em que Quin presta juramento, tudo muda... ser Seeker não é o que ela pensava. A sua família não é o que ela pensava. Nem o rapaz que ela ama é quem ela pensava. E agora é demasiado tarde para fugir.

domingo, 27 de setembro de 2015

Boohoo ... que é como quem diz, tenham medo!!!

Para vários bloggers e booktubers, Outubro é sinónimo de leituras mais assustadoras e com algum elemento mais para o fantástico, do que o habitual. Também aqui no Mil Folhas a coisa vai ser assim. Em colaboração com a Catarina e a Joana, as companheiras do costume, vamos dar inicio a um projecto dedicado ao tema. O Boohoo terá inicio no dia 1 de Outubro e irá estender-se durante todo o mês. Temos várias leituras planeadas, tags, horas do conto e enfim, várias coisinhas giras para vocês. Tenho tanta coisa por ler que nem sei por onde começar. É que para além dos livros para o projecto, tenho ainda cerca de 6 livros de parcerias para ler e, como vem sendo hábito, dou sempre prioridade a esses, pelo que não sei bem como é que vou ainda organizar as coisas. Talvez comece por os livros mais pequeninos e depois parta para os maiores, sempre intercalando com os livros de parceria.
Brevemente irei partilhar com vocês o vídeo de leituras para o mês. Entretanto desse lado, gostava de saber se planeiam alguma coisa diferente para o mês que aí vem, ou se pelo contrário não costumam alterar nada na vossa rotina?  

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Passatempo * Uma Praça em Antuérpia


Hoje, em colaboração com a Saída de Emergência, tenho para vos oferecer um exemplar do livro Uma Praça em Antuérpia.

E tudo porque aqui a menina foi comprar este mesmo livro, sem saber que o iria receber. Claro que não vou ficar com dois, por isso um é para vocês =)
Para participar só têm de preencher o formulário e respeitar as regras! O passatempo é válido até ao dia 11 de Outubro! Boa sorte

Regras de participação:

1- Apenas é permitida uma participação por pessoa;
2- O envio do prémio será feito por mim;
3- O vencedor será escolhido através do Random Org;
4- O vencedor será publicado no blog e contactado por mim para o email que referir no questionário;
5- Apenas serão aceites participações com moradas de envio em Portugal Continental e Ilhas;
6- É obrigatório ser seguidor do blog e fazer partilha pública do passatempo, numa rede social à escolha.



Sinopse: Há uma saga que ainda não foi contada sobre a Segunda Guerra Mundial: a história de duas irmãs portuguesas, Olívia e Clarice. Olívia casa-se com um português e vai para o Brasil. Clarice casa-se com um alemão judeu e vai morar em Antuérpia, na Bélgica. Ambas vivem felizes, com maridos e filhos, até que a guerra começa e a Bélgica é invadida. 

Para escapar da sombra nazi que vai devorando a Europa, a família de Clarice conta com a ajuda de Aristides de Sousa Mendes, o cônsul que salvou milhares de vidas emitindo vistos para Portugal, em 1940, enquanto atuou em Bordéus, França. 
A família recebe o visto mas, ao chegar à fronteira de Portugal, um destino trágico a espera... Destino que vai mudar e marcar a vida das irmãs para sempre, por causa de um segredo que só será revelado sessenta anos depois. Uma história universal, de grandes amores, fatais desamores e intensa fraternidade em tempos de guerra. Arrebatador. - Carolina Floare em Sidney Rezende


sábado, 19 de setembro de 2015

Novidades de Setembro * Bizâncio | Divulgação

Sinopse: O nascimento do Islão começa por ser a história de uma mulher, Khadija. A primeira mulher do profeta, a mulher que o amava quando ele era apenas um jovem caravanista.
Viúva, bela e rica, Khadija tem de voltar a casar-se para manter o seu lugar na sociedade muito masculina de Meca. Contra toda a expectativa, escolhe um homem pobre, Muhammad ibn ‘Abdallâh. Durante dez anos de felicidade, impõe Muhammad aos poderosos clãs de Meca e forma com ele um casal excepcional, modelo de sabedoria e de moderação.
Durante toda a sua vida Maomé apoiou-se em três figuras eternas da feminilidade: a mãe, a guerreira e a confidente. Se Khadija não tivesse dito: «Eu acredito», a aventura muçulmana não teria nunca começado. Sem a sua filha mais nova, Fátima, guerreira intransigente, Muhammad não teria conseguido impor o Islão na península arábica. E se Aicha, sua última mulher, não tivesse fielmente transcrito as suas palavras, não conheceríamos o Corão.


Sinopse: «O meu tio dizia-me: ‘Se uma mulher te amar, e se tiveres a presença de espírito para avaliar a extensão desse privilégio, nenhuma divindade te chegará aos calcanhares.’ Orão sustinha a respiração nessa Primavera de 1962. (…) Eu procurava Émilie. Tinha medo por ela. Tinha necessidade dela. Amava-a e regressava para lho provar. Sentia-me capaz de enfrentar furacões, trovões, todos os anátemas e as misérias do mundo inteiro.»
Yasmina Khadra oferece-nos neste livro um grande romance da Argélia colonial (entre 1936 e 1962) — uma Argélia torrencial, apaixonada e dolorosa — e lança uma nova luz, numa escrita soberba e com a generosidade que se lhe reconhece, sobre a separação atroz de duas comunidades apaixonadas por um mesmo país.


Sinopse: Uma personalidade como Khadafi não poderia deixar indiferente Yasmina Khadra.
Neste seu novo romance, o autor de, entre outros, «As Andorinhas de Cabul», «O Atentado» e «As Sirenes de Bagdade», trilogia consagrada ao diálogo de surdos entre Oriente e Ocidente, traz-nos as últimas horas de um ditador. Com este mergulho vertiginoso na mente de um tirano sanguinário e megalómano, Yasminha Khadra traça o retrato universal de todos os ditadores depostos.