Como o nosso projecto KidsRus está quase a chegar ao fim (ou não... quem sabe) decidi trazer-vos um pequeno passatempo. Tenho para vos oferecer um exemplar do livro O Avô conta...365 histórias.
Para participarem só têm de preencher o formulário e cumprir todas as regras. Espero que gostem e boa sorte!
Regras de Participação:
1. Apenas é permitida UMA participação por pessoa.
2. O envio do prémio será feito por mim.
3. O vencedor será escolhido através do Random org.
4. O vencedor será publicado no blog e contactado para o email que referir no questionário.
5. O passatempo é válido de 30 de Julho a 14 de Agosto de 2015 até às 23.59.
6. Apenas serão aceites participações com moradas de envio em Portugal Continental e Ilhas.
7. É obrigatório ser seguidor público do blog e fazer partilha do passatempo numa rede social à escolha.
Sinopse:Um livro muito divertido é contado na primeira pessoa pelo avô da Ana e do Daniel e acompanha a vida das crianças e da sua família durante um ano.
A cada dia do ano é dedicada uma história cheia de imaginação que as crianças poderão ler elas próprias ou ouvir antes de ir para a cama
Opinião: Mais uma leitura concluída para o projecto KidsRus que, aproveito já para dizer... podia estar a correr melhor visto que ainda tenho 4 livros que gostava de ler para o mesmo. Mas vamos manter-nos positivos, que o que realmente importa é que até agora, as leituras estão a ser muito agradáveis. O Voo da Cotovia, foi salvo erro, prenda de anos da Cata (ou terá sido de Natal?). Também ela e a Jojo leram o livro e acho que as nossas opiniões são todas muito diferentes. Mesmo entre mim e a Jojo que gostámos mais do que a Cata, houve diferenças, portanto vamos lá "analisar" a coisa =) Neste livro acompanhamos uma menina de 10 anos que sofre de Asperger. Até aqui "tudo bem" não fosse pelo facto de aquele que era o seu melhor amigo e suporte no mundo, ter morrido. O seu irmão mais velho morre de forma repentina e inesperada e é desta forma que acompanhamos o processo de luto e recuperação desta menina e também do seu pai. Não há muito a dizer sobre a história em si. É linda pela sua simplicidade. Sempre que uma história é contada do ponto de vista de uma criança ganha toda uma tonalidade diferente (pelo menos para mim). É como se de alguma forma me conseguisse conectar melhor com as personagens do que se fossem adultos. Eu sei... mega estranho. Acompanhamos o dia a dia de uma criança com Asperger, que tenta a todo o custo adaptar-se a uma nova realidade sem o irmão, mas também a compreender o mundo que a rodeia. Considero que a autora fez um excelente trabalho no relatar ao leitor aquelas que são as dificuldade de uma criança com Asperger. Claro que o facto da mesma conviver diariamente com a doença ajuda. Poderia ser apenas mais uma história sobre resiliência mas quando chegamos ao final do livro, temos uma breve explicação do porquê daquela história e aí, nesse momento, tudo fez clique na minha cabeça. Ao ler esta história não pude deixar de a comparar ao Wonder. Pelo facto de serem ambos contados por crianças, mas especialmente pelo abuso a que ambas são sujeitas na escola. E se na altura fiquei muito sensibilizada com a história do Auggi, não posso deixar de referir que a história da Caitlin é mil vezes mais tocante. As situações são diferentes é verdade, e ambas complicadas, mas mais para um do que para outro. Limitações a nível físico são uma coisa... a nível cognitivo ou comportamental, é outra completamente diferente. Um vai ter sempre mais oportunidades na vida comparativamente ao outro e enfim... é isto... a discriminação vai estar sempre lá. Resumindo, que mundo de caca onde se julga pela aparência e pelo que nos sai da boca. Recomendo vivamente a leitura deste livro, não só a qualquer profissional de educação ou saúde, mas também a qualquer pessoa que sinta, que precisa de perder um bocadinho o preconceito que tem para com certas pessoas.
Sinopse:Caitlin é uma menina de dez anos muito especial. Por sofrer da síndrome de Asperger, tudo o que não seja a preto e branco é-lhe confuso. Dantes, quando as coisas se tornavam confusas, Caitlin podia contar com a ajuda do irmão mais velho, Devon. Mas Devon morreu e o pai está tão perturbado que não lhe consegue estender a mão.
É então que um dia Caitlin ouve a expressão «fazer o luto» e percebe que é exatamente aquilo de que precisa. Mas, para consegui-lo, terá de descobrir que o mundo está na realidade cheio de cores – estranhas e belas.
Alo alo, ainda aqui estou! Esta semana tem sido meio caótica. Está muita coisa a acontecer ao mesmo tempo e não tem sido fácil manter as coisas actualizadas. E eu detesto ficar sem publicar no blog ou na página do face, assim como no canal. De qualquer da formas, vou aproveitar que hoje consegui dar aqui um pulo para vos colocar a par de algumas novidades!
A primeira novidade é.. estou sem o meu computador. Há mais de 2 meses que ele anda meio aparvalhado.. vai tendo umas paragens cerebrais volta e meia e é muito raro conseguir fazer alguma coisa nele. Daí ser mais complicado actualizar seja o que for. Eu e a tablete não nos entendemos... se não dá para comer não lhe sei mexer! Vou ver se resolvo o problema o mais rápido possível porque não posso ficar sem editar vídeos!
A segunda novidade é que, vou mudar de casa! Obaaaa ! Para a zona que sempre quis, para a casa que sempre gostei e por um preço muito bom! O nosso crédito foi aprovado e agora é torcer para que o senhor avaliador seja um fofo! Isto significa que o mês de Agosto vai ser meio concorrido... entre caixas e isso. Já estão a ver o trabalho que vai ser empacotar livros e mais livros! Lindo! A terceira novidade é que arranjei trabalho! Obaaaa ! Começo em Setembro, de volta aos meus piolhitos! Desta vez na sala dos 3 anos numa instituição que é uma casa para mim! E o melhor de tudo é que fica mesmo pertinho do tal senhor que vende livros baratinhos hihihihi a desgraça!!! E a quarta e ultima novidade, e uma das que estou mais entusiasmada para partilhar, é que, o Mil Folhas passa agora a contar com o apoio da Porto Editora! Fui convidada para estabelecer parceria! Nunca me tinha acontecido e escusado será dizer que disse sim, qual noiva no seu dia especial! E pronto de novidades era isto que tinha para partilhar com vocês. Ainda não calcei o pé na praia este ano e por este andar vai ser difícil e, ah, ainda não recebi pagamento da Civilização Editora. Hunf até fica mal juntar duas editoras tão diferentes no mesmo post. Nhaca! Há novidades desse lado para partilharem aqui com a je? Que andam a ler??
Alo alo! Muito rapidinho por aqui hoje, para divulgar então quem ganhou o passatempo para o pack dos Espiões. Se estiveram atentos à página do Mil Folhas no Facebook, nos últimos dias, devem ter reparado que fiz uma chamada de atenção acerca das perguntas que estavam a passatempo. A primeira "tarefa" no formulário era para completar uma frase. Disponibilizei o link para a sinopse onde encontrariam a restante. Acontece que no mesmo link aparece a "frase completa" de duas formas e, por esse motivo, decidi aceitar as duas respostas que me foram sendo dadas ao longo do passatempo. O que não aceitei foram as respostas incompletas, ou inventadas que me foram aparecendo. Outro apontamentozito é que, este foi o ultimo passatempo que fiz no blog em que permito mais que uma participação por dia e por pessoa. Sei que o requisito foi meu... mas nunca pensei que houvesse pessoas a preencher o formulário mais de 40 vezes seguidas... oh minha gente... imaginem conferir isto? Depois de ter analisado as cerca de 720 participações e de ter registado 514 válidas (sim, houve muitos erros mesmo) a vencedora foi apurada e, espantem-se participou apenas uma vez. Parabéns à Catarina Abreu. Fico sempre feliz por oferecer prendas, mas fico ainda mais contente quando o random sorteia o nome de uma amiga ou alguém conhecido. Especialmente aquelas pessoas que interagem muito no blog ou no face.
Cata, espero que não te importes =) vou dar os teus dados ao Nuno, para que ele possa enviar os livros. Acho que vais gostar pois és fã de policiais. Muito muito obrigada a todos pelas participações (mesmo as mais acérrimas) só prova que todos querem muito ler os teus livros Nuno ! Vem por aí mais um passatempo, por isso não desesperem e fiquem atentos!
Opinião: Kim Harrison...you did it again! Sim...a escritora conseguiu mais uma vez, arrebatar-me completamente e este livro é, sem dúvida, o melhor livro da saga até agora! Neste 6º volume regressamos a Hollows, 3 meses depois dos eventos traumáticos com que terminámos o livro anterior, para nos depararmos com uma Rachel completamente destruída pela dor da perda (daquela pessoa que é um dos meus namorados literários, mas que eu não posso dizer o nome, caso contrário seria um mega spoiler). Convenhamos que, não é só a Rachel quem está a tentar ultrapassar o trauma... também eu, enquanto leitora estou. Partir para este livro a saber que não iria ler ... a pessoa X a cada página, foi uma mini tortura. Vamos só voltar um bocadinho atrás na história para situar quem ainda não conhece esta série fantástica. A Saga de Hollows trata-se de uma série de fantasia urbana absolutamente genial e, para mim, a melhor dentro do género que já li. Conta-nos a história de Rachel Morgan, uma bruxa que vive num mundo onde o natural e o sobrenatural coexistem. Portanto temos todas as criaturas sobrenaturais que possam imaginar, desde bruxas, vampiros, fadas e por aí adiante, a coexistirem "pacificamente" com os humanos. Mas porque as coisas, obviamente não podem ser pacificas, a Rachel é chamada a resolver constantemente uma data de problemas que só levam a que ela arranje ainda mais! Não pensem que estes livros lidam com pequenas aventuras pelo mundo sobrenatural nahh nahhh, nada disso. Há uma história por detrás de tudo e é ao longo destas grandes aventuras que mais e mais segredos vão sendo desvendados acerca da verdadeira natureza da nossa bruxa. E então... já estão com vontade de pegar nos livros ou ainda não? Bom adiante... como eu estava a dizer lá em cima e, passo a citar "neste 6º volume regressamos a Hollows, 3 meses depois dos eventos traumáticos com que terminámos o livro anterior, para nos depararmos com uma Rachel completamente destruída pela dor da perda". E como a nossa Rachel só se mete em problemas é inevitável que neste livro eles venham atrás dela. Entre tentar descobrir quem assassinou o PIIIIIIIIIIIIIIIIIIII (efeito sonoro) e a terrível descoberta de um segredo de família, a Rachel tem ainda de tornar a lidar com o nosso querido Al. Se ainda não leram estes livros apenas vos posso dizer que o Al faz com que o lobo mau pareça um santo. E é assim, que entre lutas, fugas, magia e uma pitada de sensualidade as coisas vão acontecendo. Sobre o livro em si, para mim foi o melhor da série até agora. Nos livros anteriores vamos descobrindo pequenas coisas e vamos tendo vislumbres do que poderá vir por aí, mas neste volume ... uau! As coisas acontecem! Sinto que de certa forma este 6º livro foi como uma conclusão para os anteriores no sentido em que, marca definitivamente um ponto final numa fase da vida da Rachel e dá começo a algo novo e assustador. Um ponto de viragem na vida da nossa bruxa! A escrita da autora é fantástica e com um tom sarcástico que eu adoro. As suas personagens são todas cativantes, até as menos relevantes e a acção é non-stop! Se isto não chega para vos fazer pegar no primeiro volume da série, notem que, já encomendei a continuação em inglês! Não consigo esperar preciso saber o que vai acontecer! E é isto... esta é a minha série de fantasia urbana preferida de sempre!
Sinopse: Rachel Morgan é uma bruxa inteligente, sensual e linda de morrer. E agora alguém quer que ela morra... mesmo. Em Hollows, onde o natural e o sobrenatural coexistem — nem sempre de forma pacífica — tempos desesperados exigem medidas desesperadas. Ainda assim, Rachel Morgan, uma bruxa que vive a caçar criminosos, fez o impensável para salvar a vida dos seus amigos: usou deliberadamente a proibida magia demoníaca. E agora esse pecado veio assombrá-la.
Enquanto Rachel procura a verdade por trás de um homicídio horroroso, a descoberta de um chocante segredo de família ameaça pôr em causa toda a sua vida. Mas, mesmo com tantas contrariedades, há limites que não devem ser ultrapassados. Como aquele limite que Rachel Morgan se prepara para violar… outra vez!
Eu juro que eu não ando de mau humor nem chateada com o mundo. Aliás, até tenho tido boas noticias e algumas surpresas (que tenho de partilhar com vocês). Mas como numa relação nem tudo são rosas (estamos numa relação certo?), hoje venho partilhar uma situação menos boa que tem estado a acontecer. Portanto como vocês sabem este ano estive a trabalhar na Feira do Livro de Lisboa, juntamente com mais colegas. Trabalhei desde o dia 26 de Maio a 15 de Junho, se a memória não me falha. Trabalhei que nem uma mula, relato esse que podem encontrar escrito de forma sucinta, aqui no blog. Por isso não vamos entrar em detalhes a não ser que peçam muito! Ao contrário de muitos miúdos que a APEL angaria em regime de voluntariado, eu fui trabalhar a receber. Ou assim pensava eu... mas já lá vamos. Foram várias as pessoas ligadas ao mundo editorial, que quando souberam que eu ia para a feira, trabalhar pela Civilização Editora, me perguntaram se eu ia ser paga. A todas eu disse que sim, inicialmente com muita confiança. Mas comecei a estranhar a forma como tanta gente me perguntava isso e a desconfiança na voz das pessoas. Prontamente me explicaram que a editora tinha fama de não pagar aos funcionários. Seja os que trabalham nas livrarias bulhosa, seja os que já trabalharam na feira em anos anteriores. Mas vamos lá a ver uma coisa. Eu gosto de ter fé e acreditar que com o passar dos anos as pessoas se tornam melhores. Aiii Neuza... que burrinha inocente que tu me saíste.
Seria de esperar que uma editora que está mais do que queimada nas bocas do mundo, tivesse intenções de melhorar e foi isto que eu pensei. Errado.
Chegou o dia de receber... e o pagamento não foi efectuado. Passado mais uns dias, ahh ainda não é possível pagar... e andamos nisto... quase um mês passado e nada de pagamento. Todas as semanas são as desculpas mais parvas... aliás... nem desculpas há, nem justificações. É sempre na base do "ainda não foi possível". Mas que raio. Eu trabalhei, ou não? Que eu saiba, facturámos, certo? Então... onde está o nosso dinheiro? Estou seriamente a ponderar dar um saltinho até ao Porto e perguntar pessoalmente, onde está o meu dinheiro? Passei um recibo ás finanças, estou a dever-lhes e nada de pagamento? Sim, estou chateada... estou fula! Não se faz...
Sinopse:Das lágrimas ao riso, um romance que nos faz regressar à essência da vida.
Há muito que Julie deixou de sonhar. Caixa num supermercado, mãe solteira, aos 20 anos passa os seus dias num trabalho mal pago à mercê de um patrão abusador. Não tem escolha: para dar o melhor que pode ao filho de três anos, Lulu, que é a luz dos seus olhos, a caixa Julie encaixa tudo isto e mais, se preciso for.
Mas um dia, o seu destino cruza-se com o de Paul, um cliente sexagenário que fala com ela, se comove com a sua situação e lhe estende a mão. Aos seus olhos, Julie não é uma mulher invisível, um robô que debita frases e suscita indiferença ou desprezo, mas uma mulher inteira, interessante, respeitável e respeitada. É este homem que, comovido com a sua história, a convida a ela e a Lulu para se juntarem a ele e ao seu filho Jérôme na sua casa de praia, na Bretanha. Magoada e abandonada pelo pai e por todos os homens que passaram pela sua vida, Julie desconfia de tanta generosidade. Mas por Lulu, para que o seu menino veja o mar e faça castelos de areia, ela acaba por aceitar…
Será que a felicidade encontrou finalmente o caminho da vida de Julie? Ou estará o destino apenas a preparar-se para lhe puxar o tapete – outra vez?
Este livro fulgurante da aclamada e premiada autora, Jandy Nelson, deixará o leitor sem fôlego, com lágrimas nos olhos e um sorriso nos lábios… tudo ao mesmo tempo.
Sinopse:Jude e o seu irmão gémeo Noah são inseparáveis. Aos 13 anos, Noah é um jovem tímido e solitário que adora desenhar. Jude, pelo contrário, é extrovertida, tagarela e sociável. Três anos mais tarde, tudo se altera. Jude e Noah mal falam um com o outro. Um trágico acontecimento afetou os gémeos de forma dramática… Até que Jude conhece Guillermo Garcia na Escola das Artes, um escultor ousado e bem-parecido que vai ter um papel determinante na vida dos irmãos. O que os gémeos não sabem é que cada um deles conhece somente metade da história das suas vidas e, se conseguirem reaproximar-se, terão a oportunidade de reconstruir o seu mundo.
Eu Dou-te o Sol foi considerado um dos Dez Melhores Livros para Jovens Adultos de 2014 segundo a revista Time.
Sério sério... mais de 30 graus na rua, o que até nem é muito mau tendo em conta as vezes que uma pessoa apanha 40. Mas eu não gosto. Nem de 40, nem de 30, eu odeio calor. Quando chega a Primavera toda eu sou sorrisos e alegria (e alergias). Finalmente posso usar uma blusa fininha e umas sabrinas, apanhar solinho bom e ainda sentir uma brisa mais fresca. Sabe bem passear por Lisboa, comer o primeiro gelado, e ao fim do dia descansar, já mais quentinha em casa. Chega o Verão e a coisa muda completamente de figura... fica calor. Demasiado calor para fazer o que quer que seja. Quem me ler há-de pensar que sou alentejana e tenho de suportar temperaturas de 45 graus. Mentira, não sou. Mas a costela do sul que há em mim fica ressentida e só consegue pensar em dormir sestas para passar o tempo. Quando chega o Verão transformo-me em pessoa invertebrada, mole e sem vontade de fazer seja o que for. Está demasiado calor para passear, sol muito forte para apanhar na pele, uma pasmaceira... e o pior de tudo... demasiado calor para ler! Não consigo ter vontade de ler e é isso que mais me chateia no Verão. Seja a que hora do dia for e onde for, sinto sempre demasiado sono... para ler, ver tv, ouvir música, o que for. Tenho sono! Quero hibernar!
Mas não é porque eu não consigo ler que vou impedir os outros de o fazerem e, nesse sentido, tenho emprestado alguns livros a algum pessoal assim meio que desconhecido. Nomeadamente uma colega da miúda cá de casa... numa semana despachou 5 livros de uma série e vai lançada nos próximos. Os livros voltaram impecáveis... o mesmo não se pode dizer do livro que emprestei ao pai da menina... heis a cena. Durante esta semana que passou, os meus livros andaram a passear na praia! Sim leram bem! Na praia! Eu que não levo os meus livros para a praia e quando levo, é tudo com muito cuidado! Emprestei livros... e foram para a praia... para a areia, para o calor. Resultado.. um deles, com o calor começou a encarquilhar todo! A capa parece revestida de uma película como plástico... com o calor da praia e as viagens em sacos ou lá como foi que ele viajou, a coisa começou toda a pelar! É mesmo isto!!! Tenho um livro a perder pele! O que é que isto me faz sentir? Que nunca mais quero emprestar livros na vida! Seguramente não no Verão! Se eu tenho de usar protectores solares com factor 50+, os meus bebes precisam seguramente de uma capa de tecido!!! Merda! É só o que me apetece dizer! Enfim.. para aligeirar este post, deixo-vos com o mais recente vídeo do canal, uma tag sobre o Verão. Divirtam-se e não andem ao sol!
Alo alo =) Hoje trago-vos uma divulgação especial. Um livro diferente do habitual, menos comercial, mas não menos importante. Era uma vez um Hambúrger! um livro da escritora Isabel Costa que contou com o apoio de Clara Pinto Correia. Tenho assistido ao surgimento deste tipo de livros no mercado com uma alegria enorme. A lacuna que havia, e continua a haver, nesta área é imensa. Não há livros suficientes que se destinem a pessoas com intolerâncias alimentares. Lembro-me de na feira do livro, pelo menos 4 pessoas me terem vindo perguntar se vendíamos livros com receitas para celíacos e onde os poderiam encontrar. E eu tentei ao máximo encaminhar as pessoas para alguns autores ou editoras, que talvez os conseguissem ajudar... mas o sucesso deve ter sido quase nulo. Infelizmente, o numero de casos de intolerâncias alimentares tem aumentado em Portugal. Acredito piamente que este aumento se deva a anos e anos de más práticas alimentares. É urgente mudar hábitos e não é só a educação que vem do berço, mas a alimentação também. Assim surge-nos este livro que procura facilitar a vida às famílias. Não só aquelas que já mudaram de vida mas especialmente aquelas que procuram mudar. O mesmo encontra-se dividido em 2 partes para facilitar a consulta e leitura. Na primeira parte podemos encontrar uma reflexão sobre a alimentação actual, assim como dicas e conselhos para os pais ajudarem os seus filhos na hora da refeição, a comer e apreciar alimentos mais saudáveis como frutas e vegetais. Ajuda-nos ainda a preparar algumas receitas básicas e a encontrar substitutos para o glúten e a lactose. A segunda parte do livro contém receitas alusivas a cada estação do ano cujos ingredientes são também sazonais. Algo que todos sabemos ser muito importante. Estão ainda presentes em ambas as secções histórias animadas, que procuram estimular os jovens a observar uma alimentação mais saudável, usando figuras de diversas fantasias infantis, e ainda com referência a algumas figuras famosas da sociedade que inspiram positivamente os jovens. Mais do que um livro de receitas, aqui podemos encontrar soluções e ideias alternativas para ajudar os pais a introduzir novos alimentos. É também importante referir que o livro não tem receitas com carne e peixe, por os mesmo já serem mais do que conhecidos do público em geral.
Era uma vez um Hambúrger! é sem dúvida um livro inovador que vai agradar a pequenos e graúdos!
Falta apenas acrescentar a nota que a autora publicou hoje na sua página de facebook acerca da venda e compra do seu livro =) ora vejam :
"Devido ao enorme sucesso do meu livro não há exemplares suficientes para a encomenda da Bertrand e na politica deles ou é o que querem ou não aceitam menos, portanto poderão encomendar lá e aguardar.
Eu também tenho tenho livros e uma vez que a situação é assim, enviarei o livro com PORTES E ENVELOPE ESPECIAL GRÁTIS. Fica apenas o custo do livro que é: 12,90 euros e enviarei mais rápido do que a Bertrand, pois eles tem que encomendar ao editor e depois enviá-lo.
Obrigada a todos pelo enorme sucesso do meu livro. Um grande bem-haja"
Sinopse: Este livro foi concebido para chegar às famílias com crianças e jovens com intolerâncias alimentares nomeadamente ao glúten e lactose; mas, ao mesmo tempo, está também vocacionado para aquelas pessoas do público em geral que pretendem fazer escolhas mais saudáveis e diversificar a alimentação mas se sentem já quase atordoadas por tanta informação contraditória sobre o que é que realmente “faz bem” – sobretudo quando se trata da tarefa delicada de dar de comer aos filhos.
Sobre a Autora: Isabel Costa nasceu em 1963, natural do Porto. aos 19 anos tornou-se missionária de um movimento ecuménico internacional e cuja experiência vivei durante 14 anos em vários países do Ocidente e do Oriente.
Na Coreia do Sul, além da vivência especial com o povo e a cultura, tomou contacto com várias terapias orientais.
Desde 1996 que exerce várias terapias (Shiatsu, drenagem linfática) e formou-se em Naturologia na Escola Superior de Biologia e Saúde (1998-2002). Dá consultas na área de aconselhamento alimentar, palestras, workshops e aulas de culinária vegetariana e crudívora.
Em 2011 foi nomeada Embaixadora da Paz pela Federação das Mulheres para a Paz Mundial.